Hospital chinês confunde chá com urina
E a culpa, é claro, é do jornalista que fez a denúncia.
“O objetivo dele deveria ser melhorar o serviço médico do país, mas o que ele fez teve efeito contrário”, disse o ministro. “Se a população começar a levar outros líquidos - como cerveja - para os exames, os hospitais terão que criar um novo procedimento para saber se aquela amostra é mesmo de urina, o que vai complicar um procedimento que até então era simples”, completou.
O ministro disse ainda que talvez o chá tivesse elementos químicos semelhantes ao de urina infectada. Médicos, químicos e outros jornalistas ridicularizaram essa possibilidade.
Quando li a manchete, juro que pensei que tinham dado urina para alguém beber.
Aqui no Brasil já fizeram algo parecido, não sei se O Globo ou o Fantástico enviaram guaraná para exame de urina. Deu uma M parecida com essa aí, os jornalistas denunciavam os laboratórios por terem identificado componentes que jamais poderiam aparecer no guaraná, e diziam que o laboratório da Fiocruz (acho) que eles adotaram como referência emitiu um laudo consistente. Os laboratórios, por outro lado, disseram que seus procedimentos não previam que a amostra pudesse ser adulterada com algo que não fosse urina, e que os qualificativos “raros”, “menor que …” etc que apareciam nos laudos eram o padrão para quando esses componentes não fossem identificados.
Agora a pergunta óbvia:
o que será que aconteceria se fizéssemos a mesma coisa por aqui?
Ainda mais em se falando de se colocar o lucro à frente da saúde do cidadão…
Abraços