Em nome da ética e da moral

E cai mais um político eleito com uma plataforma baseada na “moral e na família” envolvido em putaria. Um dias os humanos aprendem.


:: Escrito por Cristiano Dias, dia 13 Mar 2008, 09:23, em Welcome to America.

4 Comentários

  1. Fabio

    Pois é, que bobagem essa coisa de execrar um político por se envolver com uma “profissional do séquiço”. Aliás, eu acho até que quanto menos um político se envolver com as chamadas “moças de família”, melhor. Vai que um dia sobra pras nossas filhas e sobrinhas..

    13 Mar 2008, 10:16, via Mozilla Firefox Mozilla Firefox 2.0.0.12 no Windows Windows XP
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  2. Roney Belhassof

    Alias… Não consigo entende pq prostituição é crime.

    A gente pode alugar nossos conhecimentos, nosso raciocínio, nossa imaginação, nossa experiência e até o nosso corpo se somos consultores, administradores, escritores, técnicos ou pedreiros.

    Então porque não podemos alugar o nosso carinho?

    Aqui entre nós… As barras que uma garota de programa tem que segurar para os clientes… Era para elas serem equiparadas a psicanalistas! ;-)

    13 Mar 2008, 17:32, via Mozilla Firefox Mozilla Firefox 2.0.0.12 no Mac OS Mac OS X
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  3. fabio

    Concordo!
    Mas vale lembrar que, embora seja assim em muitos países, aqui no Brasil a prostituição em si não é crime não. O que é crime é a exploração da prostituição, como no caso do cara que agencia e exige comissão. Nós aqui não temos a criminalização, ficamos só a discriminação. :-/

    13 Mar 2008, 18:29, via Mozilla Firefox Mozilla Firefox 2.0.0.12 no Windows Windows XP
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  4. dawalibi

    Mas o lado mais importante da notícia, e que eu acho que o Cris chamou a atenção, foi o fato de que o sr. Eliot Spitzer fez sua carreira política em cima do combate a redes de prostituição. Ele era o Procurador-Geral de Nova York, e construiu uma imagem de “xerife” da moralidade. E aí ele, logo ele, é pego na condição de cliente de uma grande rede de prostituição. Ou seja, o tal “xerife” defensor da moral e dos bons costumes não passava de um grande hipócrita, que fazia em particular aquilo que denunciava em público. Como, aliás, TODOS – e friso bem o todos – os moralistas, ditadores de regras e juízes da moral alheia, SEM EXCEÇÃO – e friso o sem exceção, porque ainda estou para conhecer uma exceção a essa regra (e estão aí os Spitzers e Jimmy Swaggers da vida – esse só os do meu tempo conhecem – que não me deixam mentir). Assim, a experiência mostra que quando alguém fala “fulano é um pecador”, o grande pecador normalmente é quem está acusando.

    19 Mar 2008, 16:26, via Internet Explorer Internet Explorer 6.0 no Windows Windows XP
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