Procure, encontre ou
feche.
Mantovi, um quadrinista veterano com experiência de 40 anos em vários universos infantis, disse que as crianças não se interessavam mais pelos personagens Disney pois os mesmos eram animais antropomorfizados [de forma humana].
Não sei se é o caso, mas vai saber – Mantovi está nessa há mais tempo que nós. de qualquer forma, Jean fez o que qualquer ilustrador são faria: pensou e fez um exercício de imaginação sobre como seriam alguns dos personagens clássicos da Disney em forma humana.
É, sou um velho chato que acha que os personagens ficam muito melhores como bichos.
Desembargadora cita HQ ‘Watchmen’ em decisão contra milícias no Rio. Frase ‘Who watches the Watchmen’ serve de epígrafe em texto jurídico.
Ou então é um ação de guerrilha pro filme que só sai ano que vem. Porque, afinal de contas, tudo hoje em dia é guerrilha.
Sim, este texto é em homenagem a todo mundo que chega aqui de paraquedas procurando “ler quadrinhos online”. (muito mais gente do que você, leitor fiel, imagina) Acho que o pessoal vai gostar.
A Marvel está seguindo a tendência das concorrentes e colocando seu catálogo online. Mais detalhes n’Omelete.
Para competir com a DC, que lançou sua linha de webcomics no mês passado, e com a Dark Horse, que está lançando uma série pelo MySpace, a Marvel vai, a partir de hoje, começar a colocar seu catálogo de quase 70 anos de quadrinhos online. O projeto chama-se Marvel Digital Comics Unlimited.
Só a Internet, o nicho dos nichos, é capaz de transformar em um grande sucesso uma piada que só uns 0,0001% da população mundial é capaz de achar graça.

De X-Men 2099 a Tarzan, para matar a saudade ou enfeitar seu desktop.
Daquelas coisas legais que só temos acesso por causa da Internet…
Q: What was the best bit of the wedding, then?
A: It was either seeing old friends — Dave Gibbons, Kevin O’ Neill, Todd Klein, Chris Staros, Amber and Leah Moore, Oscar Zarate, Jose Villarrubia and on…. [só gente fraca]
Mais uma dica do Serginho.
xkcd é uma tira de quadrinhos conhecida por suas piadas com altos graus de nerdosidade e seus desenhos toscos. Mas essa semana a história deu uma guinada existencial, com uma mensagem daquelas que parece que foi escrita para mim. Foi?

Comece a série por aqui.
Serginho manda a dica do Gibizada que aponta para um desenho animado da sempre sensacional tirinha Calvin & Haroldo feito por um fã italiano, desenhista profissional.
o italiano Donato Di Carlo resolveu homenageá-los em um curta-metragem animado de dois minutos e 28 segundos produzido para a Escola de Cinema de Milão. Uma beleza que o autor das divertidíssimas tiras do moleque e seu tigre de pelúcia deve repudiar, já que ele nunca permitiu merchandising de sua criação. No desenho animado falado em italiano e com legendas em inglês, Di Carlo conseguiu capturar com maestria o traço e o espiríto dos personagens
Além de um desenho divertidíssimo essa pecinha também é um bom exercício de copyfight. Como toda lei, a lei de copyright não serve para quando tudo vai bem e dá certo, mas sim quando alguém discorda.
Bill Watterson nunca deixou seu personagem ser explorado por terceiros (e, dizem, vive uma vida meio estilo Salinger). Nunca tivemos desenho animado do Calvin, filme, lancheira, bolo de aniversário, videogame… Quando Watterson decidiu que era o fim, assim foi.
Mas será que uma obra do tamanho e sucesso de Calvin & Haroldo pode pertencer ao autor e aos fãs? Se Watterson não gostar do desenho, ele tem o direito de tirá-lo do ar?
O pior é que a resposta, nesse mundão da Internet sem portera, muda de país para país. Nos EUA o trabalho pode ser considerado como fair use, mas esse é um conceito exclusivamente americano, com suas leis de liberdade de expressão acima de tudo. O Brasil não tem nada parecido com essa idéia, assim como a maioria dos países do mundo. Será que isso é certo? Será que um autor tem direito de impedir que qualquer um meta a mão em suas peças? Será que a vontade de um fã é mais importante do que isso?
Ninguém, até agora, mandou o vídeo sair do ar. Mas a discussão e o exemplo são importantes para entendermos melhor toda essa idéia de copyright. Além de a chance de ver um vídeo divertidíssimo, é claro.
Corcordo, concordo e concordo. Já venho falando isso tem tempo mas sou sempre o chato-velha-ranzinza. Os bons velhos tempos são agora, aproveitem a vida e parem de ficar reclamando de como naquele tempo é que era bom. E não estou falando só de música.
Aliás comprei um livro do cara antes do carnaval e nunca bloguei sobre o assunto. Então lá vai: é muito bom, pena que acabou logo.