Na lojinha: As Crônicas de Nárnia na promô

É o volume único dAs Crônicas de Nárnia, com 792 páginas abrangendo os sete livros das crônicas. Só R$ 15,90, quase 2 reais por livro! :-O

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(via @marcogomes)

16 Sep 2009, 1 comentário.
:: Ca-ching!, Livros

Momento lojinha

Ajude o crisdias a defender um troco no fim do mês comprando estas promôs altamente recomendáveis e baratos. Eu preciso dizer que os preços são por tempo limitado? Ah tá…

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Coleção Tolkien (Hobbit + Silmarillion + Senhor dos Anéis 1, 2 e 3) por R$ 59,90.

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Coleção completa Harry Potter (os 7 livros da série + Contos de Beedle, o Bardo), por R$ 79,00.

Falei que tava barato. Voltamos à nossa programação normal.

17 Jul 2009, 2 comentários.
:: Consumismo, Livros

A Cabeça de Steve Jobs

Por falar em Apple, esqueci de colocar no fim do texto anterior que finalmente acabei de ler A Cabeça de Steve Jobs. Totalmente recomendado para quem quer entender, sem messianismos, como funciona a obsessão da Apple pela qualidade (refletida no iLife lançado) e por que os investidores morrem de medo dos problemas de saúde de Jobs.

Uma das partes que mais me chamou a atenção nessa reta final da leitura foi a de que os vendedores das novas e cultuadas Lojas Apple não recebem comissão pelas vendas, só status interno. (whuffie?) Segundo o raciocínio de Jobs e Ron Johson, ex-Target e responsável direto pela criação das lojas, a comissão faz com que o vendedor tente fechar a melhor compra para ele, vendedor, e não para o cliente. Com a comissão o impulso é vender produtos caros o mais rápido possível, mas a Apple quer que seus clientes tomem a decisão certa para não terem frustrações mais tarde. Genial.



Garrafamania: o marketing de vender algo que é de graça

Semana passada estava conversando com o pessoal no Twitter sobre o marketing da Red Bull, que vende bilhões com um produto de fórmula aberta que tantas outras empresas (incluindo a Coca Cola) copiam. Red Bull é puro marketing.

Mas há um marketing de bebida ainda mais impressionante: o de água. O NYTimes resenhou o livro “Bottlemania: How Water Went on Sale and Why We Bought It”, de Elizabeth Royte que tenta entender como americanos pagam por mais de 1 bilhão de garrafas d’água por semana quando poderiam simplesmente pegar a água de suas torneiras. (e muitas águas nem podem ser chamadas de “água mineral”, como é o caso dos produtos vendidos pela Coca Cola e Pepsi, que são apenas água filtrada e engarrafada)

Isso, para o bem ou para o mal, é o poder do marketing.

PS: Isso deveria ser discussão para outro texto, mas nas grandes capitais brasileiras a água da torneira também é potável, já que no máximo filtramos a água (retirando, portanto, só a sujeira) e não fervemos (matando os microorganismos). Mas adoramos contar como em nossa viagem a Orlando com a família bebemos água direto da torneira.


Audiobooks (em inglês) grátis só hoje

Catálogo de Audiobooks no iTunesA Audible é a maior loja de audio-books dos EUA e só hoje (na verdade só até amanhã, sexta, de manhã) está dando alguns audio-livros de graça (você escolhe um da lista). Bom para quem, como eu, não sabe se vai achar legal “ler com os ouvidos”.

Escolhi esse aqui, que ganhei em papel quando era um garoto nerd sebento e nunca li até o fim.

É importante avisar que os livros vêm com DRM e não podem ser copiados para tudo que é canto. É comprar e ouvir, não dá para ficar 20 anos na estante que nem o meu livro de papel.

27 Mar 2008, 5 comentários.
:: Livros, Pontocom

Deuses Americanos, de Neil Gaiman, grátis para ler online

A editora Harper Collins liberou a versão em inglês do bestseller (e ótimo) American Gods (Deuses Americanos), de Neil Gaiman[bb] para leitura online em seu site. Vários outros livros fazem parte do programa Browse Inside, como Freakonomics e Homens são de Marte, mulheres são de Vênus.

29 Feb 2008, 9 comentários.
:: Livros

Lá vai Fidel

E só se fala nisso hoje (e era pra falar mesmo), Fidel pediu para sair. El Comandante era a controvérsia em pessoa, salvador da pátria que manda seus adversários ao paredón sem pestanejar, tenta fazer uma igualdade social na marra mas proíbe a imprensa livre. Cuba é isso aí.

Tem muita gente por aí bem mais capacitada do que eu para falar sobre o assunto, incluindo o Alex Castro que passou um tempão em Cuba escrevendo sobre a vida lá. Sim, este texto é só para relembrar que o livro do cara é muito bom e merece a leitura. Partes do livro e alguns textos completos podem ser encontrados no blog oficial.

Capa do livro Radical Rebelde Revolucionário

19 Feb 2008, 6 comentários.
:: Livros

A Bússola de Ouro: livro e filme

A Bússola de OuroLivros são livros, filmes são filmes e você, sempre que possível, deve ler o livro depois de ver o filme. Como sou notoriamente fã do gênero fantasia tirei o atraso de meses sem ir ao cinema com A Bússola de Ouro na literalmente última sessão de cinema do ano.

O filme foi alvo de críticas por parte de grupos religiosos o que foi, ora bolas, mais do que motivo suficiente para me convencer a vê-lo. Mas chegado ao shopping fui avisado de que a maior crítica do filme em relação ao livro é a de que ele tinha, justamente, bundamolizado o tom da crítica. Resultado final: filme bem sem-gracinha mas com uma direção de arte poderosa o suficiente para me deixar cheio de vontade de ler o livro. O universo paralelo de Philip Pullman[bb] era rico demais para ficar num filmezinho que provavelmente nem continuação vai ter.

Prontamente roubei o presente de Natal do cunhadão e comecei uma alucinada corrida contra o tempo para acabar as 365 páginas antes que o dono do livro voltasse a São Paulo. Fracassei com umas oito horas de atraso mas comecei o ano emplacando bem a meta de “ler de montão”.

Dizer que o livro é melhor do que o filme é ser obviamente óbvio, mas justamente por causa da tal direção de arte um complementou o outro muito bem. Mas o livro é melhor do que o filme não só pelos motivos de sempre (mais detalhes nas cenas e personagens, bla bla bla) mas por causa dos tais pequenos detalhes. Em primeiro lugar, a cena final do livro foi excluída do filme. Reza a lenda que chegou a ser filmada mas os produtores acharam a cena muito sinistra e resolveram deixar para a improvável parte 2. As duas cenas finais restantes tiveram a ordem invertida no filme, deixando um ligeiro aroma de “isso não faz muito sentido, mas vamos lá” no ar. O problema é que a tal cena final é de um impacto muito maior do que a cena final do filme. O filme termina com “vamos salvar titio” e o livro termina, exagerando, em “vamos salvar o universo”. Só que como o livro termina para baixo os produtores ficaram com medinho e resolveram deixar a parte triste de fora, bem ao estilo Mãe da Phoebe. Mas todo mundo sabe que a vida é uma seqüência de finais tristes.

Lendo nas entrelinhas do IMDB fica bem claro que a produtora, New Line, foi a grande responsável pela trapalhada do filme. Além do medinho acima ficou também se borrando de medo das organizações religiosas que acusavam o filme de super-ateu-anti-religioso[bb]. O livro pega bem leve na questão religiosa até justamente a cena final, onde Tio Asriel explica sua interpretação do que é o maldito Pó (quem vê só o filme vai ter que ficar imaginando por conta própria) e explica o papel da igreja na história toda. A New Line, portanto, mandou os diretores e roteiristas envolvidos no projeto (teve diretor pedindo as contas por não aguentar mais a pressão da New Line) passarem longe de questões filosófico-religiosas. Resultado: os zelotas continuaram não indo ver o filme-do-capeta e os fãs da série ficaram ofendidos, não dando repercussão ao filme da maneira que a outra produção de sucesso da New Line, O Senhor dos Anéis[bb], teve, justamente por ser o mais fiel ao livro que um filme pode ser. O filme acabou custando US$ 180 milhões (contra US$ 280 milhões dos três Senhores juntos) e muito provavelmente vai fechar no prejuízo, torcendo para ganhar algum no lançamento em DVD.

Então se você não achou graça no filme ou ouviu alguém dizer que ele não tem graça não perca as esperanças: a trilogia literária vale com certeza a leitura. Já estou aqui me coçando para ler o segundo e terceiro livros da série.


Repeteco literário

Você já leu algum romance mais de uma vez ou é partidário da idéia de que é melhor ler um livro ruim pela primeira vez do que ler um livro que você já conhece?

Estou prestes a fazer meu primeiro repeteco, se os ácaros e fungos acumulados em 20 anos não me pegarem primeiro…


Sair de Cuba

Capa do livro Radical Rebelde Revolucionário - Crônicas CubanasO Alex Castro pediu que eu resenhasse o seu novo livro, Radical Rebelde Revolucionário – Crônicas Cubanas. Mas como demoro aproximadamente 27 anos para ler um livro até o fim e mais uns 3 para escrever a resenha falei para ele não ficar com muitas esperanças. Mas eis que no nosso querido Pan as emissoras de TV (OK, a Globo e sua filhota, Sportv) deitaram e rolaram mostrando a deserção dos atletas cubanos, atletas cubanos maravilhados nos shoppings cariocas, atletas cubanos vendendo as cuecas e, para fechar, histeria cubana com medo de deserção geral fugindo, aparentemente, para a ilha 1 dia antes do programado. (há quem diga que estes movimentos de saída foram friamente calculados)

Sendo assim indico um dos textos do livro onde o Alex explica que esse negócio de que é impossível a um cidadão deixar Cuba é um grande exagero da mídia burguesa.

Essa propaganda contra-revolucionária é foda. Por exemplo, dizem que as pessoas não podem sair de Cuba, o que é a mais arretada mentira. Claro que podem. Assim como qualquer cidadão brasileiro pode ter uma emissora de rádio: basta pedir uma concessão ao governo e pronto. Fácil assim.

A primeira coisa que um cubano necessita para sair de Cuba é estar em dia com suas obrigações legais e militares, não estar sofrendo nenhum processo judicial, não dever dinheiro a ninguém, essas coisas. Se já foi oficial das Forças Armadas ou membro do Alto Escalão do governo, esqueça; ele sabe demais. (Provavelmente o maior segredo militar de Cuba é que o arsenal nacional se reduz a um pente com seis balas.)

Continua…

30 Jul 2007, 2 comentários.
:: Livros

Será que Harry morreu?

Quem morre e quem não morre no último livro da série Harry Potter. Leia por sua própria conta e risco.

23 Jul 2007, Nenhum comentário.
:: Livros

Mestre Sieber dizendo na lata

Trecho de tirinha de quadrinhos mostrando idiotas saudosistas


Corcordo
, concordo e concordo. Já venho falando isso tem tempo mas sou sempre o chato-velha-ranzinza. Os bons velhos tempos são agora, aproveitem a vida e parem de ficar reclamando de como naquele tempo é que era bom. E não estou falando só de música.

Aliás comprei um livro do cara antes do carnaval e nunca bloguei sobre o assunto. Então lá vai: é muito bom, pena que acabou logo.

19 Apr 2007, 17 comentários.
:: Fala sério, Gibi, Livros

‘Novo’ romance de Tolkien é publicado 34 anos após sua morte

Capa do livro “The Children of Hurin” de J.R.R.Tolkien

O filho e agente literário de Tolkien, Christopher, que já está na casa dos 80 anos, montou “The Children of Hurin” a partir dos manuscritos de seu pai e disse que procurou fazê-lo “sem qualquer intervenção editorial”.

O novo livro, cuja história já tinha sido narrada de maneira fragmentada em “O Silmarillion“, lançado em 1977, tem um tom mais sombrio que os de “O hobbit” e “O senhor dos anéis“, pelos quais Tolkien é mais conhecido. (veja o artigo completo)

Christopher Tolkien sempre foi um cara preocupado com a integridade do trabalho do pai, sem o objetivo de ser o “novo” Tolkien. É dele o trabalho hercúleo de juntar todos os manuscritos bagunçados do papai John no que virou a História da Terramédia, além é claro dos outros trabalhos póstumos como o Silmarillion e Contos Inacabados, todos deliciosamente chatos de ler.

17 Apr 2007, 2 comentários.
:: Livros, Nêeerd!

300 filmes para ver antes de morrer, agora à venda online

Já está no Submarino o livro 300 filmes para ver antes de morrer, editado pelo meu, o seu, o nosso Alexandre Maron. Veja a minha resenha original aqui e compre já!

Capa: 300 filmes para ver antes de morrer

15 Feb 2007, 3 comentários.
:: Consumismo, Livros

Mind Wide Open

Mind Wide Open, Steven JohnsonO cérebro é o novo coração. Quando o homem ainda não entendia muito sobre o funcionamento do próprio corpo via no coração a morada da alma, aquele lugar onde se fazia sentir as emoções do dia-a-dia: medo, amor, alegria, desespero… Até que começamos a fuçar nossos corpos e descobrimos que o coração nada mais era do que uma bomba hidráulica de luxo. O cérebro era o verdadeiro chefão. Nós somos nossas mentes e elas ficam naquele espaço entre as orelhas.

Apesar de expressões como “baixa serotonina” e “viciados em endorfina” estarem na boca de quem quer se passar por entendido o fato é que eu e você entendemos tanto sobre o cérebro quanto os poetas medievais que cantavam as aflições do coração. Qualquer texto sobre o assunto ou é voltado para os iniciados ou limita-se a mostrar qual parte do cérebro exerce qual função, despejando termos em latim sem responder à grande pergunta: “e daí?”

Explicar nossas cabeças não é tarefa fácil mas o colunista de ciência Steven Johnson, que já contribui para revistas populares como Wired e Discover Magazine, aborda o assunto de uma maneira cativante que me fez correr seu livro Mind Wide Open: Your Brain and the Neuroscience of Everyday Life com a pressa de quem lê um romance de mistério. Johnson explica, exemplifica e descreve como o funcionamento do cérebro é visto à luz das novas tecnologias de maneira prática e direta, nos levando para dentro da sua cabeça. Literalmente: no penúltimo capítulo o autor deita numa avançada máquina de ressonância magnética para tentar capturar aquele momento em que estamos “inspirados” ou “in the zone” como diz o povo lá do norte. O aparelho mapeia a cuca de Johnson enquanto ele bola frases para incluir no livro e mostra que estar neste estado pode ter muito mais a ver com desligar módulos do que ligar um ou outro em especial.

(Continua…)

9 Dec 2006, 4 comentários.
:: Ciência, Livros

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