O cair da noite
Não adianta. Já estou no meu terceiro inverno no norte e ainda não me acostumei a olhar a noite do lado de fora da janela e aceitar que ainda não são nem 5 da tarde. É estranho quando eu lembro que 6 meses atrás eu chegava em casa, fazia uma coisa ou outra e às 7 da noite saía para uma volta de bicicleta. Ou que na época da Copa, quando acordava mais cedo para ver os jogos, queria ir dormir às 10 da noite e não conseguia por causa do sol batendo no quarto (que era de frente para o oeste) e do calor causado pelas paredes de madeira.