É engraçado porque é verdade: o cérebro feminino e o masculino
Via Thudér.
Procure, encontre ou
feche.
( ) Rever a família
( ) Sair com os amigos
( ) A bela paisagem
(x) Respirar o ar salgado e úmido para ver se o pulmão dá uma limpada do seco e sujo ar de São Paulo.

Toda vez que o backup to iTunes demora 1 milhão de anos (e 10Gb) pra completar essa música começa a tocar na minha cabeça. Vida de babaca é atribulada.
Vamos que vamos, primeiro dia útil do ano pra mim. Sem listas a cumprir mas com um tanto de disposição. (não tanto assim porque ainda nem tomei café)
Quando comuniquei que ia sair da colmeia combinei que meu último ato de governo seria viajar para Presidente Prudente para ajudar na gravação do minidoc do Brasileirão Petrobras sobre o Grêmio Prudente. Por conta da escala de gravações nessa semana foi preciso fazer um time paralelo: enquanto a gente foi para o interior a outra equipe já foi para o Rio adiantar a produção do vídeo do Vasco.
O Grêmio Prudente sempre foi um grande ponto de interrogação no projeto. Um time novo, numa cidade pequena, zoado pela imprensa e, ainda por cima, em último lugar no campeonato. O medo era chegar lá e simplesmente não ter nada legal para filmar.
Chegando lá ficamos aliviados em ver que a torcida local abraçou totalmente a chegada do time, considerando a mudança de Barueri para Prudente um presente que não pode ser desprezado. Claro que sempre fica aquela desconfiança, estão certos em desconfiar, mas encontramos uma cidade feliz com o novo time. Uma molecada empolgada em poder começar a escrever a história de um time (e da torcida) do zero.
A viagem acabou sendo uma ótima maneira de me despedir da colmeia, de sentir na estrada a energia que é trabalhar com esse pessoal. Energia, aliás, que obviamente contribuiu para o time local vencer o jogo depois de sete partidas sem vitória. Agora como creative technologist da JWT desde o início do mês a pegada é outra (dá pra fazer umas 20 metáforas futebolísticas) mas com certeza vou continuar de olho no projeto que ajudei a levantar e na empresa que continuo admirando e respeitando. Bola pra frente! (rá! não falei?)
PS: Tem easter egg no vídeo: eu apareço em algum ponto.
… não está de todo errado. Segundo a cartinha que eu recebi o jornal Meia Hora vai me mandar um marmitex phyno todo dia nesta semana. Estou causando a inveja da turma da marmita aqui no mesão da produtora.


Adoro piadas óbvias. Só não sei se eu sou o target do jornal.
Se você é uma das milhaaaaaaaares de pessoas que me pergunta no que eu ando trabalhando (OK, só minha mãe pergunta), uma das coisas é isso aqui:
O Palpita Brasil é o canal do YouTube para o Mundial 2010 de Futebol e eu sou produtor executivo no projeto que envolve o Google, a ESPN, a Rede, agência do Google, e a colmeia, produtora onde eu trabalho. O conteúdo em vídeo é produzido pela ESPN e ancorado pelo Luiz Hygino, o cara com o fundo de perfil mais incrível do Twitter. Nós da colmeia ajudamos na gestão do conteúdo e cuidando do chão de fábrica das redes sociais: rodar o Twitter, perfil e comunidade do canal no orkut, além de cuidar da aprovação dos vídeos enviados pelos usuários, incluindo os do concurso do hino da torcida.
O trabalho é de formiguinha mas já está dando frutos. Até 11 de julho muita bola ainda vai rolar. Haaaaaaja coração. (não, peraí, isso é o bordão do cara de um outro canal aí)
Será possível fazer o tal do branded content sem ficar chato e chapa-branca? Numa pegada cientista-maluco-de-filme coloquei o meu e da minha família no tubo de ensaio e comecei esta semana, numa empreitada da Pólvora e Salem o blog Dias de Livina, para divulgar o novo carro da Nissan. (peraí, lembrei agora que nos filmes o cientista sempre se dá mal, nunca tem um filme “Agora, assistente, vamos testar este soro para a cura do câncer. Hmmm, funcionou! THE END”)
A idéia não é ficar blogando sobre como o carro é lindo, confortável, maravilhoso, cherôso, tchop-tchuras e tal. Você não ia ficar mais de um minuto lá se fosse assim. É fazer o que eu e Anna provavelmente já íamos fazer nos nossos blogs: contar como está sendo essa história de mudar de cidade, achar apartamento, conhecer os bairros, pesquisar escolas… Dar nosso ponto-de-vista pessoal deste momento “num oferecimento Livina”, usando o carro que a Nissan deixou na nossa mão.
O projeto está programado para durar 3 meses, deve contar com uns vídeos feitos com minha camerazinha portátil (nenhuma participação do enxame, a culpa da qualidade dos vídeos é toda minha) e, espero, bastante interação com os leitores já que precisamos dela para ajudar a se achar em São Paulo.
Fazer esse blog vai ser uma baita responsabilidade e sei que muita gente vai estar de olho para jogar suas pedronas de críticas. Como sou o cara que adooooora dizer como se deve fazer conteúdo em “mídias sociais” já espero vários dedos apontados para o lado de cá. Pelo menos eu tenho a ajuda da equipe da Pólvora para carregar os pianos do site, ajudar a subir vídeos, revisar textos, aprovar comentário e negociar com o cliente. Fiquei bem feliz de ter sido o único nome proposto para o projeto.
Espero que o projeto agrade a todo mundo, do leitor ao cliente. Estou botando minha família na linha de tiro. Para fechar o anúncio aqui (imitando apresentador de programa de TV) você fica agora com o primeiro vídeo-log do Dias de Livina. Quando der passa lá.
Eu não quero entregar ninguém, fazer intriga ou apontar dedos… mas outro dia estava vasculhando a coleção de DiVX de um grande amigo meu que hoje estuda em Londres e encontrei o filme dO Segredo lá no meio de um disco cheio de outras tranqueiras. Como eu adoro sacanear esse livro de pseudo-ciência fui dar uma conferida. Não vi lá muita coisa (por conta da minha atenção parcial constante, como diria o Luli) mas já posso dizer que o filme marcou a minha vida, mas não dessa maneira que você deve estar pensando.
Já falei outra vez aqui que o mundo mudou e nossa “profissão”, nosso rótulo, não é mais aquilo que está escrito no diploma mas sim o que sabemos e fazemos, que é uma grande mistura do aprendido na escola e o aprendido na vida. E lá estava, naquele filme-de-auto-ajuda a minha profissão dos sonhos. Meu ideal. Meu modelo.
Visionário. Rev. Dr. Michael Beckwith D.D. (quanto prefixo e sufixo, uau!). Profissão: visionário. Porque nada define mais uma pessoa do que a linha que colocam abaixo do nosso nome nos geradores de caractere. Eu não sei quanto a você, mas quando eu canso de ensaiar meu discurso imaginário da entrega do Oscar eu penso em miudezas como essas, o que colocar abaixo do meu nome na minha imaginária entrevista no Jornal Nacional.
Como o cargo de visionário já foi usado pelo reverendo vou, para não saturar o mercado de visionários, escolher outra: Apaixonado por Mídias Sociais. Não dá para, sinceramente, ninguém se considerar especialista em mídias sociais, já que “mídia social” é uma coisa que existe não tem nem 5 anos. Afinal de contas todo mundo hoje em dia é Especialista em Mídias Sociais.
Eu amo o novo mundo das mídias sociais, seja lá o que isso for. E é por isso mesmo que me apaixonei, porque ninguém sabe o que é mídia social. Primeiro as coisas acontecem e depois a gente tenta dar rótulos como web 2.0 ou mídia social e não o inverso.
Essa história de mídia social é uma revolução. Não é a primeira, não é a última, não é a maior, não é a mais importante, nem a menos… Mas aqui estou no meio do campo de batalha adorando ver como as coisas evoluem e, quando me dão a chance, dando lá meus palpites e ajudando a apontar a direção pra onde a coisa caminha.
Então se tiver alguém do Jornal Nacional por aí lendo este blog já sabe o que colocar na legenda:
Cristiano Dias
Apaixonado por Mídias Sociais
E quem diria que depois de oito anos de carreira este blog abriria o ano com um texto de auto-ajuda, hein?
É que quando eu era um adolescente-padrão ficava, junto com os amigos, bolando maneiras incríveis de mudar o mundo. Alguns anos depois via que alguém tinha feito alguma coisa parecida com aquela idéia e contava para o Alexandre, parceiro na maioria delas. (ou simplesmente autor único, confesso) Ele suspirava e dizia, naquele pessimismo marca registrada dele: “é, os caras foram lá e fizeram, já eu…”. Essas idéias tinham duas diferenças básicas com as nossas: eram normalmente piores e… reais. E é claro que este segundo ponto faz o primeiro ser mero detalhe.
De lá pra cá vi muita coisa, fiz muita coisa e não fiz mais coisas ainda. E aprendi uma coisa chave: uma idéia não vale nada se não for executada. (ou simplesmente “idéia é mato“, como diria o pessoal da colmeia) Esse papo todo deveria parecer óbvio mas se a gente parar para pensar não só nas idéias que nós mesmos guardamos sem nunca fazer como nas pessoas que chegam com o papo de “eu tenho uma idéia aqui que vale muito”, querendo jogar a execução para você, vai se convencer de que essa é a regra e não a exceção. Algumas, inclusive, mandando você assinar um contrato de confidencialidade com uma multa gigantesca caso você conte para alguém aquela idéia jênia. Ou gente dizendo que você está velho demais… ou não tem experiência suficiente nem mesmo para tentar…
Por conta disso tudo parei para por em prática uma idéia que prometi fazer desde o ano passado ( ahn? ahn? pisc, pisc ) e sempre enrolava: legendar e publicar um episódio do The Show, do ZeFrank, onde ele fala um pouco sobre isso, sobre ir lá e fazer em vez de ficar sonhando em como essa sua idéia é maravilhosa, se pelo menos você tivesse o tempo, dinheiro, amigos… para fazer.
Eu vi esse vídeo pela primeira vez na palestra do Russel Davies no NBC08 e a frase que ficou martelando na minha cuca foi (para aqueles sem saco de ver os 2 minutos e meio de vídeo) Quem faz uma coisa ruim 3 vezes tem 3 vezes mais experiência do que o cara que ficou só imaginando o quanto sua idéia é maravilhosa.
Esse pensamento teve que ser chave para mim em 2008 onde eu, basicamente, reinventei minha carreira profissional e ao fazer isso levei pedrada de alguns lados (e elogios também, ufa). Porque existem dois tipos de críticos: os que fazem e os que não fazem.
Então não sei quanto a você, mas em 2009 pretendo fazer muito, errar algumas vezes, aprender bastante (com a ajuda de verdadeiros mestres no assunto) e, se tudo der certo, conseguir uns acertos bem legais.
PS: E, sim, ao editar este vídeo aprendi um pouco sobre como legendar usando Final Cut.
Segundo os psicólogos, esse tipo de filme, com argumentos muito pouco plausíveis e finais felizes altamente improváveis, transmite uma falsa sensação de “relações perfeitas” e expectativas nada realistas.
Ou como disse o Inagaki, que mandou o link…

Alexandre é casado com Mônica e foi estudar no exterior, enquanto ela continua em São Paulo. Cristiano é casado com Anna e foi trabalhar em São Paulo enquanto ela fica no Rio. Juntos eles formam uma turminha do barulho que apronta altas confusões em… A família mais nerd do mundo!
Ou: o que diabos estou fazendo em São Paulo?
Chega de enrolar! Hora de dar uma satisfação aos milhaaaaaares de leitores deste blog que não estão nem aí com minha vida pessoal e profissional e só querem saber de baixar jogos grátis, ligar para os parentes sem pagar ou saber seu signo. Afinal de contas, por que eu quase não blogo mais? Por que estou em São Paulo toda semana? No que estou trabalhando? O que é a estátua de quatro dedos e, claro, por que diabos os irmãos Petrelli são uns imbecis completos? Estas e outras respostas, exceto para as duas últimas perguntas, a seguir. (Continua…)
Depois de vários meses de uma gravidez complicada nasceu e passa bem a primeira filha do meu irmão, Maria Luíza de Menezes Dias. Se no nascimento da Clara eu já agradeci aos médicos por seus verdadeiros milagres imagina nesse caso onde o obstetra original chegou a dizer “desistam dessa gravidez” (uma pessoa de muito tato, como você leitor pode ver, não?)
A Malu (ou Lulu, como já tem gente chamando) é mais uma criança de sorte por ter pais sensacionais que vão dar todo o carinho e apoio a ela sem serem esses bobões que deixam os filhos dominarem a família. Enquanto isso os avós e tios cuidarão de estragá-la.
É como eu falei para o Sandro ontem “agora que a tensão do parto passou só faltam uns 50 anos de tensão cuidando dela para sempre”.
PS: A Malu não é, tecnicamente “minha primeira sobrinha” já que a Anna já tem sobrinhos e até sobrinho-netos. Ou não, de repente algum estudioso de nossa língua vai dizer que sobrinho é só filho de irmão e não filho de cunhado. (já que o dito popular avisa: cunhado não é parente!)
Atenção fã-clubes de todo o país, aqui vai a agenda do megapopstar eu no mês de maio. Aguardo suas caravanas:
Fiquei sinceramente muito feliz de ter sido convidado para estes eventos que são uma das partes mais divertidas de manter este blog por todos estes anos. Como eu sempre digo o mais importante destes eventos (mesmo que eu vá só como espectador) é o encontro com as pessoas e a troca de idéias. Se você for em algum destes eventos por favor puxe papo, este é objetivo. Só não vale jogar calcinha no palco.