TIM começa a desbloquear automaticamente os iPhones de toda a sua base de clientes
Depois do tethering liberado, agora sim fomos surpreendidos novamente!
Via @walteen.
Procure, encontre ou
feche.
Depois do tethering liberado, agora sim fomos surpreendidos novamente!
Via @walteen.
Uma pesquisa da UnB (Universidade de Brasília) concluiu que o preconceito e a intolerância religiosa fazem parte da lição de casa de milhares de crianças e jovens do ensino fundamental brasileiro. Produzido com base na análise dos 25 livros de ensino religioso mais usados pelas escolas públicas do país, o estudo foi apresentado no livro “Laicidade: O Ensino Religioso no Brasil”, lançado na última terça-feira (22) em Brasília.
“O estímulo à homofobia e a imposição de uma espécie de ‘catecismo cristão’ em sala de aula são uma constante nas publicações”, afirma a antropóloga e professora do departamento de serviço social, Débora Diniz, uma das autoras do trabalho.
(…)
A pesquisadora afirma que o estímulo ao preconceito chega ao ponto de associar uma pessoa sem religião ao nazismo – ideologia alemã que tinha como preceitos o racismo e o anti-semitismo, na primeira metade do século 20. “É sugerida uma associação de que um ateu tenderia a ter comportamentos violentos e ameaçadores”, observa Débora.
Alguém realmente acreditou que o ensino religioso obrigatório nas escolas públicas ia ser paz-e-amor geral, igualitário, estimulando o debate e tal, como os religiosos disseram que ia ser? Tipo… é ensino religioso! Essa palavra e “tolerância com as pessoas que pensam diferente” não costumam se dar bem não.
Dica do @pilgerowski.
“Não importa quantas celebridades o apoiam, quantos bares abrem mais cedo, quantos comerciais de cerveja eles veiculam, nós não queremos a Copa do Mundo, nós não gostamos da Copa do Mundo, não gostamos do futebol e não queremos ter nada a ver com isso”, declarou Glenn Beck, cuja opinião tem vaga cativa na Fox News, canal que sustentou a ferro e fogo a gestão do republicano George W. Bush e é opositora ao governo democrata de Barack Obama.
(…)
A fúria da direita também se sente na voz elitista de Dan Gainor, analista do Media Research Center. “O futebol é um jogo de pobre. A esquerda está impondo o ensino de futebol nas escolas americanas, porque a América está ficando bronzeada”, escreveu, associando a popularidade do futebol acima do rio Grande com a crescente migração dos mexicanos para os EUA.
Dica do @phenriq.
(e do iPhone e do DJ Cremoso!)
Nas últimas duas copas comentei os jogos intensamente aqui no blog. Na de 2006 então tentei comentar todos os jogos, já que trabalhava em casa, na minha própria empresa e podia me dar essas molezas.
Já em 2010 não me dou ao trabalho de comentar nem os jogos do Braza — não que a seleção do Dunga seja digna de muuuuitos comentários. O Twitter é o canal de comentários. A brincadeira é instantânea, os comentários e as respostas chegam na hora. A coisa no Twitter é tão mais exponencialmente acelerada que até no Galvão e na Veja a galera chegou.
E por falar em novos formatos, se eu não estivesse trabalhando no Palpita Brasil talvez arriscasse de fazer um vlog da copa. Quem sabe fica pras eleições?
The west was focused not on the Iranian people but on the role of western technology,” he says. “Twitter was important in publicising what was happening, but its role was overemphasised.
via @jeffjarvis.
Duas semanas atrás lancei o chamado para que você me ajudasse a entrevistar a pré-candidata à presidência Marina Silva. O papo rolou na segunda seguinte mas, resumidamente, não sobrou tempo para eu fazer a pergunta mais votada pelo internaaaaauta.
Essa semana relançamos o Braincast em vídeo, que estava quase 1 ano sem novidades e o primeiro assunto foi justamente a conversa com a Marina e a aparente obamização das eleições brasileiras, com todo mundo procurando o seu especialista de mídias sociais — se deu certo com o Obama tem que dar certo comigo!
O Braincast agora é produzido por nós mesmos, numa pegada mais relax, mais várzea, em casa, mas com o mesmo amor de sempre. Se quiser ficar por dentro assine o canal no YouTube ou acompanhe pelo Brainstorm9.
Mais do que uma bonança econômica de longo prazo, a megaprodução de petróleo da camada do pré-sal pode trazer graves problemas para a economia do Rio. Como mostra reportagem de Gustavo Paul, publicada pelo GLOBO nesta segunda-feira, a advertência foi feita pela Secretaria estadual de Fazenda, no estudo “Pré-Sal: de quanto estamos falando” – o último comandado pelo ex-secretário Joaquim Levy -, que não tergiversa ao alertar que o Rio corre o risco de ser vítima de uma forma da doença holandesa, ou seja, sofrer um colapso de seu parque industrial devido a uma dependência da exploração da camada do pré-sal.
A julgar pelo mimimi com a história do fim dos royalties é bem provável mesmo.
Eu acho a compressão de vídeo (e de áudio também, claro) um desses milagres da tecnologia. Em lugares com conexão lixo fico feliz que vídeos do YouTube em qualidade baixa (360p) conseguem ser bons o suficiente para serem vistos sem problemas na tela do navegador (em tela cheia os defeitos são mais claros).
Daí o usuário canzona do YouTube resolveu subir um vídeo, baixá-lo para seu computador e subir este arquivo de volta, mil vezes. Ficou mais ou menos assim…
Antes:
Depois:
Os detalhes do projeto e vídeos intermediários você pode ver no Mashable.
A outra alteração é no artigo 12º que obriga o responsável pela transmissão a “tratar de forma isonômica quaisquer pacotes de dados, conteúdo, serviço, terminal ou aplicativo, sendo vedado estabelecer qualquer discriminação”. Na prática, esse artigo coíbe a prática do “traffic shaping”, método utilizado pelas operadoras para reduzir a velocidade de conexão de internautas que fazem uso intensivo da rede, além de impedir que sites ligados à operadora tenham desempenho melhor que outros.
Procurada pela redação do IDG Now!, a Claro disse em comunicado que “ressalta não ser contra a neutralidade de rede. A contribuição da operadora aponta que, por tratar-se de um tema extremamente relevante e complexo, é recomendado estudar a questão com profundidade antes de definir sua obrigação legal”.
Poxa, gente, a Claro não é contra a neutralidade da rede. Ela só é contra a neutralidade na rede dela!
Via @passamani.