Google+ estabelece mais um impressionante recorde de crescimento

Horas depois do Facebook anunciar novidades revolucionárias na interface o Google mostra que não está para brincadeira. Enquanto outras redes como Facebook e o próprio orkut demoraram anos, o Google+ só precisou de uma semana para orkutizar.

Via… minha timeline.

23 Sep 2011, 5 comentários.
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Montanha Russa em Salvador

Esse é o povo brasileiro.


Comparando o PIB dos estados brasileiros com o de outros países

Tudo explicado no Economist.

Via @DriSallesGomes e @alexandremaron.

5 Sep 2011, 2 comentários.
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Brasiu x resto do mundo: parando de receber e-mails

Parar de receber e-mails da Audible.com e do Lord of The Rings online: clicar um link no e-mail, clicar um CONFIRMAR no site.

Parar de receber e-mails no Submarino e na Americanas.com: eu preciso entrar com meu usuário e senha antes de confirmar. Na Americanas eu sou direcionado para o menu principal, tenho que achar qual opção do menu me leva ao cancelamento para depois preencher um campo de redação duvidosa. (Quer parar de receber os e-mails? [ ] Sim)

Mas o melhor mesmo é o Sam’s Club. Quando clico no link do e-mail dá simplesmente uma mensagem de erro.


Depois perguntam como vai a comunicação digital no #brasiu

Se você tem alguma ligação com o filme Cilada.com, aqui vão alguma informações importantes:

- um filme chamado Cilada.com merece um domínio Cilada.com

Os caras botam o nome de cilada.com no filme mas nem se dão ao trabalho de registrar o domínio. Tipo… vamos anunciar pra cacete na Globo, pra que domínio né miagent?

Descoberto pelo @juarezaleski.


A imbecilidade tem subsolo

Depois de mandar um “cessar e desistir” para o B9 por noticiar a escolha do logotipo da Copa 2014 (que deve ter custado uma boa grana para ser divulgado por assessoria de imprensa) recebemos uma notificação igual por compartilhar o link sobre o assunto no Google Buzz.

Imagina agora quantas mensagens como essa o Google não está recebendo.

Imbecilidade, não dá pra chamar de outra coisa. Acho que está na hora de a gente processar essa empresa de “information security” por danos morais.


O valor das coisas e das pessoas

Quem ontem cortaria nossa grama por uma merreca, hoje estuda para ser oficial de Marinha. Quem ontem viria lá de Jardim Pobreza pra depilar nossas pernas, hoje mora no mesmo bairro, pega o mesmo metrô e ainda compra a última mussarela de búfala bem na nossa frente no mercado!

Se você acha isso tudo horrível, se o maior poder de barganha da babá te faz sofrer, se odeia ver essa gente diferenciada no seu voo, recomendo esse site.

Enquanto isso, sofrendo ou não, é bom a gente ir se acostumando. Hoje, no Brasil, existem menos pessoas dispostas a lavar o chão o dia inteiro em troca de um prato de comida. Por isso, entre outras coisas, estamos a caminho de nos tornar uma sociedade mais justa, mais humana, mais digna. E, ao longo desse caminho, vamos ter que aprender a cortar nossa própria grama e fazer nossas próprias unhas.

Quem sabe você até perceba que nem precisa tanto assim de grama cortada e unha feita.

vai lá ler tudo no papodehomem.com.br

Alex Castro na sua melhor forma.

Via @anninhamaron.

7 Jul 2011, 1 comentário.
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Tumblr da hora: Não Tenho Preconceito! (mas…)

Mais manifestações de afeto em naotenhopreconceito.tumblr.com

Via @gaiapassarelli.


Ninguém é rico no Brasil

Não se conhece milionário americano que não doe parte significativa de sua fortuna para fins filantrópicos. Entre os americanos classe média que conheço, tanto de esquerda quanto de direita, tanto reacionários quanto progressistas, todos doam muito do seu tempo e alguma parte de sua renda para projetos assistenciais e filantrópicos. Nos EUA, o dinheiro é visto como recompensa por trabalho duro mas também, no melhor estilo Homem-Aranha, como uma espécie de super-poder que traz consigo algumas responsabilidades.

A situação no Brasil não poderia ser mais diferente. Nossa cultura católica ao mesmo tempo em que estimula uma certa ostentação da riqueza (comparem uma igreja católica e uma luterana), também estigmatiza a riqueza como um pecado mortal. Aqui, uma grande fortuna é sempre suspeita: no imaginário popular, o milionário não é alguém que trabalhou mais duro do que todos, mas provavelmente um grande corrupto, um bandido, alguém com esqueletos no armário.

leia a história toda no LLL, blog do criador do #classemediasofre


Quem é o Brasil na Libertadores?

15 Jun 2011, Comments Off.
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Rede Globo restringe uso de mídias sociais em comerciais

A central de comercialização da Rede Globo encaminhou, através de suas afiliadas, uma comunicação para o mercado publicitário que talvez tenha sido a mais equivocada de todos os tempos.

Por decisão da Rede Globo, os comerciais não podem mais inserir o nome das redes sociais em seus comerciais. E se isso for utilizado, será cobrado MULTIPLICIDADE.

continua em eutedisse.blog.br

Já passamos por isso aqui na agência. Não dá para botar um filme na Globo com algo tipo “acesse facebook.com/nomedocliente“, você tem que levar para www.nomedoclientenofacebook.com.br e de lá redirecionar (nem que seja automaticamente). O raciocínio é que você está fazendo propaganda do seu produto e do Facebook. É como se, num filme de sabonete, o ator chegasse dirigindo uma Ferrari. Você está vendendo sabonete e Ferrari, né?

Só uma emissora de TV faz isso no mundo inteiro. A Globo.


Os rios foram asfaltados


A rigor, portanto, não há enchentes em São Paulo – nós é que construímos a cidade em cima dos rios. E a situação vai piorar. Com as mudanças climáticas, a tendência é que chuvas fortes fiquem cada vez mais comuns – em São Paulo espera-se invernos mais secos (e poluídos) e verões mais molhados (e cheios de enchentes). São Paulo vai ter que descobrir maneiras de absorver essa água. Até hoje, apostou em construir “piscinões”, que são imensas catedrais subterrâneas para acumular água (e lixo, e ratos).

A história completa por aqui.

Essa canalização dos rios acontece em qualquer grande cidade. A conta vem na estação chuvosa.

28 Feb 2011, 3 comentários.
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Enchentes: Assim na Austrália como aqui

Todo ano é a mesma coisa. Chove muito em algum ponto dos 3 primeiros meses do ano (ou nos três). Vidas e propriedades são perdidas. Governantes dizem que choveu mais do que o esperado. Ficamos inconformados em como somos indefesos em relação a desastres naturais. Todo mundo se junta para coletar e distribuir doações.

Enquanto mais de 600 pessoas já foram confirmadas como mortas na região serrana do RJ o estado de Queensland, na Austrália, também está sofrendo com chuvas chamadas por muitos de “a pior da história”, com prejuízos diretos estimados em R$ 1,6 bilhão.

Quantas pessoas morreram até agora? Trinta. Menos de por cento dos números no Rio.

Enquanto nossos governantes ficam dizendo que “não dá para resolver tudo do dia pra noite” ou que “não é hora de procurar culpados” os australianos prometem uma investigação para ver quem errou nos alertas para a população e no controle nas represas dos rios da região. Que, se você for só um pouco sagaz, vai se tocar que são duas coisas que as cidades brasileiras atingidas simplesmente não tinham.

É como a gente fala todo ano: tragédia em país desenvolvido sempre mata menos gente do que aqui. Não dá para jogar a culpa na natureza. E, principalmente, não dá para jogar todo ano a culpa na natureza.

17 Jan 2011, 4 comentários.
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Catástrofe na Serra: o que você está vendo não é nada

Conheci a Ana Erthal nesse mundão das mídias digitais e hoje recebi um e-mail dela (enviado também para outras pessoas) onde conta a visão de quem está na serra fluminense vivendo na pele o problema das chuvas. Está tudo bem com a Ana mas a comunicação, claro, é precária.

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Catástrofe na Serra: o que você está vendo não é nada

Era quarta-feira bem cedo. O telefone tocou “onde você está?”. Era Heloiza Reis. Ela viu a tragédia na tv e me ligou em seguida, para saber como estávamos, “Ana, tem bombeiros soterrados, a avenida está toda alagada, não tem acesso, você não viu nada?”

Não, eu não tinha visto nada. Eu, que estava feliz de ter cancelado meu encontro com a nevasca na América, tinha passado a terça-feira inteira em Nova Friburgo visitando escolas para a Lorena. Aviei remédios em três farmácias diferentes e meu pai me levou a vários bairros para que eu conhecesse caminhos alternativos, já que o trânsito em Friburgo dava sinais de como a cidade crescera.
Meu pai, sem saber, dava adeus à muitas ruas, bairros, casas… lugares onde morou e brincou na sua infância em Friburgo.

Foi difícil cair a ficha. Esperamos até o jornal da tarde na tv e aí sim tivemos dimensão do caos. Não dava pra acreditar no que estávamos vendo. Já estávamos sem o sinal 3G, mas o celular CDMA estava recebendo chamadas. É o único até agora numa região de 20 km que consegue se comunicar. Os telefones da vila, em Barra Alegre, só falam internamente. A escola tem internet. Ninguém sabe como. Mas tem muita gente lá procurando se comunicar e a velocidade é bem lenta.

Consegui mandar um e-mail pra quatro pessoas: “Cândida, avise meu irmão que a ponte caiu; Patrícia Haddad e Carolina Benevides, avisem que as cidades depois de Friburgo estão ilhadas; Andrea Hecksher, não tenho como enviar a pesquisa”.

Depois de devorar Nova Friburgo, o Rio Bengalas encontrou outros córregos e se enfureceu, tornou-se o Rio Grande depois do véu da Noiva e derrubou todas as pontes que encontrou pela frente. As cidades de Sumidouro, Duas Barras, Bom Jardim, Cantagalo, Cordeiro, Macuco, Madalena estavam com acessos comprometidos. Bom Jardim ficou dois dias ilhado, todas as pontes que ligavam a cidade cairam. Hoje, ouvi dizer que estão colocando uma ponte no Maravilha, mas não sabemos ao certo.

Daquela família de 12 pessoas que morreram em Itaipava, oito eram nossos parentes. Nosso tio Helênio perdeu a esposa, netos, o genro e a sogra. Ele está na UTI e ainda não não contamos isso para minha avó de 86 anos. Ele não é eu tio direto, mas a família Erthal é assim: todo mundo é tio e primo. Achei uma foto nossa no sítio que eles tinham aqui em Barra Alegre. É desolador pensar nisso.

Conseguimos falar com outros tios em Nova Friburgo, no telefone fixo deles. Tia Hilma e Tia Hildinha. Todos estão bem. Estão alojando pessoas que perderam tudo. Outros não sabem como estão suas casas. Água só para o vaso sanitário, não tem luz e nem telefone celular desde quarta-feira. Lá a comida está acabando. Começou a onda de boatos, como a do rompimento da represa que apareceu no jornal e os arrastões no comércio que contribuem para o clima de desespero.

Você pode tomar banho? Matar sua sede, sua fome? A maioria das pessoas em Nova Friburgo não. Não é sensacionalismo. É realidade. O medo de novos desabamentos, a falta de comunicação, a chuva que não cessa, os telefones que não funcionam, as rádios e a tv noticiando o tempo todo, mais e mais mortos e desalojados… tudo isso cria um cenário de guerra.

Aqui, em Barra Alegre não tivemos vítimas. Temos luz, temos água, estamos fora de risco, a comunidade é solidária. Não há mais gás, não há mais gasolina. Estamos ilhados, sem saída, por enquanto. Mas ainda temos remédios e mantimentos. E não conseguimos parar de pensar em tudo isso. Não é só água e sujeira na casa das pessoas. São comércios que fecharam ou provavelmente vão fechar. É o desemprego, a falta de lugar pra morar, os preços que, pelo que vi na tv, já subiram no Rio. Quanto tempo vai demorar pra que a cidade volte a ter a atividade, a dinâmica que tinha. O que será da principal atividade da região que empregava milhares de pessoas.

Não dá pra saber o que fazer. Os amigos ligam a todo instante de todos os lugares do Brasil. O que eu digo é sempre o mesmo: o que está na tv não é nada. A catátrofe é muito maior. Se puder, doe sangue, alimentos e água nesses pontos que a tv indica. Ajudará muito. Cobre do poder público, dos políticos, espalhe as mensagens. Faça o que puder. Tem muita gente precisando.

14 Jan 2011, 3 comentários.
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Inovação: Gastos x Patentes

via psfk.com (clica pra ampliar)

Que o Brasil não é o país da inovação científica a gente já sabe sem precisar de nenhum gráfico. Este aí cruza o orçamento de cada país versus o número final de patentes registradas: quanto maior o cubo mais patentes-por-dólar. Tivemos 585 enquanto a Coréia do Sul, país mais eficiente, tem 175 vezes mais. (e só a metade do Japão)

Via @louback.


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