The Gloves Are Off: White House Says ‘Let’s Not Pretend Fox Is a News Network The Way CNN Is’
via @giannetti.
Procure, encontre ou
feche.
via @giannetti.
This was to be the latest in my series of travels for my book-in-progress about entrepreneurship in emerging markets. Brazil was the one place that no one in the Valley was pushing me to visit. In fact, it was the one place my husband had asked me not to visit, having heard many reports of kidnapping and violence. But I was resolutely convinced there was a world of exciting companies and stories and had been looking forward to the trip for months. In fact, I’d spent about four months studying Portuguese and planning the trip.
I’m not on getting on that plane today though. Entrepreneurs who’d hoped to be written up on TechCrunch: Blame your government.
Oh não! Um país me exige visto de turista? E eu não consigo tirar em 1 semana? Mimimimi. Eu sou uma importante mulher de negócios e não aceitarei este tratamento. Vou blogar sobre isso, agora eles vão ver só.
Os comentários também são imperdíveis. O post está tão agitado que só consegui acessar via cache do Google.
Uma das minhas expressões favoritas nos últimos tempos é “a história acontecendo diante dos meus olhos”, mas normalmente eu a uso para me referir ao mercado brasileiro de “nova mídia”. Mas fiquei com a impressão de que essa melada geral nas negociações sobre o comércio mundial que aconteceu ontem vai ser estudada pela Clara e os filhos dela naquela lista de seqüencia de fatos aparentemente simples que levaram a um grande merdelê mundial. Espero, claro, que eu esteja mais uma vez sendo paranóico como em outras vezes.
Semana passada estava conversando com o pessoal no Twitter sobre o marketing da Red Bull, que vende bilhões com um produto de fórmula aberta que tantas outras empresas (incluindo a Coca Cola) copiam. Red Bull é puro marketing.
Mas há um marketing de bebida ainda mais impressionante: o de água. O NYTimes resenhou o livro “Bottlemania: How Water Went on Sale and Why We Bought It”, de Elizabeth Royte que tenta entender como americanos pagam por mais de 1 bilhão de garrafas d’água por semana quando poderiam simplesmente pegar a água de suas torneiras. (e muitas águas nem podem ser chamadas de “água mineral”, como é o caso dos produtos vendidos pela Coca Cola e Pepsi, que são apenas água filtrada e engarrafada)
Isso, para o bem ou para o mal, é o poder do marketing.
PS: Isso deveria ser discussão para outro texto, mas nas grandes capitais brasileiras a água da torneira também é potável, já que no máximo filtramos a água (retirando, portanto, só a sujeira) e não fervemos (matando os microorganismos). Mas adoramos contar como em nossa viagem a Orlando com a família bebemos água direto da torneira.
E cai mais um político eleito com uma plataforma baseada na “moral e na família” envolvido em putaria. Um dias os humanos aprendem.
The differences between hillaryclinton.com and barackobama.com can be summed up this way: Barack Obama is a Mac, and Hillary Clinton is a PC.
That is, Mr. Obama’s site is more harmonious, with plenty of white space and a soft blue palette. Its task bar is reminiscent of the one used at Apple’s iTunes site. It signals in myriad ways that it was designed with a younger, more tech-savvy audience in mind — using branding techniques similar to the ones that have made the iPod so popular.
Ontem Hillary venceu as primárias em estados importantes como Nova Iorque, Nova Jérsei e Califórnia. Obama levou em vários estadozinhos. A Sra. Clinton, no momento, tem a maioria dos democratas mas quando cada um é confrontado, em pesquisas, aos principais candidatos republicanos Barack Obama é o único capaz de vencê-los, por conta dos votos daqueles que não são nem republicanos nem democratas.
Quem vê um prédio do alto para reparar em seu formato “esquisito”? Até a invenção do Google Maps, ninguém. Depois da popularização do site: quase todo mundo.
O que vai levar a Marinha americana a gastar US$ 600,000 para remodelar um dos seus prédios na California depois de reclamações da população. Os fanáticos pelo serviço do Google já encontraram várias formas de propaganda que só podem ser vistas do céu, mas nunca nada tão negativo assim.
Clique na foto para conferir o feito de engenharia direto no Google Maps.
A idéia aqui não é rir da cara dos americanos. É ficar de olho porque vagarosamente estamos indo na mesma direção.
The rise of Idiot America is essentially a war on expertise. It’s not so much antimodernism or the distrust of intellectual elites that Richard Hofstadter deftly teased out of the national DNA forty years ago. Both of those things are part of it. However, the rise of Idiot America today represents—for profit mainly, but also, and more cynically, for political advantage and in the pursuit of power—the breakdown of a consensus that the pursuit of knowledge is a good. It also represents the ascendancy of the notion that the people whom we should trust the least are the people who best know what they’re talking about. In the new media age, everybody is a historian, or a preacher, or a scientist, or a sage. And if everyone is an expert, then nobody is, and the worst thing you can be in a society where everybody is an expert is, well, an actual expert.
No nosso país vale mais ser jogador de futebol, artista de TV ou músico, nessa ordem. Em último lugar vale ser alguma coisa que possa ser chamada de “intelectual”. Porque você é um bom jogador, artista ou músico porque nasceu assim. Então se você não é uma dessas pessoas não há mais nada que você possa fazer, a vida foi injusta e ponto. Passa logo meu almoço de R$ 1, ou meu ingresso de futebol de R$ 1. Mas ninguém nasce sabendo, já dizia o ditado. Então para ser “especialista” em alguma coisa é necessário esforço e dedicação. Isso dá trabalho e acaba significando que, com o devido estudo vamos precisar começar a pensar por nós mesmos. E é muito melhor deixar alguém pensar por nós, não é mesmo?
Semana no fast-forward… só passei aqui pra dizer que a Exxon teve lucros recorde no trimestre, com os lucros subindo 75% no período: US$ 9.92 bilhões, o maior já atingido por uma empresa americana em 4 meses em todos os tempos, passando a ser a primeira empresa ever a vender mais de US$ 100 bilhões em um trimestre.
Essa notícia vai animar ainda mais meu bordão proferido sempre que o calor aumenta ou o temporal despenca: Queima combustível fóssil, queima!!! (vi aqui, que foi citado aqui)
Continuando nossa profunda cobertura do véio maluco que sugeriu matar Hugo Chavez em cadeia nacional… Hoje ele emitiu uma nota à imprensa dizendo que não é bem assim e que está arrependido. Mas agradece toda a publicidade conseguida, claro.
“I didn’t say ‘assassination.’ I said our special forces should ‘take him out.’ And ‘take him out’ can be a number of things, including kidnapping; there are a number of ways to take out a dictator from power besides killing him. I was misinterpreted by the AP [Associated Press], but that happens all the time,” Robertson said on “The 700 Club.”
Que figuraça.
Desculpa, mas eu não resisto. Eu tento não rir desse pessoal mas aí o Tio Televangelista me sai com essa…
Evangelist Robertson Says U.S. Should Kill ChavezTelevision evangelist Pat Robertson told viewers of “The 700 Club” program that the U.S. should kill Venezuelan President Hugo Chavez to stop the Latin American country becoming a “launching pad” for extremism.
(…)
“We have the ability to take him out, and I think the time has come that we exercise that ability,” Robertson said. “We don’t need another $200 billion war to get rid of one strong-arm dictator. It’s a whole lot easier to have some of the covert operatives do the job and then get it over with.”
Não que eu goste do Chavez, claro… [ mais no GoogleNews que, como tudo no Google, diz que é beta ]
Atualização: o vídeo do véio.
Eu acho que a classe mais radical-conservadora-de-direita que existe depois das carolas de igreja é a dos taxistas. Uma vez por mês topo com um taxista que elogia alguma coisa da época da ditatura como se fosse a coisa mais certa do mundo. Sobre as CPIs atuais, por exemplo: “Os militares é que estavam certo, fecharam a porra do Congresso.”
Semana passada um deles, figura simpática, me contou a história de uma menina em Curitiba que foi abordada por assaltantes que acharam ela gostosinha e resolveram aumentar o delito para estupro. Eu que não tenho sangue de barata gelei da cabeça aos pés. “Aí o cara vai preso e uns dias depois tá solto. Se quem prende ele encosta na parede e dá três tiros acabou, nunca mais vai estuprar ninguém.” (ele pronunciava estupro e estuprar corretamente, é bom notar) (Continua…)
Caso complicado para o governo Bush: o que fazer com um terrorista que joga no time anti-Fidel, com direito a salário da CIA na década de 60 e tudo?