Sobre o autor

Quem é você?

Meu nome é Cristiano Dias, nasci em 1973 (faça as contas), sou casado e tenho duas filhas muito mais bonitas e fofinhas do que qualquer outra criança no mundo. Pelo menos para mim.

Você não é a Cris Dias? Eu sempre achei que fosse a Cris Dias

Não, e pela foto no topo do site eu tinha esperança de que você já tivesse se tocado disso. Mas não se sinta mal por isso. Quase toda semana eu encontro alguém que diz “poxa, mas eu achava que era menina”. Afinal de contas quem seria louco o suficiente de adotar um apelido tão feminino? Pois é… eu. É que quando eu comecei a usar a Internet ela ainda era a vapor e nossos e-mails só podiam ter 8 letras. Cristiano tem 9, então fui de crisdias mesmo. Eu adoro este meu apelido e me divirto com as histórias da Cris Dias, como a da garota que deu bronca no namorado porque ele linkava “o blog de uma mina”. Mas a Cris Dias existe, ela é hoje a apresentadora do Esporte Espetacular e é muito mais gatinha do que eu, pode acreditar.

Qual sua formação? Em que você trabalha?

Em 2008 eu li um livro muito legal chamado O Ócio Criativo, do italiano Domenico De Masi. Já ouvi que ele pratica o “faça o que eu digo, não faça o que eu faço”, mas o fato é que entre várias coisas ele defende que na sociedade da informação a gente é definido pelo que sabe e não pelo que estudou. Veja o meu caso… Eu comecei a programar computadores lá pelos 9 anos de idade, em um CP-500 e um TK-85. Depois entrei para o curso técnico de mecânica do Cefet-RJ, pulei para uma escola técnica de publicidade e, no último semestre, mudei a especialização para radialismo (que, muita gente não sabe, também inclui TV). Na hora de entrar para a faculdade pensei em fazer desenho industrial mas acabei indo para a boa e velha informática. Mas a essa altura eu já era o que iriam chamar alguns anos depois de “profissional multimídia”. Ou, se você gosta de Kid Abelha, “eu sei de quase tudo um pouco e quase tudo mal”. Veio a Internet, chegaram os blogs e eu comecei a usar esse emaranhado de conhecimentos para saber o que eu sei hoje. No formulário de entrada dos hotéis eu sempre me enrolo no que colocar na caixinha “profissão”. No meu diploma está escrito “analista de sistemas”, mas eu não “analiso sistemas” já tem uns bons anos.

Em 2003, o que já era meu terceiro ano no exterior trabalhando em produtora web, abri sem grandes pretensões o Vilago, uma empresa de hospedagem de sites. Por conta das minhas andanças no mundo blogueiro boa parte dos clientes eram blogs e afins, mas obviamente eu não nego cliente (fora um certo candidato político, mas isso é outra história) e hospedava todo tipo de site. A partir de 2005 passei a trabalhar exclusivamente para o Vilago, quando já estava morando de novo no Brasil.

Mais ou menos nessa época, 2005, comecei a brincar de fazer podcasts, ou como muita gente gosta de simplificar “rádio na internet”. Lembra que eu, teoricamente, sou radialista, né? Daí nasceu o RadarPOP, em parceria com o Alexandre Maron e vários convidados legais. Uma coisa levou a outra e comecei a participar do podcast Braincast, do site brainstorm9.com.br, capitaneado pelo Carlos Merigo. Passou mais um tempo e gravamos uma versão em vídeo, com o pessoal do enxame.tv, iniciativa de produção de vídeo online que estava nascendo na época. Avance mais um pouquinho para agosto de 2008 e, por causa dessa maluquice toda da minha formação e experiência eu fui convidado a ajudar a comandar o enxame.tv. Adianta mais um ano, o enxame não conseguiu lá muitos anunciantes e chegou para a colmeia — produtora responsável por tocar o enxame — o projeto de rodar a campanha de lançamento do novo orkut. Ao mesmo tempo a Hostgator, empresa de hospedagem que estava chegando no Brasil, ofereceu de comprar a carteira de clientes do Vilago. Aproveitei a confluência dos astros, aceitei a oferta e passei a me dedicar a produzir conteúdo na colmeia, com projetos bem legais.

Pronto para adiantar o relógio de novo? Meio do ano de 2010 recebo um e-mail da JWT, segunda maior agência do país em faturamento, perguntando “você trabalharia numa agência”? O cargo era de creative technologist, uma novidade por aqui. Lembra do tal “profissional multimídia” dos anos 90? Agora chama creative technologist e foi meu cargo por dois anos. Ou “o nerd que se comunica”. No espaço de um ano passei de 100% empreendedor a funcionário de firma, com carteira assinada, gaveteiro e crachá. Nunca diga nunca, já dizia alguém por aí. Em 2012 a colmeia se desfez e ao saber disso o grupo JWT chamou o Dudu e o Passa para juntos abrirem a Mutato, uma nova agência no grupo que tem a Casa, a iCherry e, claro, a JWT. Eles me chamaram para ser um dos conceptors da nova empresa e eu topei antes de terminarem a frase.

Como entrar em contato com você?

Sempre por e-mail. Nunca me peça uma coisa por telefone ou instant-messenger. Cinco minutos depois a informação já foi devidamente apagada do meu cérebro. E olha que eu nem sou personagem de filme do Christopher Nolan não. Eu sei que eu deveria ter um sistema melhor para controlar as pendências, seguir do Getting Things Done, essas coisas todas. Enquanto eu não faço isso você já sabe: mande um e-mail.

Podemos qualquer dia bater um papo, pessoalmente ou por chat?

Claro, eu adoro conhecer pessoas, trocar idéias e encher o saco delas com as minhas idéias. Mas lembre-se que eu também sou gente, tenho família, compromissos e, principalmente, muitos e-mails para responder. Nem sempre dá para para dar atenção, mas normalmente eu sou gente boa. Normalmente.

Eu te mandei um e-mail e você não respondeu, seu mané!

É triste mas é verdade, eu recebo mais e-mails do que consigo ler, quanto mais responder. Eu tenho um critério louco e nem sempre coerente do que ler e responder e, em várias ocasiões, eu simplesmente não respondo algo que deveria responder. Não leve para o lado pessoal e, se for algo realmente importante, mande de novo.


3 thoughts on “Sobre o autor

  1. Será que é mais fácil ele ler um email ou um comentário na sua "home page", nunca saberemos pois como o mesmo disse, 5 minutos e a informação foi "removida com segurança".

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