Eu libero comentários sem aprovação prévia no meu site inspirado pelo alto engajamento do Google+ e, menos de 24 horas depois o que acontece? «
Procure, encontre ou
feche.
Eu libero comentários sem aprovação prévia no meu site inspirado pelo alto engajamento do Google+ e, menos de 24 horas depois o que acontece? «
Our stack is pretty standard fare for Google apps these days: we use Java servlets for our server code and JavaScript for the browser-side of the UI, largely built with the (open-source) Closure framework, including Closure’s JavaScript compiler and template system. A couple nifty tricks we do: we use the HTML5 History API to maintain pretty-looking URLs even though it’s an AJAX app (falling back on hash-fragments for older browsers); and we often render our Closure templates server-side so the page renders before any JavaScript is loaded, then the JavaScript finds the right DOM nodes and hooks up event handlers, etc. to make it responsive (as a result, if you’re on a slow connection and you click on stuff really fast, you may notice a lag before it does anything, but luckily most people don’t run into this in practice). Our backends are built mostly on top of BigTable and Colossus/GFS, and we use a lot of other common Google technologies such as MapReduce (again, like many other Google apps do).
Via @chelya.
Explicando a falta de poesia nas mensagens: naquela época a principal maneira de twittar era enviando um (caríssimo) SMS para um número de Londres. Li sobre o lançamento da ferramenta em algum site sobre mídias sociais e tecnologia (provavelmente o Techcrunch), pirei na ideia de publicar seu status de qualquer lugar via SMS e resolvi testar.
Para minha sorte eu fui o primeiro brasileiro a fazer isso justamente na única grande rede social onde é possível saber exatamente quem foi o primeiro. Tiro uma onda com isso e já ajudou nas entrevistas de emprego.
PS: Bem-vindos novos leitores por causa do post no @estadao. Espero que gostem e fiquem.
Publiquei a mesma coisa no G+. Lá eu já tenho seis comentários. Aqui, nenhum. Controle sobre o conteúdo ou engajamento? O que é melhor? «
If you care about your online presence, you must own it. I do, and that’s why my email address has always been at my own domain, not the domain of any employer or webmail service.
You might think your
@gmail.comaddress will be fine indefinitely, but if I used a webmail address from the best webmail provider at the time I broke away from my university address and formed my own identity, it would have ended in@hotmail.com. And that wasn’t very long ago.
Desde que eu escrevi que o Kevin Rose tinha redirecionado o blog dele para o G+ e dito que eu jamais faria isso fiquei pensando se eu não estava antiquado, me comportando como um dinossauro, me agarrando ao meu blogzinho querido. O Marshall Kirkpatrick e o Marco Arment resumiram bem meu sentimento. Meu conteúdo é meu e eu quero ter controle sobre ele. É claro que certas coisas mais rápidas e descartáveis eu jogo no G+, no Facebook ou no Twitter. Mas minha real identidade online é meu blog e não a rede social da semana.

Criada pela Yiying Lu, artista responsável pela já clássica FailWhale. (no perfil dela do G+ dá pra ver as versões anteriores do desenho)
Via Igor Knop.
(não se engane, eu também sou do grupo dos não-faço-nada-útil-e-fico-aqui-babando-no-trabalho-dos-outros)
Esses são só dois exemplos do que a galera anda pirando na música-tema de Game of Thrones.
Via @Nica, por conta do post do RadarPOP sobre o assunto.
Se você tem alguma ligação com o filme Cilada.com, aqui vão alguma informações importantes:
- um filme chamado Cilada.com merece um domínio Cilada.com
Os caras botam o nome de cilada.com no filme mas nem se dão ao trabalho de registrar o domínio. Tipo… vamos anunciar pra cacete na Globo, pra que domínio né miagent?
Descoberto pelo @juarezaleski.
Depois de mandar um “cessar e desistir” para o B9 por noticiar a escolha do logotipo da Copa 2014 (que deve ter custado uma boa grana para ser divulgado por assessoria de imprensa) recebemos uma notificação igual por compartilhar o link sobre o assunto no Google Buzz.

Imagina agora quantas mensagens como essa o Google não está recebendo.
Imbecilidade, não dá pra chamar de outra coisa. Acho que está na hora de a gente processar essa empresa de “information security” por danos morais.
Quem ontem cortaria nossa grama por uma merreca, hoje estuda para ser oficial de Marinha. Quem ontem viria lá de Jardim Pobreza pra depilar nossas pernas, hoje mora no mesmo bairro, pega o mesmo metrô e ainda compra a última mussarela de búfala bem na nossa frente no mercado!
Se você acha isso tudo horrível, se o maior poder de barganha da babá te faz sofrer, se odeia ver essa gente diferenciada no seu voo, recomendo esse site.
Enquanto isso, sofrendo ou não, é bom a gente ir se acostumando. Hoje, no Brasil, existem menos pessoas dispostas a lavar o chão o dia inteiro em troca de um prato de comida. Por isso, entre outras coisas, estamos a caminho de nos tornar uma sociedade mais justa, mais humana, mais digna. E, ao longo desse caminho, vamos ter que aprender a cortar nossa própria grama e fazer nossas próprias unhas.
Quem sabe você até perceba que nem precisa tanto assim de grama cortada e unha feita.
Alex Castro na sua melhor forma.
Via @anninhamaron.
A funcionalidade que já vem com duplo sentido.
Liguei para a Vivo, fiquei 8 minutos ouvindo a musiquinha de espera. Finalmente…
— Bom dia, aqui é Marisa, como posso ajudar?
— Oi Marisa eu tenho um plano família… — e a musiquinha de espera volta a tocar por mais alguns segundos e a ligação cai.
Me senti nesse vídeo aqui.
Want to use Instagram filters without using Instagram? Creative director Daniel Box carefully recreated a number of filters from the popular iPhone app as Photoshop actions, providing a quick and simple way to retrofy your digital photos.
Via @mz.