Google App Engine

Já acordo dando de cara com todos os blogs do mundo falando do novo lançamento do Google, uma plataforma para você criar e rodar aplicações (de preferência de grande porte) dentro da infra do Google.

[ link direto para o vídeo de lançamento ]

Mais uma grande revolução do Google, paradigmas quebrados e mudados. “Continuar transformando a web em plataforma”. Minha cabeça explodiu.

PS: cadê a parte 2 do vídeo, tio Google?!?


Comprei meu Mac, e agora?

Mão na roda para Maczeiros calouros como eu.

Outra boa dica é acompanhar os vídeo-tutoriais da MacMagazine.


RoR e PHP5 no Vilago

Agora é oficial: Ruby on Rails e PHP5 para quem quiser usar no Vilago. E, como sempre, com aquele suporte de quem mete a mão na massa. (eu!)


Comparar arquivos no Ubuntu

Hoje arrumei um bom exemplo para a pergunta pra que usar a linha de comando no meu computador? Para mim a resposta é: para poder usar mini-utilitários e outras traquitanas que você podem ser criadas rapidamente.

Para gravar meus CDs e DVDs eu uso o K3b (que oficialmente é para KDE mas funciona sem problema no Gnome, como a maioria dos programas para KDE). Não sei se por culpa do modelo de gravador ou do software, se eu peço para ele verificar a gravação ao terminar ele dá aquela ejetadinha no disco, puxa de novo e começa a comparar (não lembro se o Nero faz a mesma coisa). Isso nem sempre funciona redondo e o programa acusa erro de leitura.

Não muito a fim de jogar fora a mídia e tentar de novo (perdendo tempo e dinheiro, muquirana que sou) fiz um scriptzeco para comparar todos os arquivos do CD com os originais do HD. Isso é feito com o comando cmp, que apesar do nome “comando” nada mais é do que um programinha-sem-tela. Aliás foi assim que o “Linux” nasceu: com um monte de malucos criando versões abertas dos comandinhos legais do Unix, o projeto GNU.

Como o cmp só compara arquivo por arquivo (cmp a.txt b.txt) eu precisava de uma maneira de ir arquivo por arquivo fazendo a comparação. Assim como Neston existem 1001 maneiras de fazer isso. Em bash, por exemplo, eu faria um loop entre todos os arquivos, etc. etc. Mas como o meu negócio é Ruby resolvi fazer o seguinte:

#! /usr/local/bin/ruby
Dir.new('/media/cdrom0').each do |f|
  if !(f =~ /^\./)
    puts f
    puts `cmp /media/cdrom0/#{f} ./#{f}`
  end
end

Seis linhas resolvem o meu problema. Imagine fazer isso com interface gráfica. Pode até ser fácil para alguns, mas seria o proverbial matar mosca com tiro de canhão. E eu não poderia publicar assim fácil no meu blog, para quem quiser sair usando. E, claro… como coloquei o código fonte você pode rodar isso com nenhuma ou poucas modificações em outros Unix, no OSX e provavelmente até no Windows.


Sudando

Essa dica eu descobri já tem um tempo na base do “vou tentar pra ver o que acontece”. Quando falei que estava instalando o Ubuntu aqui comentaram:

Tenho que dizer: não gosto do ubuntu. Não gosto de sistemas que te proibem de usar o modo root. É fascismo.

O Vladimir até deu uma dica legal de como mudar a senha do super-usuário (root) no Ubuntu, mas achei uma mais divertida:

sudo su

Se você não entendeu nada, parabéns. Você ainda não é um louco-por-Unix. O super-usuário do Unix chama-se root. Para mudar (na linha de comando) para este super-modo você digita su. Ou se só precisa dar um comandozinho só precisa dar sudo comando.

Na maioria dos Unix quando você dá esse sudo o sistema pede a senha do root. Mas no Ubuntu você não sabe qual a senha do root, ele cria uma aleatória na instalação. Então o sudo pede a sua própria senha (o que já é suficiente para impedir que programas rodem como super-usuário sem você saber… como acontece no Windows). Mas de vez em quando nós escovadores de bits precisamos dar uma série de comandos como root, então entrar como su é bom de vez em quando.

E para finalizar uma piada-nerd, originalmente vista aqui. Se você entendeu minha explicação vai entender a piada…

– Me faz um sanduba aí.

– O que? Tá maluco? Faz você!

– Sudo me faz um sanduba aí.

– Ok.


E lá vamos nós

Ubuntu 6.10, aqui vou eu!

Nos vemos daqui 1308 pacotes.

Atualização: Pronto acabou (durante a madruga). A atualização foi bem indolor, exceto pelos drivers da ATI que pifaram. Um usuário mero-mortal teria se jogado pela janela, já que o conserto simples envolve a edição manual de arquivos texto de configuração. Mas, por outro lado, um mero mortal não teria alterado os drivers de vídeo como eu fiz.

Primeiras impressões: fontes da tela mais suaves (visual praticamente idêntico ao ClearType) e Firefox 2 instalado “de fábrica”, com direito a verificação ortográfica enquanto escrevo este texto. Agora quero testar esse tal de Tomboy.

Mais ainda: Instalando driver ATI no Ubuntu Edgy.


Minha vida HTML

– Acabei! Urru!

– Tem certeza?

– Ué, falta o que?

– Falta testar tudo no Internet Explorer.

– Nãaaaaooooooooo… :-|


Vulnerabilidade no Rails

Era para eu escrever aqui sobre como o Ruby on Rails — o framework de desenvolvimento web que devolveu a alegria de programar a este velho blogueiro — vai passar a vir “de fábrica” na próxima versão do OSX, codinome Leopard. O OSX é o ambiente preferido de desenvolvimento Rails nos países onde um Mac não custa mais que o rim da sua filha recém-nascida e trazer todo o framework direto dentro do sistema é a validação que faltava para mostrar que Rails é sim um ambiente sério e não um hype.

Só que hoje (logo hoje! ou melhor, logo essa semana!) foi anunciado um problema “muito muito sério” no código Rails. Os desenvolvedores não querem dizer (segundo eles dizer ainda) do que se trata para não piorar as coisas. Então lá vou eu parar o que estou fazendo (com prazo apertado) para atualizar meus projetos. Esses projetos rodavam versões bem recentes de Rails, então aceitaram bem a nova versão 1.1.5. E, pelo visto, as versões 0.x não têm o problema de segurança. Mas lá se vai uma manhã de produtividade embora.

É como diz o chavão: acontece nas melhores famílias.


Ruby boy

Eu não sou tão qualificado quanto outros por aí para defender Ruby (com ou sem Rails) como plataforma de desenvolvimento. Mas a história engraçada é que meio por conta desse papo todo de blogópolis resolvi tirar a poeira do TopLinks, que foi escrito em PHP e não consegui… escrevi robozinhos novos em Ruby + ActiveRecord. E o motivo principal que ficou na minha cabeça pra mudar foi que Ruby usa menos shift do que PHP. 8-)

E por falar em mais qualificados, o TaQ, autor do tutorial de Ruby (que eu li e digo que é bom) e do livro de Ruby (que eu não li, mas como é baseado no tutorial deve ser bom) agora lançou um tutorial sobre Rails. Se você não é bobão é melhor cair dentro.


1.0 está entre nós

Saiu (finalmente) o Ruby on Rails 1.0. Mas se você sabe o que é Ruby on Rails provavelmente já sabia disso. ;-)


Juca on Rails

Artigos sobre Ruby on Rails em português.


Meio-ambiente

The language and environment you choose to work with those make a large difference on productivity. Smart people can succeed with nearly anything, but that doesn’t mean they shouldn’t look for that edge whenever they can find it.


Browser Wars II

Think the web browser wars are over? Think again. World War I was dubbed “The Great War” and “The War To End All Wars.” Alas, that was an optimistic prediction; WWII followed in short order. The browser wars are coming back, and this time the whole World Wide Web is at risk, not just a few browsers and their vendors.


Kurumin 3.0

O Kurumin 3.0 final já está disponível, com muitas atualizações e novidades.
Leia o change-log para ver todos os detalhes: Change-log do Kurumin

:. Clique aqui para baixar (ver todos os mirrors)
http://progdan.no-ip.org:25000/kurumin/kurumin-3.0-vfinal.iso.torrent
(bittorrent)
http://fisica.ufpr.br/kurumin/kurumin-3.0-vfinal.iso
(download direto)
md5sum: 22e36b226ba8e4fdd67302b491826cb2


Enquanto isso, no meu email…

De: Isabel
Para: CrisDias Responde

Olá, gostaria muito de saber sua opinião a respeito do Java, poderia me dar?

De: CrisDias
Para: Isabel

Oi Isabel,

Só se você me disser qual a sua opinião a respeito do inglês, do francês ou do húngaro.

Entendeu? Pra mim Java é só isso, uma linguagem. Tentam dar uma áurea maior do que realmente é. O uso que dão ao Java é que é bom ou ruim. O fato de existir gente que fala “nóis vai vê o Framengo jogá” e também termos grandes escritores não torna a língua portuguesa melhor ou pior do que o sânscrito arcaico.

Mas é claro que o mercado e suas marcas vão tentar fazer parecer que falar determinado idioma é melhor para a sua imagem.

Espero ter ajudado,

CrisDias

Mande você também suas grandes dúvidas filosóficas e sexuais para nossa caixa postal.


© 2000-2008 Cristiano Dias. Alguns direitos reservados. Só alguns, não se preocupe.
Based on a tbeseda & 5ThirtyOne design.
RSS