Liberty City and NYC
A cidade real e a cidade do jogo, lado-a-lado, num photoset do Flickr. Eu preciso jogar GTA4 tipo agora. E preciso de alguém para terminar todo o meu trabalho, claro.


Procure, encontre ou
feche.
A cidade real e a cidade do jogo, lado-a-lado, num photoset do Flickr. Eu preciso jogar GTA4 tipo agora. E preciso de alguém para terminar todo o meu trabalho, claro.


Quantas vezes eu já falei de Star Wars aqui essa semana? O que há com o universo? Mas esta linha de produtos bolados há muito, muito tempo atrás (em 1999… ei é o século passado!) pela Lucasfilm e Pepsi não chegou a ser lançada… e dá para ver bem o porquê.
The Others é uma banda de brincadeira que faz músicas sobre o seriado Lost, com temas como amor, amizade, flash-forwards e fantasmas de cavalos perdidos no meio da floresta.
flash forward now and these pills are my freinds
maybe I should have listened to Ben
want to tell Kate that i love her again
but I’ve got to get back to the island again.
Atenção! O vídeo acima contém spoilers da quarta temporada. Mais trabalhos dos caras no MySpace e no site oficial da banda.
[ valeu a dica, Nemo! ]
OK seus chatos que duvidam da minha palavra soberana, aqui vai o screencap da cena onde membros do Planeta E.T. aparecem no Senado Galático no filme Star Wars Episódio I: A Ameaça Fantasma. A cena aparece lá pelos 46:50, quando a Rainha Amidala manda o Chanceler Valorum pedir para sair.

É claro que foi uma brincadeira do Jorge Lucas com o Steven Spielberg e muito provavelmente uma brincadeira do dono da mega-boga-collection.
Depois eu que sou nerd, olha a coleção do maluco por Guerra nas Estrelas…
Pausa para os comerciais. Já está nas melhores casas do ramo a super-mega-extra-boga-platinum-edition de Blade Runner, edição do diretor, que vem dentro desta maleta Voight-Kampff. Dizem que o Final Cut de Blade Runner é o único onde Ridley Scott teve controle total. Por módicos R$ 300,00 você pode ver com seus próprios olhos se é verdade ou não.
Só não entendi o porquê de a versão brasileira ter três discos e a americana cinco… Ahn?
E se você gosta de comprar DVD, ter a caixinha e não acredita em baixar episódios da Internet como todos os outros leitores deste blog pode comprar a caixa com o episódio especial de Family Guy sacaneando Star Wars que comentei aqui ano passado. Por apenas R$ 30,00 você leva um episódio (que é engraçado mesmo). Dá um pouco mais de R$ 0,60 por minuto.
A Lucasfilm Animation revelou esta semana como será a nova série de animação do universo Star Wars (que eu sempre continuarei chamando de Guerra nas Estrelas, apesar de o nome ter sido mudado oficialmente no Brasil… humpf).
A série The Clone Wars (não confundir com Clone Wars, hein?) é uma das duas anunciadas pelo Tio Jorge Lucas depois do fim da pré-trilogia cinematográfica. A outra série, ainda sem detalhes, trará atores de carne-e-osso e será ambientada entre os episódios 3 e 4, que cobre o espaço de uns 20 anos. Os dois projetos são altamente ambiciosos, com Rick McCallum — braço direito de Lucas — sonhando com 100 a 400 episódios para cada série.
A estréia de The Clone Wars será feita com um episódio exibido nos cinemas americanos dia 15 de agosto de 2008 (com direito a tapete vermelho, fanfarra e nerds dormindo na fila) e lançamento no Cartoon Network “a seguir”, sem data definida, muito menos para o Brasil. Narrando eventos da mesma época que a outra Clone Wars a série é feita em animação 3D com desenhos apenas inspiradas na arte original do fodástico Genndy Tartakovsky, de Samurai Jack. O comando desta vez fica com Dave Filoni, que já trabalhou em Avatar e dá uma entrevista sobre The Clone Wars que pode ser vista no site de vídeos oficiais Star Wars, por aqui. Já o trailer oficial fica por aqui.
Sete hábitos de capitães estelares altamente produtivos. Com preciosas dicas como Just because you have a crappy ship doesn’t mean you’re a loser, Don’t be afraid to hook up with a cute spaceman e When you’re about to go genocidal, get a second opinion. Nunca se sabe quando um guia desses pode ser necessário.
Responda rápido: qual o personagem principal de Lost? O tempo, é claro. Desde o primeiro episódio a série brinca com a passagem do tempo. Tempo atual, flashbacks, flash-forwards… Desmond viaja no tempo? Alpert não envelhece? A série é toda recortada com idas e vindas na cronologia, revelando detalhes de personagens enquanto você vai caminhando. A história tem personagens cativantes e é um enorme quebra-cabeças, mas o formato em que é contada é um charme em si só.
Junte isso tudo a uma comunidade de fanáticos pela série e eu estou aqui aguardando ansiosamente pelo dia em que, logo após o último episódio ir ao ar em algum dia de 2010, vão colocar na Internet uma versão final cut com todos os eventos na ordem em que “aconteceram” (seja lá o que acontecer signifique na mitologia maluca da série). Uma prévia do potencial disso pode ser visto neste vídeo do YouTube, com todas a cenas até então conhecidas envolvendo a queda do vôo 815.
A sensacional dica é do Khristofferson.
Lost voltou na última quinta-feira nos EUA e na madrugada seguinte para todos os viciados que acompanham pela Internet. O futuro desta temporada ainda é incerto com a greve dos roteiristas de Hollywood, mas a série entra em uma nova fase onde também vemos o “futuro” dos personagens da ilha.
Mas o mais importante para mim foi ver como os produtores estão cada vez mais mergulhando de cabeça na idéia de que a série é muito mais do que uma hora por semana na frente da televisão. Se isso é tudo que você quer ver e acompanhar, tudo bem, mas o primeiro episódio do ano tem mensagens que só podem ser vistas se você congelar a imagem no momento exato ou até mesmo alterar a imagem no Photoshop para conseguir ver quem diabos estava sentado naquela cadeira. (só clique se você já viu o episódio, claro)
PS: A imagem da cadeira na verdade foi tirada deste trailer oficial.
Você é um grande nerd mas tem dificuldades em entender as sutilezas das artes plásticas? Seus problemas acabaram. Com este curso intensivo você… bom, você não vai aprender nada, mas vai morrer de rir. Se você entendeu todas as piadas você é um über-nerd, é melhor sair um pouco de casa e ver o mundo lá fora.
[ valeu, o primo! ]
Atualização: parece que tiraram as imagens do ar.
Quem viu, viu.
E não é que fui surpreendido e O Balconista 2 é bem legal? Cheguei a achar que o Kevin Smith tinha esquecido como fazer filme bom. A história não tem nada de mais, claro — o famoso cara conhece garota depois faz besteira e depois sai correndo atrás dela, com um toque de crise dos 30 — mas os diálogos são de primeira linha, Randal é mais Randal do que nunca e até quando o diretor usa truques baratíssimos o faz de maneira tão moleque que fica divertido, como a seqüência do pessoal dançando ABC.
PS: Sim, eu fui ver o filme depois de colocar um link no post anterior sobre A Bússula de Ouro.
Livros são livros, filmes são filmes e você, sempre que possível, deve ler o livro depois de ver o filme. Como sou notoriamente fã do gênero fantasia tirei o atraso de meses sem ir ao cinema com A Bússola de Ouro na literalmente última sessão de cinema do ano.
O filme foi alvo de críticas por parte de grupos religiosos o que foi, ora bolas, mais do que motivo suficiente para me convencer a vê-lo. Mas chegado ao shopping fui avisado de que a maior crítica do filme em relação ao livro é a de que ele tinha, justamente, bundamolizado o tom da crítica. Resultado final: filme bem sem-gracinha mas com uma direção de arte poderosa o suficiente para me deixar cheio de vontade de ler o livro. O universo paralelo de Philip Pullman era rico demais para ficar num filmezinho que provavelmente nem continuação vai ter.
Prontamente roubei o presente de Natal do cunhadão e comecei uma alucinada corrida contra o tempo para acabar as 365 páginas antes que o dono do livro voltasse a São Paulo. Fracassei com umas oito horas de atraso mas comecei o ano emplacando bem a meta de “ler de montão”.
Dizer que o livro é melhor do que o filme é ser obviamente óbvio, mas justamente por causa da tal direção de arte um complementou o outro muito bem. Mas o livro é melhor do que o filme não só pelos motivos de sempre (mais detalhes nas cenas e personagens, bla bla bla) mas por causa dos tais pequenos detalhes. Em primeiro lugar, a cena final do livro foi excluída do filme. Reza a lenda que chegou a ser filmada mas os produtores acharam a cena muito sinistra e resolveram deixar para a improvável parte 2. As duas cenas finais restantes tiveram a ordem invertida no filme, deixando um ligeiro aroma de “isso não faz muito sentido, mas vamos lá” no ar. O problema é que a tal cena final é de um impacto muito maior do que a cena final do filme. O filme termina com “vamos salvar titio” e o livro termina, exagerando, em “vamos salvar o universo”. Só que como o livro termina para baixo os produtores ficaram com medinho e resolveram deixar a parte triste de fora, bem ao estilo Mãe da Phoebe. Mas todo mundo sabe que a vida é uma seqüência de finais tristes.
Lendo nas entrelinhas do IMDB fica bem claro que a produtora, New Line, foi a grande responsável pela trapalhada do filme. Além do medinho acima ficou também se borrando de medo das organizações religiosas que acusavam o filme de super-ateu-anti-religioso. O livro pega bem leve na questão religiosa até justamente a cena final, onde Tio Asriel explica sua interpretação do que é o maldito Pó (quem vê só o filme vai ter que ficar imaginando por conta própria) e explica o papel da igreja na história toda. A New Line, portanto, mandou os diretores e roteiristas envolvidos no projeto (teve diretor pedindo as contas por não aguentar mais a pressão da New Line) passarem longe de questões filosófico-religiosas. Resultado: os zelotas continuaram não indo ver o filme-do-capeta e os fãs da série ficaram ofendidos, não dando repercussão ao filme da maneira que a outra produção de sucesso da New Line, O Senhor dos Anéis
, teve, justamente por ser o mais fiel ao livro que um filme pode ser. O filme acabou custando US$ 180 milhões (contra US$ 280 milhões dos três Senhores juntos) e muito provavelmente vai fechar no prejuízo, torcendo para ganhar algum no lançamento em DVD.
Então se você não achou graça no filme ou ouviu alguém dizer que ele não tem graça não perca as esperanças: a trilogia literária vale com certeza a leitura. Já estou aqui me coçando para ler o segundo e terceiro livros da série.
Tentaram fazer a série ambientada em 1994 mas não deu muito certo…
Valeu TaQ!