Cloverfield: o Monstro
Um grande amigo cujo nome ficará em segredo, um grande filósofo, tem uma das frases mais pessimistas do mundo. Quando ele sai do cinema após ver um bom filme suspira e diz “Droga, nunca mais vou ver esse filme pela primeira vez” já com saudades da sensação de fascínio e maravilhamento que aquela peça cinematográfica o causou.
Essa frase me veio à mente várias vezes quando vi Cloverfield: o Monstro, que estréia hoje no Brasil. Não que o filme seja o melhor da história da telona, mas porque além de ser um pequeno marco no cinema, por conta do formato já explorado em A Bruxa de Blair, tem um estilo que se começar a ser repetido vai rapidamente torrar a paciência. E porque, claro, foi muito, mas muito divertido ver o filme.
Filmado todo sob o ponto de vista de uma câmera de vídeo pessoal — o filme é apresentado como se você pegasse uma fita perdida no meio de uma Nova Iorque destruída e desse PLAY do início ao finzinho — ele captura bem a cultura atual do “quando todo mundo é uma celebridade ninguém é uma celebridade”, dos blogs, MySpace e YouTube. Com um elenco de desconhecidos (que ajudou a baixar o orçamento para módicos US$ 30 milhões) o filme coloca você lá, vendo a confusão e o desespero nos rostos à sua volta, em primeira pessoa.
A história não vai mudar a vida de ninguém, os personagens não têm lá muita profundidade (nos 84 minutos do filme só dá mesmo para desenvolver o quanto o mocinho é apaixonado pela mocinha e olhe lá) e as atuações são bem fracas, ao ponto da personagem interpretada por Lizzy Caplan, a queridinha do cameraman Hud, me tirar do sério de tão apática. Ela tinha acabado de dar um tapa na pantera, é isso?
Só que o objetivo de Cloverfield não é mudar sua vida nem ganhar um Oscar de melhor atuação. O objetivo é divertir, é ser uma montanha russa. Idealizado por J.J. Abrahams e sua fixação pelo mistério máximo — que em Hollywood deve ser conhecido pelos velhos executivos como “aquele rapaz que entende o que a garotada quer” — e dirigido por seu amigo Matt Reeves, Cloverfield é diversão certa.
PS: Uma coisa é certa, o teaser trailer de Cloverfield foi disparado o melhor do ano passado, deixando você morto de vontade de ver o filme sem entregar nada além do necessário. Trailer bom é aquele que mostra o início do filme e não aqueles que entram em uma de resumir a história toda. Nem perca tempo vendo o “trailer oficial”, fique só com o teaser mesmo.
To muito a fim de ver esse filme, desde quando assiti ao trailer.
Pena que aqui em Bauru ainda deve demorar umas duas semanas pra começar a passar. Mas eu espero, fazer o que!!!!
Abraço!
Acho que o estilo já está influenciando outros filmes como “Diary of Dead” e “REC”, ou não, resta saber quem teve a idéia primeiro. Enfim, quero ver todos, mas também espero que o estilo não comece a se repetir a ponto de ficar insuportável. Abraço!
Minha curiosidade é… se o filme é do ponto de vista de uma câmera de vídeo o filme fica melhor na telona ou na telinha? (ou até mesmo no celular, não?)
Acho que vou ver hoje!
Bom, o teaser do filme não mostra nada, exatamente porque não havia NADA de pronto do filme quando ele foi lançado, nem ao menos o monstro estava definido. O teaser é apenas o próprio diretor do filme gritando que “o bichão estava vivo e era enorme”, enquanto a cidade é destruída. Irritantemente genial.
Fico imaginando o próprio JJ Abrams se inspirando nas teorias que transbordavam nos fóruns por aí pra criar o monstro.
[...] eu e parte da blogosfera (Cris Dias, Rafael Silva, etc) que não tinha ido à pré-estréia de Cloverfield corremos ao cinema para [...]
a lizzy caplan É assim, apática. tudo que você assistir dela, ela tem a mesmíssima cara.
filmaço.
esse filme e uma bosta sem sentido o retardado do hud correndo com aquela camera de um lado para outro e que final que aquele eu te amo foi a unica coisa que vcs pensram para colocar no final quando forem fazer outros filmes pensem antes por favor pois e doido assistir aquele filme
^ Alguém avisa pra ele que no mundo ainda existem vírgulas.
Realmente, o teaser do filme me deixou MORTO de vontade de ver. Mas o filme em sí…
Achei o filme um lixo.
Fora a falta de enredo, má atuações e decisões estúpidas por parte dos personagens dignas de um sexta feira-13, a tentativa artificial de fazer a filmagem parecer amadora é nitida e forçada a um ponto que chega a irritar, parece que eles obrigaram o camera man a filmar todas as cenas, mesmo as 100% paradas com a camera inclinada, simplesmente ridiculo, nem um debil mental se esforcando para manter a camera torna nao conseguiria, mais irreal impossivel.
O teaser é bom, minha sugestao é assistir ao teaser e economizar a grana do ticket, o filme nao compensa.
Tipo…. conselho de amigo, se vc assistiu o trailer, já o suficiente…..se for ao cinema vc vai sair do filme sem saber de onde veio o bicho, o q é o bicho, o porque q o bicho ta fazendo aquilo, se os mísseis fizeram algum dano, e se a bomba atômica finalmente destrói o monstro… resumindo, o filme começa em uma festa de despedida, aí acontece um barulhão seguido de tremores, aí a negada olha pela janela [ e aí o totenkopf conta o filme todo ] e aí acaba o filme e vc se arrepende de ter gastado em algo não muito interresante, a não ser q venha o filme nº2 para responder as suas duvidas…. A moral do filme é o seguinte: “ se alguma coisa estranha invadir a sua cidade e começar a destruí-la , corra longe e seja o ultimo a querer saber o q é, caso contrario vai sobrar pra vc”….
Eu gostei do filme. Além do estonteante movimento da câmera simulando uma filmagem amadora, é a maior concentração de “Jesus Christ”, “Oh My God” e “Oh, shit” por tempo de filmagem. O Hud rezando no helicópetero (”Oh, my god, forgive me!”) também é hilário. O filme todo é hilariante, e o legal é que ele não se leva mesmo a sério.
Bem, eu nunca vi um filme que me deixasse com tanta raiva!!! Na boa quando se assisti um filme, espera-se que pelo menos exista um desfecho para a estória, mas esse filme num tem um final!!! mas mesmo assim você sai da frente da tela sabendo o mesmo que a hora que o filme começou ou seja Nada;;; É irritante se comparar com a “Guerra dos Mundos”, que pelo menos mostrou luta. Nesse filme mostra somente destruição e o quanto os humanos são fracos, pra quem assisti animes esse negócio de que “humanos são fracos e nada podem fazer contra o perigo que atual” é ridículo!!!
Se conselho fosse bom não seria dado, seria vendido!!!
Mas se eu fosse vocês e eu estivesse curioso pra assistir, BAIXEM NA NET, ir ao cinema assistir é jogar dinheiro no lixo!
filmão!
Quem espera fechamento/desfecho em filme é pq foi mal educado pelo cinema norte americano ‘farofa’. Ou pior, tem medo de usar a imaginação pra preencher as lacunas e está mal acostumado em deglutir o que é mastigado por outros.
Zuardi achou um filme um lixo? Normal…