A questão do seeding

Vamos combinar? Seeding é chato. Tanto para quem executa essa tarefa, quanto para quem é o alvo do seeding, geralmente consumidores finais e “hubs” da mídia social. E também pode ser chato para a imagem de uma empresa que usa esse método para promover seu produto ou serviço.

Mas o que é seeding mesmo? É como as agências chamam o ato de semear as redes sociais, blogs e Twitter com conteúdo de seus clientes. E geralmente é feito pelo analista de mídias sociais, o chão de fábrica das agências.

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Não se engane, o que muita gente por aí chama de seeding é spam. É ficar indo de comunidade em comunidade forçando o papo garganta abaixo.

O motivo é descrito no texto do Fugita: a estratégia ainda é pensada num timing de mídia de massa, a mensagem tem que ser espalhada para ontem, para o máximo possível de pessoas.

Só que não é por aí, tudo precisa ser mais planejado. (vai sonhando, Cris… vai)

2 thoughts on “A questão do seeding

  1. Planejamento “nas coxa”, resultados “nas coxa”.
    A questão que sempre me faço é: Uma ação dessas por menos planejada que seja ainda tenderá a dar mais retorno que qualquer ação “mídia veia” que ainda trata veículos do século passado como base e internet como “complementar”.

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