Um fim-de-semana com muito cha-ching! para a Apple
Estimam por aí que meio milhão de iPhones foram vendidos desde o lançamento na última sexta-feira. Com o preço variando entre $500 e $600, dependendo do modelo, foram negociados até US$300 milhões nestes dias. A Apple fica com alguma coisa entre 20% a 50% deste número. A AT&T, operadora exclusiva do novo aparelho, também deve estar muito feliz já que segundo as pesquisas de “boca de urna” apenas 50% dos compradores de iPhone já eram clientes da empresa.
Esse lançamento do iPhone vai entrar para a história por motivos não necessariamente tecnológicos. A expectativa criada pela Apple e seus fanboys em volta do produto foi tão forte que o primeiro dia de vendas transformou-se num dos eventos de mídia mais importantes do ano, com cobertura ao vivo na porta de lojas, de grandes redes de TV a bloggers plugados em tempo real. Para aumentar ainda mais o impacto o produto, aparentemente, atendeu ao hype e vai ao que tudo indica realmente revolucionar o mercado de celulares inteligentes, para desespero da concorrência.
Enquanto isso, em um país muito distante, as operadoras disputam qual será a primeira a oferecer o iPhone.
Eu aposto minhas fichas na Vivo.
Qualquer uma, menos a Vivo por favor. É a única ausente aqui em Minas Gerais.
Quanto ao iPhone, sem dúvidas foi mais que um lançamento. Foi um big de um evento. Eu fico tentando imaginar um cálculo raso de quanta mídia espontânea, quanto material impresso e digital, a Apple vêm acumulando desde o anúncio do lançamento feito pelo Steve Jobs em Janeiro. O “clipping” lá tá bombando.