Faaaaaaaala freela!

Eu sou um dos que defendo que “freelancer” é a maneira de trabalhar do futuro (nas profissões que usam a cuca, é claro). Entre aspas porque a coisa pode ter nomes e formas ligeiramente diferentes mas que no fim das contas significa a mesma idéia de se libertar do relacionamento CLT. O emprego morreu, longa vida ao trabalho. Os profissionais vão se ajuntar em grupos mais ou menos coesos para executar projetos num modelo celular (e muitas vezes unicelular, claro).

E quando o assunto é freelanceiros, O Cara para falar do assunto é o Mauro Amaral, que agora resolveu entrar para o maravilhoso mundo dos podcasts com o Fala Freela. O número zero já começa definindo o que é um frila, que tipo de trabalho ou pessoa deve ou não deve ser executado desta forma e outras milongas mais. Eu recomêindo.


:: Escrito por Cristiano Dias, dia 25 Aug 2008, 11:47, em Blogs, Lerê... lerê..., Pontocom, Que negócio é esse?.

5 Comentários

  1. Ana Barroso

    E freela ja foi sinonimo de desempregado! Tem muita gente por aí com “freela” no curriculo sem ter um projetinho pra mostrar. O legal do freelance é que você tem mais liberdade para escolher trabalhos que acha relevante e colaborar com quem você realmente tem afinidade. A falta de horário é um pouco irritante, porque é impossível desligar. Mas quando você faz o que AMA tá tudo certo. Enfim – “no greater truth has ever been uttered”: o emprego morreu.

    25 Aug 2008, 13:25, via Mozilla Firefox Mozilla Firefox 3.0.1 no Mac OS Mac OS X
    IP: 200.150.12.106
  2. Mário

    Penso como você.
    As relações de trabalho tendem a ser cada vez menos formais.
    O autônomo já é uma realidade.
    Registro em carteira é coisa do passado e um dia aparecerá uma CTPS exposta em algum museu…rs.

    25 Aug 2008, 14:56, via Mozilla Firefox Mozilla Firefox 2.0.0.16 no Windows Windows XP
    IP: 189.68.173.117
  3. Felipe S. Gomes

    Só uma nota: o freelancer representa uma remuneração maior, mas não existe milagre algum. Os encargos sociais ficam por conta do trabalhador. Plano de previdência, seguro de saúde, odontológico e o fundo de garantia não existem. Nós mesmos devemos nos planejar para ter todos estes benefícios, e daí a remuneração tende a ser igual ao da remuneração do trabalhador CLT.

    A vantagem é que podemos escolher como aplicar o dinheiro. Ao invés de colocar dinheiro no FGTS, o dinheiro pode ser colocado em um fundo PGBL que tende a ter uma remuneração maior a longo prazo, por exemplo.

    A notícia ruim é que o Congresso Brasileiro é paternalista, e os deputados já querem cuidar de nós, profissionais de tecnologia que trabalhamos fora do regime CLT. Isso significa menos liberdade frente aos itens que enumerei acima.

    Ah, eu sou contra. Acho que o pessoal que trabalha como freela, ou autônomo, tem formação suficiente para superar o paternalismo do Estado brasileiro e decidir melhor como aplicar seu dinheiro.

    25 Aug 2008, 23:37, via Mozilla Firefox Mozilla Firefox 3.0.1 no Linux Linux
    IP: 201.6.208.214
  4. Prontofalei - Marketing, Ações Promocionais, Direção de Arte e Publicidade. » Fala Freela!

    [...] quando o Cris Dias fala que “Os profissionais vão se ajuntar em grupos mais ou menos coesos para executar [...]

    26 Aug 2008, 10:01, via WordPress WordPress 2.6.1
    IP: 64.13.232.17
  5. Felipe Souza

    Mestre Mauro sempre inovando….

    Ficou muito bacana, acho que está merecendo uma camisa!!!! :)

    26 Aug 2008, 22:39, via Mozilla Firefox Mozilla Firefox 3.0.1 no Windows Windows Vista
    IP: 189.13.141.68

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