A Décima Segunda Noite - Col. Devorando Shakespeare
Ele nasceu em Paris e sua cor cinzenta é a cor do
céu de inverno. Cinzenta, sim. Este verde-amarelo é
tinta. Quando o Orsino comprou o salão de cabeleireiro na
cidade, queria um ambiente brasileiro e, voilá, o papagaio
Henri, de nobre linhagem, acabou num poleiro de
plástico.
Pois foi desse poleiro metafórico que ele assistiu tudo,
até a décima segunda noite. Henri viu o mundo virar
do avesso, logo que Violeta chegou do Brasil, e precisou cortar
os cabelos para se fingir homem, trabalhando como recepcionista
do salão. O problema é que ela se apaixonou por
Orsino - mas o patrão só tinha olhos para
Olívia, que estava de luto pela morte do
irmão.
Mas que luto, que tristeza bem carregada, que tesão de
abatimento! O Orsino era louco por ela, mas Olívia
não dava bola. Henri avisou. Não é
comédia, é drama, é tragédia. Tem
paixão, perfídia, sociologia. E riam, riam. Quem
poderia acreditar num papagaio?
- I.S.B.N.: 8573028130
- Cód. Barras: 9788573028133
- Reduzido: 1567623
- Altura: 23 cm.
- Largura: 15 cm.
- edição : 1 / 2006
- Idioma : Português
- país de Origem : Brasil
- Número de Paginas : 152
Por: R$ 35,90
