Ecad – o paladino da defesa dos pobres compositores – repassou quase R$ 130 mil para falsário por autoria de trilhas sonoras

Isso é um roubo, é um crime. Imagino que algum funcionário oportunista pegue uma obra sem autor ou com o nome trocado e a registre em seu próprio nome – diz Sérgio Ricardo. – É uma mostra de como o direito autoral no Brasil é desorganizado. As informações são truncadas, nunca se sabe exatamente o que está sendo pago.

Esse é o famoso golpista que foi olho grande e acabou pego. Quantos outros não existem por aí?

Sinal de que ninguém sabe direito pra onde vai o dinheiro do Ecad, já que ninguém dá falta quando ele vai para outros.


:: Escrito por Cristiano Dias, dia 25 Apr 2011, 09:13, em Olha isso!.
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