Teoria científica para tentar evitar o caos de gente que senta na janela passando por cima de quem já está sentado no corredor e passageiros colocando bagagem de mão por cima da cabeça de outros.
Minha tática de embarque continua a mesma: por último.
Não foi dessa vez. Quando líderes religiosos dizem que o mundo vai acabar ele não acaba. Quando cientistas dizem que vai acabar ele não acaba. Em quem podemos confiar?
O próximo fim do mundo está marcado para 2012.
Pelo visto vou ter que mudar o slogan deste blog de “Não faço planos para além da ativação do Grande Colisor de Hádrons” para outra coisa. Parece que a máquina do juízo final no fim das contas não vai destruir o universo como conhecemos e nem mesmo invocar a presença do Monstro de Marshmallow. Pelo menos é o que dizem especialistas do Cern, órgão europeu que opera o LHC. (hmmm… muito conveniente, não é mesmo?)
Segundo eles todas as reações que acontecerão dentro da gigantesca máquina já ocorrem natualmente na Terra por força de raios cósmicos, energia solar e o pensamento negativo de pessoas que ainda não leram O Segredo. Para ajudar a acalmar a opinião pública políticos de renome mudial, advogados e sacerdotes das principais religiões do planeta estarão na base do LHC, na Suíça, quando do lançamento do projeto. Se alguma coisa der errado com o gerador pelo menos a gente se livrou destes chatos.
Com a TV cheia de reality shows sobre as maiores tranqueiras do mundo por que não temos um sobre a Nasa? Já tenho até o nome: Os Camisas Azuis. Ou já existe?

A cobertura do site da agência sobre a missão Mars Phoenix pegou a manha e está cheia de conteúdo, sem o lado frio e técnico das outras missões. Este vídeo, por exemplo, mostra o momento da… amartissagem? da sonda dia 25 de maio com todo o foco humano dos tais camisas azuis.
A sonda ainda tem blog, twitter e várias informações espalhadas por todos os tubos do internet.
Isso sim é reality show para acompanhar e não um para decidir quem vai ser a nova namorada do vocalista do Guitar Hero.
Ou melhor, tem um ancestral em comum entre 6.000 e 10.000 anos atrás. Dica da mamã.
Dia desses esbarrei com esse artigo legal da Wikipédia: estudos que mostrariam a tendência das pessoas em se acharem mais espertas do que a maioria dos ursos, incluindo aqueles que passaram anos especializando-se no assunto em questão. O Efeito Dunning-Kruger. “Na hora eu me viro bem, pode deixar”.
Os pesquisadores Justin Kruger e David Dunning propõe que dada uma habilidade que qualquer pessoa possa dominar mais ou menos:
1. Pessoas incompetentes tendem a superestimar suas habilidades;
2. Pessoas incompetentes não conseguem identificar habilidade de verdade em outras pessoas;
3. Pessoas incompetentes não conseguem reconhecer o quanto são inaptos; e
4. Se forem treinadas para melhorar suas habilidades elas conseguem se tocar da sua falta de habilidade anterior.
No outro extremo, pessoas devidamente qualificadas tendem a subestimar seus próprios poderes.
O trabalho de Kruger e Dunning no tema ganhou o IgNobel de 2000.
A tecnologia também não é novidade. O A9 fazia isso há pelo menos 2 anos (não faz mais?). Mas a implementação do Google Street View ficou muito mais amigável e transparente para o usuário, mesmo que algumas fotos ainda estejam bem toscas e a cobertura seja tão pequena que o produto fica mais na área da “curiosidade turística”. O que não nos impede de ficar horas passeando pela brincadeira, nem que seja pensando na trabalheira que deu tirar todas essas fotos 360 graus!
Um computador que é uma mesa que é um computador. Sensores por todo o canto e múltiplos pontos de toque que interagem até com objetos colocados sobre a superfície. A tecnologia — quem for mais ligado nessas coisas vai dizer — não é nem um pouco nova. Mas como tudo da Microsoft (para o bem e para o mal) a combinação entre hardware e software é o verdadeiro trunfo, lançando a primeira solução comercial na área.
Um aparelho desses ainda custa mais do que o meu carro, US$ 10,000. Por essas e outras a Microsoft está mirando no mercado de cassinos e restaurantes como os primeiros a adotar a idéia. Depois disso será a vez das nossas casas e, quem sabe quando, nossas paredes e, obviamente, nossos joguinhos.
Impressora 3D cria e dá forma a objetos
No futuro, um pedaço de plástico poderá de forma prática e rápida dar origem a um objeto desejado. Perdeu a tampa da bateria do celular, ou a filha quer a coroa de princesa que viu na TV? Em alguns anos, esses itens poderão ser criados em casa, com impressoras tridimensionais. Bastará fazer o download do modelo do objeto, ter a matéria-prima, e mandar imprimir.
Só botando mais minhoca na sua cabeça sobre esse papo todo de copyright e distribuição. Assim como as gravadoras estão vendo seu negócio desaparecer, estariam as fábricas chinesas e lojas de R$ 1,99 condenadas?