Ao ver os jogadores brasileiros ajoelhados rezando no meio do gramado, comandados pelo zagueiro Lucio, um narrador da rede britânica BBC observou que o capitão da seleção “parecia um pregador evangélico pela emoção com que proferia cada palavra”.
Será que a tolerância da entidade teria sido a mesma se ao final do jogo algum jogador mostrasse uma camiseta dizendo “Eu não acredito em Deus” ? Ou se outro fosse um pouco além e gravasse no peito algo como “Essa vitória foi obtida graças ao esforço dos jogadores sem nenhuma interferência divina ou sobrenatural”?
Com centenas de jogadores africanos, vários países europeus temem que a falta de uma punição por parte da Fifa abra caminho para extremismos religiosos e que o comportamento dos brasileiros seja repetido por muçulmanos que estão em vários clubes europeus hoje. Tanto a Fifa quanto os europeus concordam que não querem que o futebol se transforme em um palco para disputas religiosas, um tema sensível em várias partes do mundo. Mas, por enquanto, a Fifa não ousa punir a seleção brasileira.
Depois de tentar várias vezes emplacar alguma coisa nos trending topics do Twitter os brasileiros tiveram para apelar para a forma máxima do futebol para conseguir: sacanear o adversário derrotado.
Filme de ação brasileiro que troca o kung-fu asiático pela capoeira, com direito a coreografia de luta feita por Huan-Chiu Ku. Produção da Globo Filmes.
Estou vendo o pessoal citar meu ranking de Twitter nas palestras por aí como um contador de usuários de Twitter no Brasil. Esse número, é bom dizer, é o motivo de que ainda continuar mantendo o ranking no ar. Desde que criei o bicho mudei de idéia sobre a validade desses rankings. (claro, eu não estou mais no topo RÁ!) Falando sério, conversando com um pessoal no Campus Party revi minha opinião sobre eles, já que tem gente por aí que usa esses rankings como bengala, achando que é só falar com quem está no topo que o serviço está feito.
Mas não é sobre o ranking que estamos conversando, é sobre o número no final, que diz Perfis pesquisados. Pode parecer que esse é o número de usuários de Twitter no Brasil, mas não é. No fechamento desta edição a listagem acusa 122.552 perfis pesquisados e que o Marcelo Tas tem 98.991 leitores. Isso quer dizer que 8 a cada 10 brasileiros lê o Tas? Não. Explicando: (Continua…)
No distante 2007 fiz uma daquelas promessas furadas do blog: escrever uma série de textos sobre como ser um cliente melhor, não tratando seu fornecedor como idiota. O prêmio, se todos seguissem minhas dicas, seria um mundo melhor onde as crianças podem brincar tranquilamente em seus parquinhos sem medo da ameaça alienígena. Ou algo próximo disso.
Só escrevi 2 textos e ficou por isso mesmo, como tantas outras coisas aqui. Mas ficou a idéia básica: você paga pelo tempo de trabalho do seu cliente, incluindo o tempo em que ele perde convencendo você a fazer o trabalho daquela maneira, naquelas condições. Alguns clientes encaram a contratação de um serviço como uma coisa física (como no exemplo de um dos textos, “comprei uma parede pintada de branco”) mas você está comprando o tempo do profissional.
Para minha sorte um pessoal fez um vídeo que resume boa parte do problema. Eles inverteram a lógica: e se você realmente negociasse os serviços como se fosse uma coisa física? Um CD, um jantar? Os argumentos que os clientes que alguns clientes apresentam na hora de negociar o preço do serviço ultrapassam a barreira do ridículo e aparecem literalmente no vídeo, sob outro contexto para mostrar esse ridículo. Não você, claro. Outros fornecedores.
Senado dribla direito autoral via internet. Parlamentares e funcionários têm acesso a centenas de pastas com filmes, músicas e jogos. Obras incluem Ensaio sobre a cegueira e discos do Pink Floyd.