O livro eletrônico é a salvação da lavoura para os autores de contos? #submarinodigitalclub

Aqui entre nós quem tem tudo para sair ganhando com o livro eletrônico é o fã (e, portanto, o autor) de textos curtos, contos, crônicas, aquelas coisas que você consome de maneira mais leve e sem grandes compromissos. Na era das heptologias gigantescas tem horas que o que a gente quer é só uma rapidinha. O que vem aí nos próximos anos do mercado editorial eletrônico é o tema do terceiro texto da minha série como embaixador do Submarino Digital Club.

(Continua…)

27 Feb 2012, 6 comentários.
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8 dicas para ler mais livros este ano #submarinodigitalclub

Está nas resoluções de ano novo de muita gente, especialmente de quem lê este blog: ler mais livros. Em janeiro (especialmente se estivermos de férias) emendamos um no outro e a coisa vai bem. Só que quando chega no fim do ano você se toca de que leu muito menos livros do que gostaria.

Continuando minha saga de embaixador do Submarino Digital Club sei muito bem que o que o pessoal que passa a usar um serviço de livros digitais quer é ler mais, fim de papo.

A cada ano venho lendo mais e mais livros, por isso seguem algumas dicas para aumentar sua produtividade leiturística. Nem todas, obviamente, podem se aplicar a você. Use a seu critério e modifique como quiser.

1. Entenda os princípios da leitura dinâmica. Você não precisa necessariamente dominar todas as técnicas de leitura rápida para ler mais. Entender os princípios básicos já ajudam. O principal fator de uma leitura lenta é a vocalização do que se lê, uma tendência que pegamos lá atrás quando aprendemos a ler o famoso be-a-bá. Você lê a palavra e a repete mentalmente, como se estivesse lendo para você mesmo. Só que o olho é muito mais rápido do que a “boca” (mesmo que uma boca mental) e conseguir desligar esse vocalizador — que muitas vezes nem nos damos conta que estamos usando — acelera bem a leitura. A leitura dinâmica completa objetiva desligar completamente esse processo, mas se você tentar ler simplesmente sem repetir mentalmente cada palavra já vai conseguir ler mais em menos tempo. Se, depois, você gostar do resultado pode procurar livros e aplicativos que ajudem a avançar o tema.

2. Conforme-se com o fato de que você não vai lembrar cada detalhe do livro. Para todos nós que não temos memória fotográfica a tendência pode ser de ficar prestando atenção a cada palavra, a cada descrição e cada nome de um livro, romance ou não-ficção. Desencane. Uma hora depois você só vai lembrar dos pontos mais gerais da história e uma ou outra coisa que lhe cativou especificamente. Por isso não há nada demais em ter velocidades diferentes de leitura de acordo com o trecho. “chato… chato… chato… opa! legal isso”. Seu cérebro naturalmente vai se interessar mais ou menos por algumas partes do livro. Muita gente vai me odiar por essa dica, ela é bem cruel com os autores, que se preocuparam tanto com a descrição de cenários incríveis mas nem sempre nosso cérebro está na “sintonia” correta para formar as imagens mentais. Não é para você pular algumas partes, mas dar uma pequena acelerada.

3. Não gostou do livro? Desista e parta para a próxima. Eu tenho como princípio nunca sair no meio de um filme. Mas um filme é um compromisso de 2 a 3 horas, um livro pode demorar dias ou semanas para ler até o fim. No caso de livros do Stephen King ou do George R. R. Martin então… Por isso se o livro não lhe cativar no primeiro capítulo desista e parta para outra. Seu tempo vale mais que isso. Ano passado minha lista de leitura poderia ter sido muito maior se eu não tivesse gasto semaaaanas lendo uma boa parte do livro A Dança da Morte até decidir que o Stephen King estava completamente perdido na história. Vou ver a minissérie feita para a TV para saber como termina a história e pronto. Não deu.

4. Leia em qualquer lugar! É aí onde os livros eletrônicos brilham muito. Você não precisa de uma “hora da leitura”, apesar de esta também ser uma boa dica. Leve dezenas de livros no seu bolso para serem lidos eletrônicamente em qualquer lugar. Antes de uma reunião, na sala de espera do médico, no metrô… Leve sempre seus livros com você. Você pode até achar o papel um meio físico melhor (eu também acho) mas é melhor ler um livro digital naquele momento em que sua esposa está comprando um sapato do que não ler livro nenhum. O que nos leva à próxima dica…

5. Use o micro-tédio a seu favor. De novo o raciocínio do “é melhor que nada”. Sim, o ideal era sentar em um lugar calmo, confortável e ler váááááárias páginas de uma só vez. Mas, vamos reconhecer, quem consegue isso hoje em dia? Então é melhor ler pelo menos um parágrafo naquele momento de espera e micro-tédio. Nas férias da Disney eu cheguei a ler nas intermináveis filas dos brinquedos, feliz da vida. Sem o livro eletrônico seria muito mais complicado ficar levando um bloco de papel na já lotada mochila.

6. Não leia na cama. Esta dica eu li num post falando sobre como pegar no sono mais rápido. Você precisa ensinar ao seu corpo de que a cama é para dormir e… né? Aplicado à leitura o problema é que ao deitar para ler um livro você está dizendo ao seu corpo “hora de dormir” e não vai conseguir avançar muitas páginas. Por mais confortável que seja o ideal é procurar outro canto. Assim você não atrapalha nem a leitura nem o sono. A menos, claro, que você queira usar a leitura noturna como uma descompressão, um relaxamento antes de dormir. Só não espere ler dezenas de livros assim. ;-)

7. Leia mais de um livro ao mesmo tempo. Não, não estou falando para abrir dois livros e sair lendo! Eu sempre estou lendo dois livros ao mesmo tempo: um romance e um não-ficção. Assim, dependendo do meu estado de espírito, eu escolho um ou outro para ler. Eu prefiro não misturar os assuntos para não dar um nó na cuca, mas alguns podem achar essa mistura interessante.

8. Entenda que você provavelmente está lendo mais do que nunca, mas talvez não leia tantos livros. No fim das contas abrace a mudança e não se sinta culpado por ler menos livros se você lê mais revistas, blogs, jornais, etc. Além de ver mais filmes, séries, jogar mais videogame… No fim das contas ler é uma diversão e se você está consumindo informação e entretenimento em outros meios você não deve se culpar por isso.

Ler é incrível, uma experiência pessoal e única e algo que, como falei acima, pode ser feito em lugares onde seria impossível ver um filme ou jogar um jogo. Espero que as dicas ajudem você a ler mais livros este ano. E, claro, se tiver alguma outra dica deixe aqui.

PS: Seguindo as dicas do post anterior e das redes sociais comprei os seguintes livros no Submarino Digital Club: Força Estranha, Cartas a Theo e Red Alert.

Este é um post patrocinado. Mas você já tinha percebido, né?


Chegou o #submarinodigitalclub e eu preciso da sua ajuda

Quem me conhece sabe que eu sou um entusiasta dos livros digitais, acima de tudo por conta da facilidade de comprar com um click e carregar toda minha biblioteca toda no bolso, no computador ou no tablet. Dos 16 livros que eu li ano passado só 3 foram em papel (7 foram em audiobook), com um ritmo igual neste ano.

Por conta disso fui um dos selecionados como embaixador no lançamento do Submarino Digital Club no Brasil, uma plataforma de e-books que usa o sistema do Copia. Diferente dos outros esquemas onde tudo se limita a uma lojinha, o Submarino Digital Club também tem funcionalidades para juntar as pessoas que estão lendo um livro ou quem gosta de um determinado gênero ou autor. É aquela história de que com as novas tecnologias o ato de ler um livro não precisa ser (o tempo todo) solitário.

E é justamente aqui que vocêêêêêêêêêêê entra, ô da poltrona. Preciso escolher qual livro vou ler na comunidade nesse finzinho de ano e conto com seu palpite. Semana que vem a gente começa a leitura. Fica a dica: quem criar uma conta no site pode baixar de graça alguns títulos, entre eles Elite da Tropa 2 e O Novo Mundo Digital, que eu já peguei. Mas vale sugerir qualquer livro do catálogo.

Então diz aí. Qual livro a gente vai ler junto a partir da semana que vem?

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Como foi o Café da Manhã com AdeS, #OMaiorCaféDaManhãDoBrasil

De umas semanas para cá a família aqui anda cheia de compromissos sociais. Neste domingo fomos convidados pelo pessoal de AdeS a participar de um café da manhã belezinha no Parque Burle Marx muito provavelmente porque eles sabem que eu e Clarinha somos realmente consumidores diários dos leites da marca.

O evento, entitulado O Maior Café da Manhã do Brasil, distribuiu para todos um kit que além do que de comer tinha a indispensável toalinha para nos esparramarmos no parque. Também teve show da Banda Moinho (da transmídia Emanuelle Araújo) e presença de globais como Maestro Billy e Fábio Yabu. 8-P

A Clara curtiu os contadores de história, a Anna mandou uns movimentos no yoga e eu além de curtir o clima de relax ainda aproveitei para arriscar montar uma panorâmica do parque usando o Photosyth, como dá para ver abaixo. Eu ainda não estou dominando bem a ferramenta que, ainda por cima, não é mesmo indicada para cenas com muitas coisas em movimento. Dá para ver por todas as cabeças flutuantes e pessoas duplicadas, mas valeu o registro.

Obrigado galera pelo convite e pelo domingo de diversão com a família.


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7 Nov 2011, Comments Off.
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