Bill Maher sobre como o Futebol Americano é o esporte mais socialista do mundo
A receita para ter o campeonato esportivo mais caro do mundo está no socialismo? Bill Maher explica.
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feche.
A receita para ter o campeonato esportivo mais caro do mundo está no socialismo? Bill Maher explica.
A pré-candidata às eleições presidenciais de 2012 nos Estados Unidos pelo partido republicano Michelle Bachmann disse que o furacão Irene foi um recado de Deus a Washington. Segundo ela, a natureza está dando um recado ao atual governo para que este mude suas políticas públicas e se esforce em diminuir os seus gastos.“Eu não sei o que mais Deus tem que fazer para atrair a atenção dos políticos. Tivemos um terremoto (que aconteceu na última terça-feira, na costa leste do país) e um furacão. Ele diz ‘vocês vão começar a me ouvir agora?’”, declarou Michelle ao jornal St. Petersburg Times.
Pô Deus, na próxima manda DM, não precisa causar esse estrago todo não. E, outra dica, escolhe outra pessoa menos maluca para sua porta-voz. Essa aí passou da conta. Olha o vídeo:
As chances dela realmente ser eleita presidente são baixas, né? Né?
O cara fica ricaço vendendo, antes do estouro da bolha.com, sua empresa por 1 bilhão de dólares. Entre outras coisas resolve comprar o time de basquete para o qual torce loucamente desde criança, decadente e sem um resultado expressivo em pelo menos 10 anos.
E agora é campeão da NBA. Por mais controverso que Mark Cuban pode ser eu admiro o cara por maluquices de sucesso como essa.
This wasn’t my team. This wasn’t the player’s team. This was OUR team. Our family. Our friends. Our company’s. Our city’s. The Dallas Mavericks belonged to all of us and brought joy to all of us.
To be part of something so special is Tremendous.
Leia o post inteiro no site dele, publicado 1 mês depois do título.

Livros, filmes, quinquilharia, moedas comemorativas e CDs, muitos CDs com músicas “patrióticas”. Como os atentados de Nova Iorque em 11 de setembro de 2001 já são uma forte indústria nos EUA.
Via @_camillacosta.
Recebi aqui um press-release da ESPN e no meio do blablabla (incluindo informações importantíííííííssimas sobre a grade do canal na Nova Zelândia) o importante é que eles vão transmitir mais jogos da NFL este ano.
Cobertura ao vivo de 49 jogos regulares da temporada e jogos do playoff por temporada no Brasil.
Como a ESPN normalmente não transmite os playoffs da NFC, onde o Giants joga, fica minha esperança de ver mais jogos do time que eu acompanho e torço.
E por falaaaaaar em NFL, participei do Nerdcast que foi ao ar sexta passada, sobre o tema. Não que os nerds precisem de divulgação, claro.
“Não importa quantas celebridades o apoiam, quantos bares abrem mais cedo, quantos comerciais de cerveja eles veiculam, nós não queremos a Copa do Mundo, nós não gostamos da Copa do Mundo, não gostamos do futebol e não queremos ter nada a ver com isso”, declarou Glenn Beck, cuja opinião tem vaga cativa na Fox News, canal que sustentou a ferro e fogo a gestão do republicano George W. Bush e é opositora ao governo democrata de Barack Obama.
(…)
A fúria da direita também se sente na voz elitista de Dan Gainor, analista do Media Research Center. “O futebol é um jogo de pobre. A esquerda está impondo o ensino de futebol nas escolas americanas, porque a América está ficando bronzeada”, escreveu, associando a popularidade do futebol acima do rio Grande com a crescente migração dos mexicanos para os EUA.
Dica do @phenriq.
via @giannetti.
This was to be the latest in my series of travels for my book-in-progress about entrepreneurship in emerging markets. Brazil was the one place that no one in the Valley was pushing me to visit. In fact, it was the one place my husband had asked me not to visit, having heard many reports of kidnapping and violence. But I was resolutely convinced there was a world of exciting companies and stories and had been looking forward to the trip for months. In fact, I’d spent about four months studying Portuguese and planning the trip.
I’m not on getting on that plane today though. Entrepreneurs who’d hoped to be written up on TechCrunch: Blame your government.
Oh não! Um país me exige visto de turista? E eu não consigo tirar em 1 semana? Mimimimi. Eu sou uma importante mulher de negócios e não aceitarei este tratamento. Vou blogar sobre isso, agora eles vão ver só.
Os comentários também são imperdíveis. O post está tão agitado que só consegui acessar via cache do Google.
Uma das minhas expressões favoritas nos últimos tempos é “a história acontecendo diante dos meus olhos”, mas normalmente eu a uso para me referir ao mercado brasileiro de “nova mídia”. Mas fiquei com a impressão de que essa melada geral nas negociações sobre o comércio mundial que aconteceu ontem vai ser estudada pela Clara e os filhos dela naquela lista de seqüencia de fatos aparentemente simples que levaram a um grande merdelê mundial. Espero, claro, que eu esteja mais uma vez sendo paranóico como em outras vezes.
Semana passada estava conversando com o pessoal no Twitter sobre o marketing da Red Bull, que vende bilhões com um produto de fórmula aberta que tantas outras empresas (incluindo a Coca Cola) copiam. Red Bull é puro marketing.
Mas há um marketing de bebida ainda mais impressionante: o de água. O NYTimes resenhou o livro “Bottlemania: How Water Went on Sale and Why We Bought It”, de Elizabeth Royte que tenta entender como americanos pagam por mais de 1 bilhão de garrafas d’água por semana quando poderiam simplesmente pegar a água de suas torneiras. (e muitas águas nem podem ser chamadas de “água mineral”, como é o caso dos produtos vendidos pela Coca Cola e Pepsi, que são apenas água filtrada e engarrafada)
Isso, para o bem ou para o mal, é o poder do marketing.
PS: Isso deveria ser discussão para outro texto, mas nas grandes capitais brasileiras a água da torneira também é potável, já que no máximo filtramos a água (retirando, portanto, só a sujeira) e não fervemos (matando os microorganismos). Mas adoramos contar como em nossa viagem a Orlando com a família bebemos água direto da torneira.
E cai mais um político eleito com uma plataforma baseada na “moral e na família” envolvido em putaria. Um dias os humanos aprendem.
The differences between hillaryclinton.com and barackobama.com can be summed up this way: Barack Obama is a Mac, and Hillary Clinton is a PC.
That is, Mr. Obama’s site is more harmonious, with plenty of white space and a soft blue palette. Its task bar is reminiscent of the one used at Apple’s iTunes site. It signals in myriad ways that it was designed with a younger, more tech-savvy audience in mind — using branding techniques similar to the ones that have made the iPod so popular.
Ontem Hillary venceu as primárias em estados importantes como Nova Iorque, Nova Jérsei e Califórnia. Obama levou em vários estadozinhos. A Sra. Clinton, no momento, tem a maioria dos democratas mas quando cada um é confrontado, em pesquisas, aos principais candidatos republicanos Barack Obama é o único capaz de vencê-los, por conta dos votos daqueles que não são nem republicanos nem democratas.
Quem vê um prédio do alto para reparar em seu formato “esquisito”? Até a invenção do Google Maps, ninguém. Depois da popularização do site: quase todo mundo.
O que vai levar a Marinha americana a gastar US$ 600,000 para remodelar um dos seus prédios na California depois de reclamações da população. Os fanáticos pelo serviço do Google já encontraram várias formas de propaganda que só podem ser vistas do céu, mas nunca nada tão negativo assim.
Clique na foto para conferir o feito de engenharia direto no Google Maps.
A idéia aqui não é rir da cara dos americanos. É ficar de olho porque vagarosamente estamos indo na mesma direção.
The rise of Idiot America is essentially a war on expertise. It’s not so much antimodernism or the distrust of intellectual elites that Richard Hofstadter deftly teased out of the national DNA forty years ago. Both of those things are part of it. However, the rise of Idiot America today represents—for profit mainly, but also, and more cynically, for political advantage and in the pursuit of power—the breakdown of a consensus that the pursuit of knowledge is a good. It also represents the ascendancy of the notion that the people whom we should trust the least are the people who best know what they’re talking about. In the new media age, everybody is a historian, or a preacher, or a scientist, or a sage. And if everyone is an expert, then nobody is, and the worst thing you can be in a society where everybody is an expert is, well, an actual expert.
No nosso país vale mais ser jogador de futebol, artista de TV ou músico, nessa ordem. Em último lugar vale ser alguma coisa que possa ser chamada de “intelectual”. Porque você é um bom jogador, artista ou músico porque nasceu assim. Então se você não é uma dessas pessoas não há mais nada que você possa fazer, a vida foi injusta e ponto. Passa logo meu almoço de R$ 1, ou meu ingresso de futebol de R$ 1. Mas ninguém nasce sabendo, já dizia o ditado. Então para ser “especialista” em alguma coisa é necessário esforço e dedicação. Isso dá trabalho e acaba significando que, com o devido estudo vamos precisar começar a pensar por nós mesmos. E é muito melhor deixar alguém pensar por nós, não é mesmo?