A Copa do Twitter
(e do iPhone e do DJ Cremoso!)
Nas últimas duas copas comentei os jogos intensamente aqui no blog. Na de 2006 então tentei comentar todos os jogos, já que trabalhava em casa, na minha própria empresa e podia me dar essas molezas.
Já em 2010 não me dou ao trabalho de comentar nem os jogos do Braza — não que a seleção do Dunga seja digna de muuuuitos comentários. O Twitter é o canal de comentários. A brincadeira é instantânea, os comentários e as respostas chegam na hora. A coisa no Twitter é tão mais exponencialmente acelerada que até no Galvão e na Veja a galera chegou.
E por falar em novos formatos, se eu não estivesse trabalhando no Palpita Brasil talvez arriscasse de fazer um vlog da copa. Quem sabe fica pras eleições?
Vlog da copa, Vlog das eleições… Futebol, política, faz um sobre religião também!! Vai pegar fogo!!! =)))
O problema do Twitter é que ele é excessivamente volátil e fragmentado. O conteúdo só faz sentido se visto na hora, os comentários se perdem em frases soltas e logo desaparecem. Enquanto que no blog o texto fica consistente e preservado. Eu consigo até hoje ler (e me divertir) com a cobertura da Copa de 2006 sua e de outros blogs, enquanto que o que foi feito no Twitter dificilmente será recuperado.