Descontos brasileiros

O Submarino mandou aquele e-mail matinal avisando de uma promoção de jogos baratos. São jogos antigos mais baratos, em Reais, do que um lançamento nos EUA (que costuma custar US$ 60).

A gente fica animado… até você com o preço do mesmo jogo na Amazon.

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Momento lojinha: Coleção: Trilogia Star Wars

O pessoal gostou da primeira dica da lojinha então aqui vai mais uma.

É a versão remasterizada, onde o Han não atira primeiro, mas tudo bem. A versão original não existe, até onde eu saiba, em DVD. Tá na promô por R$ 45,00 por tempo limitado.

Atualização: OK, segundo os dedicados leitores nos comentários nessa caixa você encontra a versão onde Han atira primeiro.

19 Aug 2009, 4 comentários.
:: Consumismo

Almofadas 2.0

almofadas_sociais

Se você quer mostrar aos seus amigos o quanto gosta de redes sociais como Twitter, Facebook, MySpace, FriendFeed ou Digg, nada melhor do que as almofadas Social Networking que são feitas a mão pela Craftsquatch.

Para embelezar sua startup web 2.0…


Momento lojinha

Ajude o crisdias a defender um troco no fim do mês comprando estas promôs altamente recomendáveis e baratos. Eu preciso dizer que os preços são por tempo limitado? Ah tá…

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Coleção Tolkien (Hobbit + Silmarillion + Senhor dos Anéis 1, 2 e 3) por R$ 59,90.

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Coleção completa Harry Potter (os 7 livros da série + Contos de Beedle, o Bardo), por R$ 79,00.

Falei que tava barato. Voltamos à nossa programação normal.

17 Jul 2009, 2 comentários.
:: Consumismo,Livros

Os incríveis planos ilimitados com limite

O final, pelo menos por enquanto, da história do acesso 3G para o notebook foi inesperado para a platéia: acabei ficando com a Tim, que já é minha operadora de voz. O motivo, resumidamente, foi o preço de uma oferta da Tim para quem já é cliente (todas as operadoras têm alguma versão disso, consulte a sua) e a convicção, pelos comentários aqui no blog e buscas pelos intertubos, de que na média todos as operadoras ainda são uma porcaria. Dependendo do lugar onde você mais vai usar uma ou outra vai ser melhor mas você sempre vai achar que o 3G da grama do vizinho é mais rápido.

A parte tragicômica da busca pelo plano de dados ideal foi o conceito de plano ilimitado das operadoras de celular: você contrata uma determinada velocidade máxima (jamais garantida) e pode baixar quanto quiser sem ficar se preocupando em monitorar o tráfego. Sem limites. Até, veja você, atingir o limite de 1GB de dados baixados no mês, momento em que sua velocidade cai drasticamente (que é ou é uma nova medida técnica ou sinal de que os vendedores das operadoras não fazem a menor idéia de quanto seja). Estrelinha dourada para a frase nas letras miúdas “a critério da operadora”. (os limites podem mudar de operadora para operadora, mas nos planos que me ofereceram, Vivo, Claro e Tim limitam a 1GB)

E não é apenas só isso, como diria o locutor das Organizações Tabajara. Você pode ter contratado (no caso da Tim) o mega-boga plano de 7Mbits e o limite continua o mesmo: 1 gigabyte por mês. Na minha pobre cabeça de tamanho avantajado eu acho que se eu contrato um plano com mais velocidade é porque pretendo baixar mais coisas mais rápido. Sei lá, é como se meu carro só pudesse andar a 100 km/h nos primeiros 200km da Dutra, dali em diante só a 40km/h. É a mania de os provedores de serviço no Brasil tratarem seus clientes como inimigos trapaceiros. “Se eu não botar um limite vocês me quebram!!!”

Importante dizer que essa imbecilidade prática não é exclusividade da Tim. O vendedor da Vivo, quando perguntei “então o que raios é ilimitado nesse plano?” chegou a dizer que era o tempo da conexão, eu podia ficar conectado quanto tempo quisesse online. “Desde que eu não navegue” fui obrigado a emendar. A Tim é, das grandes, a que chega a dizer nas peças publicitárias “você não precisa mais de provedor de Internet em casa, use o nosso”. Esse pessoal realmente entende de uso de Internet rápida? A Oi ainda está apanhando para montar sua rede 3G em São Paulo. Na Claro a coisa anda na mesma, como narrado pelo Neto no texto que me motivou a sentar o rabo e escrever esse aqui.

“Luciana, você acha que a Claro sabe o que ‘ilimitado’ quer dizer?”

No mundo da boa e velha conexão a cabo os limites também aparecem nas letras miúdas dos contratos, mas que eu saiba só o Virtua anda fazendo valer. Pelo menos (tentando ver a porcaria pelo lado meio-cheio do copo) eles oferecem um plano ilimitado-realmente-ilimitado por um preço extra. (não faço idéia de quanto seja) Se você tem um plano de 4Mbits pode trafegar (baixar ou subir) 40GB por mês. 6Mbits, 60GB e por aí vai nessa multiplicação por 10.

Estes limites colocam os usuários num constante estado de medo de usar o produto que contrataram. “Melhor não usar agora porque posso não conseguir baixar Lost semana que vem…” As empresas estão literalmente dizendo ao consumidor “por favor, contrate nosso serviço mas não use, ou vamos penalizá-lo” Em vez de fomentar o uso da Internet para desenvolver o mercado as operadoras querem que você fique na receita e-mail-Orkut e tudo bem. Já deu para sacar que empresas de vídeo online como o enxame, da qual sou sócio, ficam com as proverbiais pernas quebradas. Cada vídeo de alta qualidade do enxame tem mais de 100MB de tamanho. Assistir a programação normal do enxame via modem 3G e mais nada vai colocar você pra lá do limite mensal.

Enquanto isso nos EUA os consumidores estão revoltadíssimos porque a Comcast anunciou que vai começar a impor limites nos downloads. O teto? 250GB por mês.



Os lançamentos de ontem da Apple

Apesar de a própria empresa afirmar isso até a ascensão do iPod para mim a Apple nunca foi uma empresa de hardware e sim de software. O que sempre me fez babar nos Mac nunca foram os gabinetes arredondados e hermeticamente fechados, nem os notebooks de alumínios (bem… quer dizer…) mas sim a beleza e facilidade do OS X e dos programas da série iLife e iWork.

Agora que já sou usuário de Mac então o lançamento de novos modelos de hardware é menos atraente ainda já que não tenho o dinheiro a necessidade de mudar de computador tão cedo. Então ao contrário de praticamente todo mundo por aí que disse que ontem a MacWorld só viu “o lançamentos de uns programinhas” eu adorei as novidades, principalmente os novos iMovie e iPhoto. (I’m a soft guy…)

O sistema de reconhecimento de rostos do iPhoto é, se funcionar tão fácil assim, revolucionário, principalmente com o detalhe de trocar informações com o Facebook. Assim como no Orkut você pode dizer quem está na foto, mas iPhoto e Facebook vão trocar figurinhas para você criar um banco de dados de rostos no seu computador. O potencial dessa tecnologia beira o perigoso. Já usei programas de reconhecimento de rostos lá por 2002 e os resultados são incríveis.

Já o iMovie volta a ter algumas ferramentas poderosas (como efeitos “especiais”) que tinham sido abandonadas quando da mudança do iMovie 6.0 para o 08. Tanto que a Apple precisou relançar a versão 6.0 como download gratuito no site para acalmar o povão. A nova versão ainda não consegue fazer algumas coisas mais profissionais (não é possível editar mais de uma trilha de vídeo ou áudio independentemente) mas quase dá, com o Precision Editor. E os temas e geradores de caracteres… uau… Eu com meu Final Cut Express provavelmente vou gerar esses gráficos no iMovie e, quando necessário, dar aquele tapa final no FCE. (e tem efeito Starwars-scrolling-text urru!)

A estabilização de imagens teria sido muito útil no meu videozinho de Natal e é dessas tecnologias que beira a magia negra (okei, nessa eu entendo a idéia por trás da magia). O conceito de mapas é legal, mas daqui uns meses devemos começar a ver centenas de vídeos no YouTube com mapas e globos animados, mesmo quando não forem nem um pouco necessários. O uso de geo-localização do iPhoto é bem mais útil e divertido. (e como é mesmo aquele papo de adeus à privacidade mesmo?)

Nos EUA o upgrade do pacote iLife vai custar 79 Obamas, com lançamento no fim do mês. Vamos ver quanto o pessoal daqui vai cobrar.

PS: O iDVD, pela pinta do site, não foi atualizado o que é bem… tosco.


7 Jan 2009, 5 comentários.
:: Consumismo,Mac

Garrafamania: o marketing de vender algo que é de graça

Semana passada estava conversando com o pessoal no Twitter sobre o marketing da Red Bull, que vende bilhões com um produto de fórmula aberta que tantas outras empresas (incluindo a Coca Cola) copiam. Red Bull é puro marketing.

Mas há um marketing de bebida ainda mais impressionante: o de água. O NYTimes resenhou o livro “Bottlemania: How Water Went on Sale and Why We Bought It”, de Elizabeth Royte que tenta entender como americanos pagam por mais de 1 bilhão de garrafas d’água por semana quando poderiam simplesmente pegar a água de suas torneiras. (e muitas águas nem podem ser chamadas de “água mineral”, como é o caso dos produtos vendidos pela Coca Cola e Pepsi, que são apenas água filtrada e engarrafada)

Isso, para o bem ou para o mal, é o poder do marketing.

PS: Isso deveria ser discussão para outro texto, mas nas grandes capitais brasileiras a água da torneira também é potável, já que no máximo filtramos a água (retirando, portanto, só a sujeira) e não fervemos (matando os microorganismos). Mas adoramos contar como em nossa viagem a Orlando com a família bebemos água direto da torneira.


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