Ando comentando com os amigos que preciso ensaiar minha resposta para quando alguém me pergunta “Você trabalha com o quê?” Sempre fico na base “Bom… assim… veja bem…” porque como bom profissional do mundo digital eu faço um monte de coisas. E como já bem dizia Domenico De Masi hoje em dia a gente não é mais definido pelo que somos (sou engenheiro, sou adevogado, sou músico…) mas pelo que sabemos.
Daí que esse texto do Webinsider me deixa aliviado ao mostrar que eu não sou o único que se enbanana nessa resposta.
Eu sou um dos que defendo que “freelancer” é a maneira de trabalhar do futuro (nas profissões que usam a cuca, é claro). Entre aspas porque a coisa pode ter nomes e formas ligeiramente diferentes mas que no fim das contas significa a mesma idéia de se libertar do relacionamento CLT. O emprego morreu, longa vida ao trabalho. Os profissionais vão se ajuntar em grupos mais ou menos coesos para executar projetos num modelo celular (e muitas vezes unicelular, claro).
E quando o assunto é freelanceiros, O Cara para falar do assunto é o Mauro Amaral, que agora resolveu entrar para o maravilhoso mundo dos podcasts com o Fala Freela. O número zero já começa definindo o que é um frila, que tipo de trabalho ou pessoa deve ou não deve ser executado desta forma e outras milongas mais. Eu recomêindo.
No dia dos namorados recebi no fim da tarde um ultimato de quem efetivamente manda na casa: hoje o jantar é por sua conta. Depois de me rasgar de desespero usei tal da grande rede para pedir ajuda à pessoa mais indicada para me salvar: Ricardo Cobra, o Homem na Cozinha.
A noite foi um sucesso (fora um bife supostamente-filé duro de doer que o açougueiro me vendeu) provando que até eu, desastrado total, consigo fazer um prato decente com a devida orientação. Para marcar este feito nosso mestre cuca gravou um videozinho mostrando a receita de sucesso que você confere após o break.