Ecad – o paladino da defesa dos pobres compositores – repassou quase R$ 130 mil para falsário por autoria de trilhas sonoras
Isso é um roubo, é um crime. Imagino que algum funcionário oportunista pegue uma obra sem autor ou com o nome trocado e a registre em seu próprio nome – diz Sérgio Ricardo. – É uma mostra de como o direito autoral no Brasil é desorganizado. As informações são truncadas, nunca se sabe exatamente o que está sendo pago.
via oglobo.globo.com
Esse é o famoso golpista que foi olho grande e acabou pego. Quantos outros não existem por aí?
Sinal de que ninguém sabe direito pra onde vai o dinheiro do Ecad, já que ninguém dá falta quando ele vai para outros.
Ano passado a Assembleia Legislativa de SP fez uma CPI para apurar o quê acontece com as verbas arrecadadas pelo ECAD. Qual foi a reação do ECAD? Intimidar o presidente da CPI, Dep. Bruno Covas, e o presidente da Assembleia, Dep. Barros Munhoz, abrindo um processo.
O ECAD não é bacana…