O caro colega @dsollero fez um texto sobre redes sociais que eu gostaria de ter escrito
O grande desafio de qualquer job em Redes Sociais é a escala. A revolução industrial trouxe esse mundo de produção em massa e a comunicação em massa também veio com tudo. Hoje, mesmo com os esforços em marketing direto (feito direito), CRM e etc, ainda temos muita coisa feita para a média do público-alvo. E para confirmar ainda temos algumas peças chamadas de personalizadas em que na verdade ela só vem com o seu nome (geralmente em outra fonte), te tratando com uma pseudo-intimidade mas tentando te empurrar um produto ou serviço que, se te conhecessem mesmo, nunca ofereceriam algo assim.
Aprendemos a lidar com isso e não nos impressionar com esse tipo de ação e já filtramos muitas dessas peças que chegam por correio ou por email. Nós aprendemos mas muitas marcas ainda não. E ficam tentando repetir o resultado em redes sociais. É uma pena porque nesse cenário, é um grande desperdício de tempo e de dinheiro. Uma vez vi uma palestra do Marcelo Tas em que uma das coisas que ele falava sobre como as redes sociais poderiam funcionar para as marcas era: Não subestime a sua audiência.
Hoje mesmo estava passeando nas notícias do mundinho xoxal-publicitário, vendo ações lançadas semana passada e anotei aqui para um dia blogar (ou seja, mais um texto que ficará eternamente na gaveta): “Por que ação de redes sociais no Brasil quase sempre acaba em concurso cultural?” E uma das respostas passa por essa fissura em grandes números para mostrar nos resultados, para ajudar na comparação com a mídia tradicional, jogando pela janela o chavão de que é comparar maçã com banana.
Como eu não escrevi e o Sollero escreveu, vai lá e lê a história toda.