É assim que você trata seus fornecedores?
No distante 2007 fiz uma daquelas promessas furadas do blog: escrever uma série de textos sobre como ser um cliente melhor, não tratando seu fornecedor como idiota. O prêmio, se todos seguissem minhas dicas, seria um mundo melhor onde as crianças podem brincar tranquilamente em seus parquinhos sem medo da ameaça alienígena. Ou algo próximo disso.
Só escrevi 2 textos e ficou por isso mesmo, como tantas outras coisas aqui. Mas ficou a idéia básica: você paga pelo tempo de trabalho do seu cliente, incluindo o tempo em que ele perde convencendo você a fazer o trabalho daquela maneira, naquelas condições. Alguns clientes encaram a contratação de um serviço como uma coisa física (como no exemplo de um dos textos, “comprei uma parede pintada de branco”) mas você está comprando o tempo do profissional.
Para minha sorte um pessoal fez um vídeo que resume boa parte do problema. Eles inverteram a lógica: e se você realmente negociasse os serviços como se fosse uma coisa física? Um CD, um jantar? Os argumentos que os clientes que alguns clientes apresentam na hora de negociar o preço do serviço ultrapassam a barreira do ridículo e aparecem literalmente no vídeo, sob outro contexto para mostrar esse ridículo. Não você, claro. Outros fornecedores.
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