How many minutes do people in your city have to work to buy a Big Mac?


From The Economist, a chart showing “how long it takes a worker on the average net wage to earn the price of a Big Mac in 73 cities.”

21 Aug 2009, 1 comentário.
:: Olha isso!

Você achava que os AT-ATs eram feitos em fábricas, né?

20 Aug 2009, 1 comentário.
:: Olha isso!

É proibido dizer “internet é barato”

Os professores pardais de fralda e as amigas nerds da maga patológica renovam o paradigma que acomete o mercado de produtores de comunicação e conteúdo na Internet: é mais barato. Ainda grassa o argumento de que investir na Internet significa, antes de praticidade, antes de pertinência, de foco, de abertura de novas interfaces e clientes, economia. (…) Mas o que não orna com a nova geração nem com com os reciclados dinos é continuar comprando na xepa. E se tem xepa é porque tem gente vendendo barato.

20 Aug 2009, Comments Off.
:: Pontocom

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Dona Saquarema vive!

Saquarema Marta Vasconcelos da Silva. Aqui jaz uma patriota que viveu, padeceu e morreu lutando pelo Brasil. Amou o país, a família e comoveu-se com o drama de Albertinho Limonta. Foi fiscal do Sarney e hoje descansa em paz.

São esses os dizeres da sepultura de Dona Saquarema , uma vizinha da minha tia-avó que, segundo palavras do Manoelzinho Mota durante o enterro, prestou relevantes serviços ao país e ao Lins de Vasconcelos, como verdadeira paladina do amor aos seus e ao auriverde pendão da nossa terra, símbolo augusto da paz, popularmente conhecido pelo povo simples e ignorante como a bandeira nacional ( o Mota estava inspirado no dia).

A sensacional série sobre a maior brasileira que os brasileiros nunca conheceram está de volta. Acompanhe.

20 Aug 2009, Comments Off.
:: Blogs,Brasil-sil-sil

Web 0.0.1

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Momento lojinha: Coleção: Trilogia Star Wars

O pessoal gostou da primeira dica da lojinha então aqui vai mais uma.

É a versão remasterizada, onde o Han não atira primeiro, mas tudo bem. A versão original não existe, até onde eu saiba, em DVD. Tá na promô por R$ 45,00 por tempo limitado.

Atualização: OK, segundo os dedicados leitores nos comentários nessa caixa você encontra a versão onde Han atira primeiro.

19 Aug 2009, 4 comentários.
:: Consumismo

Obedeça esta simples regra do lar e ninguém sai ferido.

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Almofadas 2.0

almofadas_sociais

Se você quer mostrar aos seus amigos o quanto gosta de redes sociais como Twitter, Facebook, MySpace, FriendFeed ou Digg, nada melhor do que as almofadas Social Networking que são feitas a mão pela Craftsquatch.

Para embelezar sua startup web 2.0…


Ei Alan!

Hey Alan,Alan, Alan, Alan,Alan,Alan!!!

18 Aug 2009, Comments Off.
:: Olha isso!,Vídeos

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Descolagem fala sobre convergência e vira gadget, game e aplicativo – Beto Largman: O Globo

Com o tema O impacto da cultura da convergência no entretenimento e na educação, a quarta edição do projeto (outras, menores, já aconteceram) vai apresentar Mark Warshaw, diretor de transmídia e produtor associado do seriado Heroes, Maurício Mota, um dos desenvolvedores do Autoria, premiada plataforma para criar histórias em formato de jogo e Geoffrey Long, pesquisador de Mídia Comparada do Massachusetts Institute of Technology (mais informações sobre eles no final do post). O evento, como todos os anteriores, será transmitido em tempo real pela internet (com um dos canais de áudio transmitindo a tradução simultânea).

E aí, quem vai no Descolagem? (aproveitando para testar o autopost do Posterous…)

18 Aug 2009, Comments Off.
:: Pontocom

Todos seremos supers: o vídeo

[ link direto pro ZéTube ]

O moleque invade a Apple Store NYC, grava vídeos em um computador do mostruário e sobre pro YouTube. Já fez vários. Me faz lembrar imediatamente das pessoas que reclamam das fotos toscas do Orkut dizendo “maldita inclusão social”, como se a internet tivesse sido inventada apenas para elas.

E se for um viralzinho da Apple? Melhor ainda. Ótimo exemplo de branded content.

(via @marcosrs, via rapidinha)

12 Aug 2009, 16 comentários.
:: Pontocom,Vídeos

Radiohead e a morte do álbum

Álbum, long-play, disco… a bolacha de plástico com 10 ou 15 músicas é algo inventado para resolver um problema de produção e distribuição e não um problema artístico. Por isso o Radiohead[bb] anunciou que não vai mais lançar discões, só músicas avulsas para download e EPs.


Na internet, quando todos forem supers ninguém será super

twitter_do_sindromeOs Incríveis deve ser o meu filme preferido da Pixar… mas pelos motivos errados. Eu acho que o vilão tem a mesma visão que eu sobre o tal fenômeno das redes sociais. Visto assim Incríveis é o item mais reaça da filmografia da turma 3D.

Recapitulada básica se é que alguém realmente nunca viu esse filme: num mundo povoado por super-heróis (simplesmente chamados de supers) acontece uma revolta no governo e na população – no melhor estilo Watchmen – e os supers são banidos, proibidos, marginalizados. O raciocínio é que no meio da pancadaria e destruição fica complicado separar super-heróis de super-vilões e que os supers não podem ter tratamento especial só por serem… supers. Eles então precisam levar vidas comuns em trabalhos chatíssimos e impensáveis para pessoas tão especiais, como agentes de seguro ou donas de casa. Até que o super-vilão, Síndrome, tem uma idéia melhor. Quando moleque ele queria ser um super, queria ser o ajudante do Senhor Incrível, ele era seu maior fã! Chegou a inventar uns aparelhos para lhe dar uns super-poderes e tudo. Mas logo é rejeitado. Ele não é um super, ele só é alguém fingindo ser. Daí a idéia de Síndrome: quando todos forem supers ninguém será super. Ele vai criar geringonças que darão super-poderes para todo mundo, tornando poderes irrelevantes. A idéia é genial, pena que no filme ela é do vilão, é a idéia ruim. A criançada sai achando que quem nasceu super (ou foi mordido por algum inseto radioativo) merece, sim, ser intocável e os não-supers devem ficar no seu canto.

Quando eu vejo como as tais mídias sociais vão impactar a nova comunicação eu penso nesse filme, eu penso em como o Síndrome estava certo. Com o poder de publicação de conteúdo qualquer pessoa, se quiser, pode ser o que Marcelo Tas chama de “ser o Roberto Marinho de si mesmo”. Quando eu consigo publicar minhas idéias e receber feedback direto delas é como se todo mundo recebesse um kit do Síndrome e virasse um super.

É por isso que eu acho que a coisosfera (blogosfera, twittosfera, flickosfera…) não está aqui para criar um novo grupo de celebridades (que logo ganham um tom pejorativo como sub-celebridade-c-list de quem quer dizer que essas pessoas não são supers de verdade, são só um garoto usando botas com mola). As ferramentas de auto-publicação de conteúdo online (apelidadas de redes sociais para ficar mais sexy) vem acabando com esse conceito criando tantos nichos que teremos um zilhão de pessoas relevantes, uma para cada grupo de interesse. Na prática, para o mercado de comunicação, será impossível identificar e rastrear individualmente cada formador de opinião de cada grupo, porque cada um estará irradiando sua opinião. Todos serão supers (ou, pelo menos, todos que quiserem serão) e, portanto, ninguém será. Não há star-system na coisosfera. Alguns são mais fortes, outros correm mais rápido, mas todos são supers.

As ferramentas sociais já estão encurtando a barreira entre fãs e ídolos. E o comentário mais comum que você encontra por aí é “estou seguindo o Twitter do Fulano e ele é tão… comum!”. Você vai ler entrevistas de pessoas consideradas especialistas e vai pensar “mas isso eu já sabia” porque ao contrário do que acontecia 20 anos atrás você teve, basicamente, acesso às mesmas informações que o suposto especialista. (daí minha piada preferida do GapingVoid “Você é especialista em mídias sociais? Que coincidência, eu também sou especialista em mídias sociais!!!”)

No mundo onde você aparece na mesma telinha que os ricos e famosos as pessoas que “são famosas porque são famosas” vão se tornar obsoletas. Todos seremos supers. Pena que essa idéia é a do vilão.

10 Aug 2009, 28 comentários.
:: Pontocom

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