As a customer, I’ve never been quite able to decide which side I’m on. The truth is that I like both colas and often go through periods of drinking one exclusively while imagining that I like it better only to try the other and realize that I’ve been missing out. In fact, I like Fentimans Curiosity Cola better than either Coke or Pepsi, but I digress. The beauty of being a consumer is that I can enjoy both major brands and don’t really have to conform to the theoretical ideas of brand loyalty discussed in marketing boardrooms.
However, ever since I took an interest in design, I’ve observed this rivalry from a new point of view: I constantly compare the design styles of Coca-Cola’s marketing to that of Pepsi. Unlike with taste, in this game I always see a clear winner. Before we see which it is, let’s take a look at each brand individually, starting with Pepsi.
Até quanto nossa sociedade vai ignorar estas pobres mulheres que não conseguem nem mesmo beber água direto da garrafa. Será que os serviços de banco de imagens vão precisar continuar levantando esta bandeira sozinhos ou vamos deixar nossos sofás e fazer alguma coisa?
A central de comercialização da Rede Globo encaminhou, através de suas afiliadas, uma comunicação para o mercado publicitário que talvez tenha sido a mais equivocada de todos os tempos.
Por decisão da Rede Globo, os comerciais não podem mais inserir o nome das redes sociais em seus comerciais. E se isso for utilizado, será cobrado MULTIPLICIDADE.
Já passamos por isso aqui na agência. Não dá para botar um filme na Globo com algo tipo “acesse facebook.com/nomedocliente“, você tem que levar para www.nomedoclientenofacebook.com.br e de lá redirecionar (nem que seja automaticamente). O raciocínio é que você está fazendo propaganda do seu produto e do Facebook. É como se, num filme de sabonete, o ator chegasse dirigindo uma Ferrari. Você está vendendo sabonete e Ferrari, né?
Só uma emissora de TV faz isso no mundo inteiro. A Globo.
… não está de todo errado. Segundo a cartinha que eu recebi o jornal Meia Hora vai me mandar um marmitex phyno todo dia nesta semana. Estou causando a inveja da turma da marmita aqui no mesão da produtora.
Adoro piadas óbvias. Só não sei se eu sou o target do jornal.
Se estivéssemos olhando uma série histórica de dados mostrando o barateamento dos meios de produção de cerveja a preços tão ridículos a ponto de tornar possível a sua democratização, estaríamos discutindo a “cerveja social”. Ou se houvesse indícios de que uma turbina eólica de geração de energia elétrica, que hoje custa U$ 10 mil, custará U$ 0,10 daqui a 20 anos, poderíamos começar a divagar sobre o mundo da “energia social”. Será que a Shell, General Eletric ou Furnas estariam preocupadas com isso? Ou elas estariam pensando: “desde que o mundo é mundo, eles compram energia da gente. Não é agora, que podem produzir a sua própria energia, que vão deixar de comprar”.
Se você é uma das milhaaaaaaaares de pessoas que me pergunta no que eu ando trabalhando (OK, só minha mãe pergunta), uma das coisas é isso aqui:
O Palpita Brasil é o canal do YouTube para o Mundial 2010 de Futebol e eu sou produtor executivo no projeto que envolve o Google, a ESPN, a Rede, agência do Google, e a colmeia, produtora onde eu trabalho. O conteúdo em vídeo é produzido pela ESPN e ancorado pelo Luiz Hygino, o cara com o fundo de perfil mais incrível do Twitter. Nós da colmeia ajudamos na gestão do conteúdo e cuidando do chão de fábrica das redes sociais: rodar o Twitter, perfil e comunidade do canal no orkut, além de cuidar da aprovação dos vídeos enviados pelos usuários, incluindo os do concurso do hino da torcida.
O trabalho é de formiguinha mas já está dando frutos. Até 11 de julho muita bola ainda vai rolar. Haaaaaaja coração. (não, peraí, isso é o bordão do cara de um outro canal aí)