Você sabe que virou um velho quando…
De volta para o futuro está passando no Telecine Cult. Já não fazem mais 1985 como antigamente…
Procure, encontre ou
feche.
De volta para o futuro está passando no Telecine Cult. Já não fazem mais 1985 como antigamente…
Sim, já começou a pré-venda da terceira temporada de Lost. Sim, eu sei que essa foi a temporada mais caída das três, mas eu não vou deixar de fazer uma mega-recapitulada das 3 temporadas lá por Janeiro. E você?
Pacote disponível também com uma camiseta legal ou um chaveirinho safado (porém mais barato).
Como bom nerd-cobra-criada eu me divirto vendo séries e filmes que usam e abusam da tecnologia. Em 24 horas, por exemplo, acho hilário como eles quebram a criptografia de mensagens cifradas em questões de minutos (dentro de um mesmo episódio), mas não podem localizar uma pessoa pelo celular, tudo em nome da história. Mas como as séries filmes não são sobre tecnologia, a coisa fica só na curiosidade. Mas como viciadamente acompanho séries como House me pego imaginando se médicos de verdade assistem séries médicas o episódio tentando resolver os quebra-cabeças clínicos, principalmente em House onde todo episódio é a-doença-incrível da semana.
– Lupus? Mas toda semana vocês acham que é Lupus! Ou então sarcoidose… Vamos lá, House, você consegue!
E será que os médicos ficam de cabelo em pé com os procedimentos médicos de House, E.R., Grey’s Anatomy, etc.? É claro que sim. Tudo está explicadinho no site Medical Reviews of House. Ou pelo menos eu acho que está, porque continuo não entendendo nada.
Essa eu vi no Blog do Claudio.
Acabei de ver, totalmente sem querer, um dos melhores episódios de Mad About You evar. Filmado em 1 take, passado todo na frente de uma porta com direito a cachorro treinado e tudo. Ainda por cima perfeito para o momento em que estamos vivendo. Palmas, palmas.
Segundo o pessoal do site SciFi.com o martelo foi batido e o mistério revelado: a série Lost vai até a metade de 2010.
O detalhe é que em vez de 24 episódios por temporada (portanto um total de 72 episódios) teremos temporadas de 16 episódios no mesmo formato atual onde toda semana traz um episódio inédito (sem repetecos no meio), totalizando 48 episódios.
Dizem os especialistas que essa divisão nasceu na mesa de negociação: os produtores só queriam mais duas temporadas (sempre declararam que viam a série durando 5 anos) e a ABC queria três. Matemática ao resgate, três temporadas de 16 episódios.
Com um fim certo, estabelecido e ao alcance os escritores deverão ter mais tranqüilidade para desenvolver os temas e mistérios. O problema vai ser essa quebra em mais 3 “grandes finais” em vez de dois, mas isso não deve ser nada impossível de resolver. A terceira temporada deu uma bela esquentada nos últimos episódios e esta semana teremos episódio com flashback do Ben. Promete! [valeu Caparica!]
– Você é feliz Nathan?
– Não exatamente. Acho que tenho alguns assuntos me atormentando.
– Oh não! Sinto muito por ouvir isso
– Eu acho que chega a hora em que o homem precisa se perguntar se ele quer uma vida de felicidade ou uma vida com significado.
– Eu quero ter os dois.
– Impossível. São caminhos muito distintos. Para ser feliz, o homem precisa viver completamente no presente. Nenhum pensamento no que aconteceu e nem no que vai acontecer. Mas, para ter uma vida com significado o homem precisa apodrecer no passado e ser obcecado pelo futuro.
Mr. Linderman e Nathan Petrelli, tradução 9th Wonders
Alguém sabe o que o Rodrigo Santoro foi fazer em Lost? Ele deve estar com uma média de 1 fala a cada 5 episódios. (insira piada sobre ele em As Panteras Detonando aqui) Coisa mais importante que seu personagem faz na série: ir ao banheiro.
O episódio da última semana - Enter 77 - rolou o famoso “eu já sabia”. Lá pelo meio do episódio cantei a pedra: “Esse lugar que eles acharam não dura até o fim do episódio, porque se durar vai ser uma fonte enorme de informações para todo mundo.” Séries modernas andam para frente, mas Lost é o siri da TV. Locke e Sayid, personagens chave na primeira temporada, estão virando uns belos bundões.
Enquanto isso Heroes continua com surpresas legais e um cliffhanger por episódio. Nos resta esperar o fim de abril, quando a série volta com os 5 episódios finais.
Eu sempre fui defensor das legendas amadoras para séries de TV. São arquivinhos texto colocados juntos dos vídeos baixados “por aí” que nos permitem ver nossas séries favoritas 1 dia depois de passar nos EUA. Quando começamos a ver a excelente série House era assim que funcionava, na base do “amadorismo”. Mas, como eu costumo dizer de vez em quando, amador é só aquele que não ganha pelo que faz, bom ou ruim. Já peguei legendas muito muito ruins, que confundiam iced tea com ice cream. Muitas vezes pelo simples fato de que o texto tem que ser tirado de ouvido. Outras porque o tradutor era esforçado mas realmente não sacou as expressões idiomáticas. Só que no caso de House a legenda “pirata” trazia orgulhosamente os créditos “revisada por Fulano, residente de medicina da USP”. As legendas são amadoras mas são feitas por pessoas que amam aquilo que estão traduzindo e que, ainda por cima, não precisam se preocupar com prazos, produtividade e pressões do cliente.
O tempo passou e lá pelo quinto episódio migramos para o DVD. Aquela coisa oficial, bonita, que oferece a você um produto de qualidade, não uma coisa amadora. Seria o caso se a legenda não fosse uma das piores já encontradas por aí.
Com o episódio desta semana mais dois mistérios incríveis em Lost:
1) Como é que o amigo do Mohinder conhece o Desmond? (pô, será que só tem dois atores de sangue indiano em Hollywood? Ou melhor, três…)
2) A Claire nada todas as manhãs de uniforme completo?
Perguntas sem respostas… perguntas sem respostas…
Simple Plan tocando no Big Bróder Brasiu. Bem legal para uma banda que se diz de punk-rock.
Mas podia ser pior. Podia ser o Charlie Brown Jr. tocando em um comercial da Coca-Cola. Ops…
Ontem o Fantástico mostrou uma intimista cof cof entrevista com Rodrigo Santoro. Na hora de falar que ele está no elenco fixo de Lost colocaram, é claro, cenas suas no ar. O problema é que qualquer um que já viu Lost adiantado da TV brasileira (eufemismo de baixar em redes p2p) notou que aquelas cenas eram do tipo chamado ilegal em tantas propagandas por aí. É, aquelas que dizem que se você baixar filmes ou séries da internet seu filho vai com certeza virar um delinqüente. E a culpa vai ser toda sua.
As cenas de Santoro tinham o logotipo “ABC HDtv” no canto, aqueles quadrados pixelados da compressão de vídeo e até mesmos as legendinhas amadoras feitas pelos fãs. E as criancinhas? Pensem nas criancinhas!
Essa semana tive que dar pela metade a dica de um site para pelo menos umas três pessoas: O CAT mostra o calendário do mês indicando quais séries terão episódios em quais dias. Com uma interface Ajax você ainda pode limpar o visual deixando as séries que realmente acompanha.

E para quem eu dei a meia-dica uma correção importante: essa semana teve Hiro’s! Foi o último do ano, a série só volta 22 de janeiro. *chuinf*
Preacher — uma das revistas em quadrinho mais batutas que já li — vai virar série da HBO, o canal das melhores séries. Quando li a revista imaginei mesmo que os arcos de história cairiam bem em temporadas de TV.
A série conta a história do pastor Jesse Custer que logo nos primeiros quadros ganha o divino poder (no sentido de divindade e não no sentido di-vi-no meu amorrr) da “Palavra de Deus”: as pessoas obedecem tudo o que ele diz. Com esse poder Jesse sai pelos EUA tentando consertar sua vida e entender como pode Deus ser tão bom e o mundo ter tantas coisas ruins. A resposta para essa pergunta, revelada no capítulo final, foi uma das sacadas mais sacanas da teologia de botequim mundial.