Eu nos bastidores do Roda Viva da TV Cultura

Hoje de noite vou participar dos bastidores do programa Roda Viva da TV Cultura, que vai colocar no centro do ringue o prefeito do Rio, Eduardo Paes. Também estarão por lá Raphael Prado, Fabiano Angélico e Thais Villela, twittando em tempo reaaaal. (também vai ter uma quarta pessoa tirando fotos e mandando pro Flickr, mas não me avisaram quem é)

Sobre o programa:

O programa ao vivo é transmitido exclusivamente pela internet, na IPTV Cultura. A página de cobertura tem três câmeras de transmissão (Programa Ao Vivo, Bastidores e Charges do Caruso). Abrimos a câmera de bastidores às 17h30, uma hora antes do início do programa. As câmeras Ao Vivo e Caruso entram às 18h30, quando já estamos no estúdio para a gravação do programa.

Não perda!


Como o Twitter e o iPhone me ensinaram a não ficar estressado com o excesso de informação

greader-iphoneEu era uma daquelas pessoas que vivia tensa por causa do número crescente de itens não respondidos na caixa de entrada, dos textos não lidos nos feeds assinados, do excesso de coisas jogadas no Twitter que eu não podia acompanhar… Foi então que vi a luz: simplesmente entreguei os pontos, desencanei, desisti de acompanhar tudo. E passei a ser uma pessoa mais calma.

Toda vez que saía da frente do computador para almoçar ou ir ao dentista eu voltava ao Twitter e ficava vendo todas as páginas anteriores de conversa até voltar a estar por dentro de tudo. Isso, claro, era no tempo do Twitter arte, do Twitter moleque, do Twitter de várzea, com uns mil usuários onde todo mundo se conhecia e se encontrava na pracinha no fim da tarde pra falar mal da vida alheia. Até dava pra encarar, mas estava na cara que a coisa ia chegar ao nível dos nossos queridos leitores de RSS com seus eternos “mais de 1000 itens não lidos” e aquela vontade incrível de ler tudo.

(Continua…)

16 Apr 2009, 44 comentários.
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Se você segue 10 mil pessoas no Twitter você está enganando 10 mil pessoas

um twitteiroO Twitter é uma rede social diferente. É uma rede assimétrica. No Orkut, Facebook, Linkedin, etc. as duas pontas do relacionamento precisam confirmar a conexão para que ela exista. Se eu sou seu amigo no Orkut você é, automaticamente meu amigo. A abordagem no Twitter é mais parecida com a de um blog: eu posso ler seu blog e você nem saber que eu existo. Mas ao contrário do blog essa relação é mais explícita: eu apareço na sua lista de “seguidores”. (tem gente que odeia a expressão seguidores, dizendo que quem tem seguidor é Jesus mas, ei, é essa a palavra usada pelo Twitter: followers)

Para mim esse é o ponto mais forte do Twitter e o motivo de eu passar mais tempo nele do que em outras redes sociais (e eu nem considero o Twitter uma rede social, para mim ele está mais próximo de um mensageiro instantâneo do que do Orkut). No Twitter eu consigo controlar muito mais a razão ruído-sinal das conversas. Eu sigo e deixo de seguir as pessoas durante o mês de acordo com o volume e qualidade do papo. E, ainda assim, consigo interagir com quem me lê mas eu não leio de volta, já que o Twitter oferece ferramentas (da tela de respostas ao search.twitter.com) para que eu veja quem se comunica comigo.

Daí aparecem os tais especialistas em redes sociais defendendo que você deve seguir de volta todo mundo que segue você. Que é de bom tom, é delicado, é uma gentileza. Guy Kawasaki é o maior defensor dessa abordagem e esse blog chega a dizer que se eu não sigo o cara de volta eu, automaticamente, deixei de ser interessante já que estaria demonstrando que não quero conversar com ele. Essa visão não poderia estar mais errada.

Como bem disse o Danilo “Eu não acredito em ninguem que segue mais de 1.000 pessoas“. Se você segue mais de 1000 pessoas você não está se relacionando com nenhuma delas, você só está recebendo ruído. Ou nem isso, porque se você segue mais de mil pessoas você provavelmente nem abre seu Twitter já que o volume de mensagens é simplesmente impossível de consumir. Só há uma justificativa para seguir todo mundo de volta: se você é uma empresa e quer dar aos seus “consumidores” a possibilidade de mandar mensagens diretas. (e ainda não tenho opinião formada sobre como uma empresa deve abordar o Twitter)

Imagine o cenário dos blogs: “Ei, eu leio seu blog você precisa assinar o RSS do meu blog de volta.” Soa bem imbecil, não? Assimetria: essa palavra resume a beleza do Twitter.

O antropólogo Robin Dunbar defende que só conseguimos manter relações sociais estáveis com, aproximadamente, 150 pessoas. Descontando o número de amigos que quase nunca atualizam seus twitters, quando você acompanha muito mais do que isso as pessoas começam a virar borrões, você não lembra mais a história por detrás daquela carinha, quem é aquela pessoa e o que ela significa. Se você segue mais de 1000 pessoas no Twitter você não está ali para socializar, está ali para aparecer.

Você pode pensar “puxa, que legal, o cara me seguiu de volta, ele está interessado no que eu tenho a dizer” mas é claro que não. Ninguém consegue acompanhar o que 10 mil pessoas estão twittando. Você está sendo tão ignorado quanto é por aquele cara que simplesmente não apertou o follow na sua tela você só acha que tem mais atenção.


31 Mar 2009, 177 comentários.
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Como trocar whuffie por cerveja?

Depois que eu dei minha palestra sempre aparece um engraçadinho perguntando como pagar o aluguel com whuffie. :-) Eu ainda estou tentando descobrir, mas pelo menos já consegui trocar por cerveja que, parafraseando o Sílvio Santos, vale mais que dinheiro pra muita gente. Olha o que chegou aqui:

globo_heineken

Sim sim, amiguinho, um keg com cinco litros de cerveja! E uma disco ball de verdade, que transformará minha sala em uma pista para incríveis embalos. Tudo parte de uma ação promocional da Heineken para divulgar seu podcast, a Rádio Heineken, comandada por ninguém menos que o homem, o mito, o símbalo sexual, o fornecedor de coxinhas e salgadinhos apimentados, Maestro Billy.

Mais detalhes sobre a ação (incluindo quem mais recebeu essa enorme caixa) no B#9.


Site é tirado do ar por Ong vegan

Vegans (vegetarianos que não comem absolutamente nada de origem animal) são pessoas da paz, que pensam no bem estar dos animais, são contra a guerra e coisa e tal. Exceto, claro, que você discorde deles no seu site de humor. Aí mandam tirar o site do ar alegando preconceito. Pensa diferente e expressa sua opinião? Preconceito.

Muito feio para imagem de todos os outros vegans-realmente-gente-boa do mundo.


Campus Party 2009

Semana que vem começa em São Paulo a segunda edição nacional do Campus Party, a Woodstock nerd. Ao contrário do ano passado onde só apareci no finzinho pretendo passar por lá todos os dias (mas não vou acampar que eu não tenho mais idade pra isso!) aprontando altas confusões de criação de conteúdo, especialmente em áudio e vídeo. Dentro do CParty vai rolar o Campus Blog, que reunirá muita gente bonita e bronzeada legal discutindo os assuntos mais importantes da humanidade blogosfera. Este que vos bloga mediará o painel sobre podcasts na terça feira. Confira a programação completa depois do break e apareça por lá!
(Continua…)


Blogs on dance!

(post descaradamente copiado e ligeiramente adaptado daqui)

É isso aí pessoas!!! Nasceu a festa! Depois de algumas datas confirmadas e canceladas, agora teremos a nossa festa tão esperada!

<narrador da sessão da tarde> No próximo dia 22 de novembro acontecerá um evento eletrizante! Pela primeira vez os maiores nomes da blogosfera brasileira serão os DJs de uma festa da pesada, que vai entrar para a história!!! Isso mesmo! Dia 22 de novembro, no Recanto da Lapa, clássico reduto do barulho da boemia carioca, você tem um encontro marcado com uma galerinha radical: Cris Dias, Cardoso, Nick Ellis e Beto Largman no comando da festa (com participação mais do que virtual do Maestro Billy)!!! Muita azaração, música, e uma turma animada curtindo altos agitos!</narrador da sessão da tarde>

Gostou? Apoiou? Quer ir? Passe lá no Crítica Construtiva, que está organizando o evento e fique por dentro dos detalhes sórdidos. (é baratinho, derreal)


Faaaaaaaala freela!

Eu sou um dos que defendo que “freelancer” é a maneira de trabalhar do futuro (nas profissões que usam a cuca, é claro). Entre aspas porque a coisa pode ter nomes e formas ligeiramente diferentes mas que no fim das contas significa a mesma idéia de se libertar do relacionamento CLT. O emprego morreu, longa vida ao trabalho. Os profissionais vão se ajuntar em grupos mais ou menos coesos para executar projetos num modelo celular (e muitas vezes unicelular, claro).

E quando o assunto é freelanceiros, O Cara para falar do assunto é o Mauro Amaral, que agora resolveu entrar para o maravilhoso mundo dos podcasts com o Fala Freela. O número zero já começa definindo o que é um frila, que tipo de trabalho ou pessoa deve ou não deve ser executado desta forma e outras milongas mais. Eu recomêindo.


BraincastTV nº3, making of

Gravamos mais um BraincastTV esta semana e, na base da brincadeira, mostramos como funciona um dia de gravações e piadas internas.


braincasttv 3 making of from Cris Dias on Vimeo.


BraincastTV episódio 2

O segundo programa da Braincast TV está no ar, dividido em quatro blocos.

Os três primeiros tem a participação de Alexandre Maron, diretor de redação da Época SP e Alexandre Inagaki, diretor de criação da Pólvora Comunicacão, além do elenco fixo Carlos Merigo e Cristiano Dias.

Os temas foram:

#1: Publicidade infantil e Crimes Digitais

#2: Blogs de Aluguel

#3: Publicidade na internet

Braincast TV

O quarto e último bloco conta com a participação do produtor musical Maestro Billy, do Estúdio Mellancia e Kazi da colmeia, falando de:

#4: Podcasts e Videocasts

Braincast TV

Assista e dê a sua opinião. Na semana que vem tem mais. Não deixe de assinar os feeds na sua versão preferida: Vídeo (MP4) | Áudio (MP3).

(texto descaradamente e preguiçosamente xupinhado do Merigo)

5 Aug 2008, 3 comentários.
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