Aurélio Michiles

Aurélio Michiles (Manaus, 27 de dezembro de 1952), é um diretor de cinema brasileiro, especializado em documentários. Mora atualmente em São Paulo (capital), mas cursou o Instituto de Artes e Arquitetura -UnB (1973).

O CINEASTA DA SELVA HBO de Cinema 97; Melhor Filme UNESCO 97; Melhor Filme de Diretor Estreante no Festival de Brasília 97; Prêmio Centro de Pesquisadores do Cinema Brasileiro 97; Melhor Filme, Roteiro e Montagem - Festival de Natal, 1998; Prêmio do Júri - Festival de Cuiabá, 1999; Melhor Filme-Documentário CINEECO’99 (Portugal); Melhor Filme-Documentário Festival Viana do Castelo 2000(Portugal). Produção Documentário-Secretaria Municipal de Cultura - SP: HIGIENÓPOLIS, 2005; Desenvolvimento de Roteiro Longa-Metragem Ficção (MAMBO JAMBO) Prefeitura de São Paulo 2003; Melhor Documentário-Júri Popular e da Juventude FAMA FEST 2003 (Portugal); Melhor Roteiro Filme Longa Metragem Ficção (NA CIDADE DAS TRIBOS) Secretaria Audiovisual, 2001; Margarida de Prata-CNBB, 1994; Prêmio Desenvolvimento de Roteiro Longa-Metragem (A PROCURA DA MOÇA NOVA), EMBRAFILME-1984; Melhor Vídeo na XIII Jornada Internacional de Cinema e Vídeo de Salvador, 1984.

Em 1998 representou o Brasil no International Documentary Filmfestival Amsterdam (Holanda).

Entre outros trabalhos destacam-se:

2007 – TUDO POR AMOR AO CINEMA, dir. e roteiro. Um documentário sobre a vida e obra de Cosme Alves Netto, um dos mais importantes personagens da história do cinema brasileiro. Produção Olhar Imaginário. (em processo).

2007 – JAPONESES NA AMAZÔNIA, dir. e roteiro. Um documentário sobre os japoneses que imigraram para a Amazônia. Prod. Academia de Filmes. (em processo).

2006 – HIGIENÓPOLIS, UM RECORTE DO MUNDO, dir. e co-roteiro. Com a participação do ator Cacá Rosset e muitos outros personagens (famosos e anônimos) que habitam este bairro da cidade de São Paulo.

2006- Coordena o Projeto “ARQUITETURA RIBEIRINHA” – documentário, livro e exposição – com textos do escritor Milton Hatoum, através do Instituto Lina Bo e P.M. Bardi e a Ed. Terceiro Nome, SP. (em processo).

2005 - GUARANÁ, 3 min. (co-direção Elaine César). Prod. Imagens Ceuvagem e Orgya Produções. A representação simbólica desta fruta que os Índios Sateré-Mawé acreditam ter se originado. Exibido no Espaço Brasil-França – Carreau du Temple, Paris- 25/julho a 11/setembro. - integra a instalação “Do Cipó ao Chip” na Exposição “Amazonas- Um Estado Sustentável”. Curadoria CASA VOGUE, no Centro Cultural Palácio Rio Negro, em Manaus-AM, junto com outros 22 artistas brasileiros.

2003- GRÁFICA UTÓPICA, 56 min. JCR Produções. O movimento futurista-construtivista russo e a sua repercussão no Brasil.

2002- TEATRO AMAZONAS, 56 min. JCR Produções. Co-rot. Júlio Rodrigues. A história desmistificadora do maior símbolo urbano da Amazônia.

2000- A ARQUITETURA DO LUGAR, 56 min. TV Cultura-SP. Uma visitação na paisagem construída desde as ocas indígenas até as cidades modernistas brasileira.

2001- HISTÓRIAS DA MÚSICA - dois episódios: A Orquestra, 30’ e O Maestro, 30’. TV Cultura-SP / OSESP. (inédito). Roteiro de Bráulio Mantovani. Os maestros John Neschling e Roberto Minczuk mostram o fluxo permanente entre a evolução da música e a vida dos seus profissionais.

1997- O CINEASTA DA SELVA, 80 min., 35mm. Prod. SUPERFILMES. Co-rot. Júlio Rodrigues. A história de Silvino Santos (1886-1970), um dos pioneiros do cinema brasileiro.

1995- O BRASIL GRANDE E OS ÍNDIOS GIGANTES, 47 min. Prod. Inst. Socioambiental. A saga dos índios PANARÁ mais conhecidos como Krenakarore ou “Índios Gigantes”.

1994- DAVI CONTRA GOLIAS, 10’. Prod. Inst. Socioambiental. O massacre sofrido pelos índios Yanomami.

1993- LINA BO BARDI, 50 min. Prod .Instituto Lina Bo e P.M. Bardi A vida desta arquiteta (1814-1992) que escolheu o Brasil como sua pátria e aqui marcou sua presença.

1992- A ÁRVORE DA FORTUNA, 102 min. 02 Episódios. TV Cultura-SP. Co-rot. Júlio Rodrigues. A saga da borracha na Amazônia.

1992- A AGONIA DO MOGNO, 35’. Produção SBT. O contrabando de mogno entre madeireiros e os índios Caiapós no sul do Pará.

1991- QUE VIVA GLAUBER! 60 min. TV Cultura-SP. A vida e a obra do cineasta Glauber Rocha (1939-1981).

1989- Diretor-Assistente na mini-série “O COMETA”, Dir. Roberto Vignati. Roteiro de Manoel Carlos. TV BANDEIRANTES.

1988- Diretor–Assistente na mini-série “O CHAPADÃO DO BUGRE”. Dir. Walter Avancini. Roteiro de Antonio Carlos Fontoura adaptado do aclamado romance de Mário Palmério. TV BANDEIRANTES.

1984/86 - Integra a equipe que elabora o programa “GLOBO CIÊNCIA”. Prod. Fundação Roberto Marinho e TV Globo. Como co-diretor foi responsável por mais de sessenta programas. Prêmio Institucional “José Reis de Divulgação Científica”, CNPq, 1995.

1983- O SANGUE DA TERRA, 35’. Prod. TVE – AM e Imagens Ceuvagem.

1982- GUARANÁ, OLHO DE GENTE, 35’. Prod. TVE-AM e Imagens Ceuvagem. A cultura do Guaraná entre os índios Sateré-Mawe (AM). Prod. Parcialmente - Bolsa de Pesquisa da FUNARTE.

1981 - Via Lactea, Dialetica - do terceiro mundo para o terceiro milenio, 35' Prod.TVE-AM e Imagens Ceuvagem.

Fonte: Wikipédia

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