Descobriram que o SecondLife é uma roubada
Começam a aparecer na mídia reportagens dizendo que o SL é um grande prejuízo para as empresas que nele investiram. Nenhuma grande novidade, é claro, mas…
O raciocínio mediano óbvio a sair disso (e que provavelmente vai parar na imprensa especializada) é a de que negócios virtuais são uma furada, que o SL é a nova bolha, etc. etc. e que só empresas sólidas (no sentido literal) merecem crédito.
Mas alguma dessas empresas relamente achou que ia ser um estrondoso sucesso criar réplicas virtuais de seus negócios em um mundo virtual, onde entre outras coisas as pessoas podem voar e teleportar-se? De que adianta gastar um punhado de dinheiro para ser o primeiro banco/bar/mercearia/tinturaria do mundo virtual? Que valor isso agrega ao usuário? Alguém achou que as regras daqui funcionam diretamente acolá?
Para mim o que aconteceu mesmo é que, mais uma vez, um grupinho de gente esperta e bem relacionada aproveitou um hype e convenceu executivos e publicitários a gastar rios de dinheiro em suas brincadeiras. O conteúdo nunca foi desenhado com o objetivo do lucro a longo prazo do cliente, apenas gerar uma (cara) mídia espontânea. “Acme é a primeira fábrica de bigornas a montar uma fábrica no SL, clique e leia mais.” Esqueceram de perguntar se alguém queria bigornas no SL.
Depois dos comerciais, um uso inteligente do SecondLife.
Engraçado Cris, ontem mesmo no meu blog falei sobre a ‘Segunda Vida’ ser uma furada. Nada mais nada menos que um novo meio de gerar propagandas. Não se pode aplicar regras reais de empresas sólidas em uma brincadeira virtual.
Eu avisei, eu avisei…
[]’s!
Eu também, eu também!
E outro dia, lendo o Slashdot, vi um comentário interessante sobre o SL. Dizem que o item mais comercializado por lá é… genitália.