Dias de Livina

Será possível fazer o tal do branded content sem ficar chato e chapa-branca? Numa pegada cientista-maluco-de-filme coloquei o meu e da minha família no tubo de ensaio e comecei esta semana, numa empreitada da Pólvora e Salem o blog Dias de Livina, para divulgar o novo carro da Nissan. (peraí, lembrei agora que nos filmes o cientista sempre se dá mal, nunca tem um filme “Agora, assistente, vamos testar este soro para a cura do câncer. Hmmm, funcionou! THE END”)

A idéia não é ficar blogando sobre como o carro é lindo, confortável, maravilhoso, cherôso, tchop-tchuras e tal. Você não ia ficar mais de um minuto lá se fosse assim. É fazer o que eu e Anna provavelmente já íamos fazer nos nossos blogs: contar como está sendo essa história de mudar de cidade, achar apartamento, conhecer os bairros, pesquisar escolas… Dar nosso ponto-de-vista pessoal deste momento “num oferecimento Livina”, usando o carro que a Nissan deixou na nossa mão.

O projeto está programado para durar 3 meses, deve contar com uns vídeos feitos com minha camerazinha portátil (nenhuma participação do enxame, a culpa da qualidade dos vídeos é toda minha) e, espero, bastante interação com os leitores já que precisamos dela para ajudar a se achar em São Paulo.

Fazer esse blog vai ser uma baita responsabilidade e sei que muita gente vai estar de olho para jogar suas pedronas de críticas. Como sou o cara que adooooora dizer como se deve fazer conteúdo em “mídias sociais” já espero vários dedos apontados para o lado de cá. Pelo menos eu tenho a ajuda da equipe da Pólvora para carregar os pianos do site, ajudar a subir vídeos, revisar textos, aprovar comentário e negociar com o cliente. Fiquei bem feliz de ter sido o único nome proposto para o projeto.

Espero que o projeto agrade a todo mundo, do leitor ao cliente. Estou botando minha família na linha de tiro. Para fechar o anúncio aqui (imitando apresentador de programa de TV) você fica agora com o primeiro vídeo-log do Dias de Livina. Quando der passa lá.

Eu nos bastidores do Roda Viva da TV Cultura

Hoje de noite vou participar dos bastidores do programa Roda Viva da TV Cultura, que vai colocar no centro do ringue o prefeito do Rio, Eduardo Paes. Também estarão por lá Raphael Prado, Fabiano Angélico e Thais Villela, twittando em tempo reaaaal. (também vai ter uma quarta pessoa tirando fotos e mandando pro Flickr, mas não me avisaram quem é)

Sobre o programa:

O programa ao vivo é transmitido exclusivamente pela internet, na IPTV Cultura. A página de cobertura tem três câmeras de transmissão (Programa Ao Vivo, Bastidores e Charges do Caruso). Abrimos a câmera de bastidores às 17h30, uma hora antes do início do programa. As câmeras Ao Vivo e Caruso entram às 18h30, quando já estamos no estúdio para a gravação do programa.

Não perda!

Ronaldo. «

A Veja erra a representação do DNA e dos genes, o leitor avisa e a revista responde. "Tudo bem, não somos uma revista científica mesmo." (via @carloshotta) «

O Austin Powers francês vem ao Rio

… ou alguma coisa do tipo. [ link direto ] OSS 117 Rio ne répond plus.

[ link direto ]

23 Apr 2009, 3 comentários.
:: Cinema

Cinco conhecidos, profissionais pra lá de sérios, já tentaram escrever na Wikipedia-br sobre empresas com as quais estiveram envolvidos e foram enxotados. A discussão ganhou força de novo ontem e dei minha opinião no Meio Bit, junto com um apanhado de links sobre a discussão. «

A matemática do whuffie. Don’t you have a list of bigger bloggers - you know, influencers - that you want me to send these to? I had to count to ten before I responded calmly, “I want to send the book to people who WANT to receive it. People who are excited and are more likely to write about it, tweet about it, tell their friends, their bosses and everyone who will listen. I want to send my book to people who give a damn.” (via @eduf) «

Como o Twitter e o iPhone me ensinaram a não ficar estressado com o excesso de informação

greader-iphoneEu era uma daquelas pessoas que vivia tensa por causa do número crescente de itens não respondidos na caixa de entrada, dos textos não lidos nos feeds assinados, do excesso de coisas jogadas no Twitter que eu não podia acompanhar… Foi então que vi a luz: simplesmente entreguei os pontos, desencanei, desisti de acompanhar tudo. E passei a ser uma pessoa mais calma.

Toda vez que saía da frente do computador para almoçar ou ir ao dentista eu voltava ao Twitter e ficava vendo todas as páginas anteriores de conversa até voltar a estar por dentro de tudo. Isso, claro, era no tempo do Twitter arte, do Twitter moleque, do Twitter de várzea, com uns mil usuários onde todo mundo se conhecia e se encontrava na pracinha no fim da tarde pra falar mal da vida alheia. Até dava pra encarar, mas estava na cara que a coisa ia chegar ao nível dos nossos queridos leitores de RSS com seus eternos “mais de 1000 itens não lidos” e aquela vontade incrível de ler tudo.

(Continua…)

16 Apr 2009, 44 comentários.
:: Blogs, Pontocom

Ateus, saiam do armário. Entre nessa você também, tem muita gente boa do lado de cá.

E sem esse papo de “sou agnóstico”, “acredito em uma força maior que rege o universo”… Na boa, o agnóstico nada mais é do que um gay ativo, que acha que só porque come e nunca dá, ainda tem um pingo de heterossexualidade para tirar onda. Não existe meio-viado, então não tem como aceitar um “meio-ateu”. E é isso que agnósticos são: meio-ateus. Força que rege o universo de cu é rola. Seja homem e assuma uma posição nessa história. «

Rio de Janeiro: amor ao cidadão

Seguranças chicoteiam passageiros para entrarem em trem superlotado. É, chicoteiam. Fim de mundo é isso aí.

15 Apr 2009, 10 comentários.
:: Brasil-sil-sil

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