E no clone, nada?
Disparado o assunto da semana foi Eva, o clone. (putz, que nome de novela da Record sensacional!)
O incrível, como bem ressaltou o cunhadão, foi a comunidade científica internacional e os governantes terem se limitado a dizer “eu não acredito que eles tenham clonado mesmo”. Tá, mas e daí? Não clonaram hoje, podem clonar amanhã. Querem abrir uma filial da Clonaid no Brasil e maluco é o que não falta para se candidatar. (Continua…)
Algumas perguntas assombram minha vida. Uma delas é: como as baleias dormem? Ora bolas, se elas precisam ir à tona para respirar constantemente deve ser um saco dormir de baixo d’água e toda hora ser acordado com uma sensação estranha de estar sufocando.
Eis que o Hiro bota um link para uma reportagem sobre o estudo do sono nos seres humanos — principalmente nos soldados estadunidenses — que cita golfinhos e baleias como seres que “dormem com um olho fechado e outro aberto”, ou seja: descansam certas partes do cérebro enquanto outras se encarregam da subidinha para respirar. O objetivo é entender como estes e outros animais se viram para ficar sem dormir (como os pássaros migratórios, por exemplo) e desenvolver técnicas “naturais” para serem aplicar nos seres humanos.
Eu acho aquela sensação de “ficar debaixo das cobertas” muito boa. Como classificou um amigo meu aquele “ai que vontade de (não) ir trabalhar!” ou o famoso “não mamãe, hoje eu não vou pra aula”. Mas eu confesso que acho o sono um dispedício de tempo, se pudesse tomaria uma dessas pílulas-porrada dos soldados que, dizem, não causa efeitos colaterias e conseguem te manter numa boa 7 dias sem dormir. (e no sétimo dia ele descansou)
É só parar e pensar um pouco que a gente percebe que passa um terço da vida dormindo. Os gatos, por outro lado, passam dois terços da vida dormindo. No meu caso, então, meu gato passa o um terço dele acordado na hora que eu resolvo tirar o meu um terço dormindo, uma beleza…
Micróbios congelados há 2.800 anos são revividos
“Quando os trouxemos de volta e lhes demos calor, eles voltaram a viver”, afirmou Doran, principal autor de um estudo a ser publicado esta semana pela Proceedings of The National Academy of Sciences.
(…)
O Lago Vida tem oito quilômetros quadrados e fica nos Vales Secos de McMurdo, Antártida, cerca de 3.200 quilômetros ao sul da Nova Zelândia.
Tudo na Nova Zelândia! Tudo na Nova Zelândia!!!
Ai caramba, dá pra se decidir?
Eu, como adolescente de 29 anos, tenho muito interesse nesse tipo de pesquisa, mas tenho sempre comido a mesma quantidade de pão (3 torradas no café da manhã e um sanduba ocasional no almoço) e só noto aumento na atividade vulcânica quando como muito chocolate, amendoim, pistache… (pistache… hmmmm)
Novas vacas vão tornar as facas obsoletas
Pesquisadores australianos anunciaram que já é possível identificar o gene da maciez da carne. Assim os fazendeiros poderão usar apenas as vacas identificadas como portadoras do gene para a cruza, gerando através da “seleção natural” um gado com carne mais macia.
E aquela do cientista que virou pro fazendeiro e falou “gostosinha essa vaca, hein?”, você conhece?
Cientistas descobrem mais um “planeta” no sistema solar. O problema é que o conceito de planeta está em debate, com muito pedaço de pedra aí podendo ser rebaixado para a segunda divisão.
Mesmo assim vale ficarmos de olho em uma possível invasão de seres de gelo vindo de Quaoar.
Acabou de passar na TechTV uma reportagem sobre uma empresa americana que oferece tecnologia para escolha do sexo dos bebês. Uma explicação interessante do processo que separa os espermatozóides com cromossomo X dos com cromossomo Y, entrevistas de pais com problemas genéticos que só aparecem em filhos homens, tudo muito bom, tudo muito bonito… Até que eles dizem “A técnica não é perfeita. Somente 20% dos casais que contrataram a empresa tiveram filhos do sexo escolhido.”
Peralá! Pára tudo!
Se você fizer no processo “natural” a chance é de 50%, não? Então, baby let’s do it like they do in the Discovery Channel!
Mas a explicação é mais banal: o processo aparentemente funciona melhor quando se quer ter meninas, o que distorce as estatísticas.
Não existe mulher feia, você é que bebeu pouco.
O estudo feito com 120 homens e mulheres estudantes descobriu que o consumo de até quatro doses de álcool - cerca de um litro de cerveja ou quatro copos de vinho - aumentou a percepção de atratividade de pessoas do sexo oposto em 25%.
Ou seja, o cara encheu a cara com o dinheiro da universidade, só pode ser!
Se você não é chegado num café pode tentar blogar para amenizar os efeitos do Mal de Alzheimer. É o que alguns blogueiros contam à revista Wired.
Idosos que tomaram de três a quatro xícaras de café por dia desde os 25 anos não apresentam sinais do Mal de Alzheimer, é o que diz o estudo.
Olha… vou dar minha orelhada… No Brasil onde se bebe café que nem água eu quase não ouço falar de pessoas com esse problema, enquanto por aqui rola direto. Americano e canadense quando bebe café bebe muito, copão 300ml, mas nem todo mundo toma e alguns tomam “café sem cafeína”.