Onde mulheres engravidam como jamais engravidaram.
Onde 6 meses se resolvem em 1 hora.
Atualizando: putz, esse foi o final de novela mais quadradão entre os quadradões. Ninguém se divorciou, venceu o sagrado conceito da família. E quem matou a vilã foi… o vilão! Duh.
– É ali! Não! Foi prali! Mudou de lugar de novo! Para essa estação espacial um pouco, pô!
From ISS, orbiting 220 miles above the surface of the Earth, the qibla (an Arabic word meaning the direction a Muslim should pray toward Mecca) changes from second to second. During some parts of the space station’s orbit, the qibla can move nearly 180 degrees during the course of a single prayer. What’s a devout Muslim to do?
O astronauta israelense (que morreu no acidente da Columbia) teve um problema parecido com o shabat, já que os conceitos de “dia” e “semana” estão ligados à superfície terrestre.
Nós mussumanos não temos, é claro, esse problema. Em vez de Meca precisamos de Mézis. Tendo mézis pra dar uma beiçadis tá tudo legalzis.
Quem vê um prédio do alto para reparar em seu formato “esquisito”? Até a invenção do Google Maps, ninguém. Depois da popularização do site: quase todo mundo.
O que vai levar a Marinha americana a gastar US$ 600,000 para remodelar um dos seus prédios na California depois de reclamações da população. Os fanáticos pelo serviço do Google já encontraram várias formas de propaganda que só podem ser vistas do céu, mas nunca nada tão negativo assim.
Clique na foto para conferir o feito de engenharia direto no Google Maps.
Esta geração de bebês é mais do que obviamente a mais documentada da história. E se tem uma coisa que eu e Anna ficamos vidrados e maravilhados é com as “primeiras vezes” da Clara. Primeira papinha (ela fez uma careta horrível), primeiro banho, primeira saída de casa… É uma incrível fonte de filosofadas profundas ver como é o contato dessa mini gente com coisas que julgamos totalmente normais.
Duas semanas atrás levamos a Clara pela primeira vez para uma pracinha aqui perto, movimentadamente freqüentada por crianças de várias idades. Foi lá onde ela brincou na areia, botando os grãozinhos nas mãos pela primeira vez na vida. Mostrando o registro desse momento num Photoset do Flickr espero que num momento mensagem-profunda-sobre-a-vida você leitor filosofe também sobre estes momentos incríveis que, com o tempo, vão se tornando lugar comum nas nossas vidas. Sobre o que significa isso de pela primeira vez na vida.
Você contratou um “faz-tudo” para pintar as paredes do seu apartamento. Ou uma reforma na casa. Ou uma faxineira. Ou um software de controle de contas a receber. Ou um book de fotos do seu bebezinho fofinho. Ou um freelancer para escrever um texto para o jornalzinho da sua empresa. Todos estes exemplos são da categoria “prestação de serviços” e em todos eles você contratou exatamente a mesma coisa.
Esta série de textos vai falar, ao longo dos meses, sobre vários assuntos do relacionamento prestador-cliente, mas permita-me usar um velho chavão: se tem uma coisa fundamental para você aprender destes textos, uma que vai sempre ser o ponto central de todos os outros assuntos ela é:
Os feeds RSS dos comentários voltaram a funcionar depois de muito tempo. (só fiquei sabendo que redirecionavam para o feed principal do site outro dia quando um leitor me avisou) A seguir: assinar os comentários por e-mail, funcionalidade que este site perdeu quando mudou para Wordpress. «
Sabe aquele episódio do Family Guy indicado semana passada? É muito bom. Quer dizer… ouvi dizer, né? Afinal de contas ainda não passou no Brasil. Um amigo meu me falou! É isso! Um amigo meu, do Canadá, me falou. Veja assim que puder. Quando passar na TV, é claro. Ano que vem.
Então você resolveu contratar um profissional ou uma empresa para fazer aquele serviço para você, seja porque não tem tempo, competência ou paciência para tal. Parabéns, você acaba de qualificar-se como leitor desta série de textos que estréio hoje no meu blog.
A ambição era, um dia, escrever um livro sobre o assunto, mas na velocidade com que eu realizo grandes projetos o lançamento ia acabar acontecendo em um ano tão distante no futuro que “projeto” e “cliente” já poderiam ser expressões tão ultrapassadas quanto “caiu a ficha” e “queimar o filme”.
Olha a caixinha de brindes que o pessoal do 1Up recebeu para o lançamento do Halo3 (que a Microsoft está querendo nos convencer ser o jogo mais esperado de todos os tempos).
Mandar estes brindes ultra-legais, é claro, vale totalmente a pena, já que manés como eu ficam divulgando o lançamento do jogo. Eu queeero. (mas antes era uma boa idéia terminar o primeiro, que eu parei na última fase, e jogar o segundo todo)
Quando as séries começam a trazer um astro especialmente convidado por semana normalmente é sinal que a audiência vai mal e é preciso atrair o público com truques sujos. Se este é o caso do RadarPOP só você, ouvinte, poderá decidir mas esta semana…
No Kottke, de volta com a corda toda à blogança depois da paternidade, um recorte do NYTimes de 1859 do que parece ser a primeira crítica de restaurantes do jornal e, quem sabe, da história.
Recentemente o jornal resolveu abrir praticamente todos os seus arquivos gratuitamente ao público, apostando (na minha opinião, corretamente) que pode ganhar mais dinheiro com publicidade do que com assinatura. De cara já está ganhando esta exposição num dos blogs mais visitados do mundo (o do Kottke, não o meu). Bola dentro, enquanto no Brasil tem jornal que nem ctrl-c deixa fazer.