Realmente você falou tudo! Impossível não comparar! Estou desde ontem pensando em algo para escrever sobre o que aconteceu no pais do Bush, mas não me veio nada a cabeça!
É incrivel, como os caras se preocupam tanto com a pseudo segurança de um pais lah do outro lado do mundo e não conseguem ver que o problema está e começa dentro de casa!
E a mesma coisa vale para nós brasileiros que já estamos acostumados com esse tipo de notícia que nem vende mais jornal!
Acho que todos concordam que a violência no Brasil atingiu níveis de cataclisma. Mas não vale comparar alhos com bugalhos.
As mortes no Rio foram resultados de confrontos entre criminosos e a polícia. Foram fatos isolados e somados. É algo muito, muito ruim. Mas não é a mesma coisa.
O que aconteceu na universidade americana foi um jovem de classe alta matando outros 30 em tiroteios e se matando. Isso é notícia em qualquer lugar. Assim como quando aquele imbecil entrou no cinema do Morumbi e metralhou aquelas pessoas. Naquele dia, qualquer outra notícia perde o sentido.
E não é notícia só porque eles são todos ricos. É porque quando pessoas que têm tudo se matam de forma sem sentido, nós costumamos nos perguntar o porquê.
Além do mais, esses mortos foram notícia sim, nos jornais, na internet e tudo mais. O que não acontece mais no Rio, principalmente, é uma comoção real. Mas isso é motivo pra um post maior e mais complexo…
[...] ia em escrever sobre o assunto, mas quando fui ver, o Cris Dias já havia colocado no papel exatamente tudo o que eu penso sobre o assunto: 1) Trinta e dois [...]
Concordo com o Alexandre. O que distingue o crimes como o da Universidade da Virgínia, do Morumbi Shopping e mesmo o da Suzana Richtofen daqueles outros tantos cometidos em confrontos entre facções ou entre criminosos e polícia são a qualidade do autor e as circunstâncias que envolvem o fato. São crimes brutais, gratuitos e inexplicáveis, praticados por gente “comum”, insuspeita e cuja vida não indica uma potencialidade criminosa. Chocam mais. E não sejamos tão puristas: quantas páginas dos jornais brasileiros ocupam os atentados criminosos que diariamente matam dezenas ou centenas de pessoas no Iraque?
Pois é, eu ontem postei mais ou menos a mesma coisa (mas o meu body count foi mais modesto, porque não me dei ao trabalho de pesquisar). Se tiver tempo leia o fantástico detalhe do telefonema para a Globosat.
[...] o Cristiano Dias falou, impossível não [...]
IP: 208.97.183.13
Ridículo não…
IP: 201.43.148.55
Realmente você falou tudo! Impossível não comparar! Estou desde ontem pensando em algo para escrever sobre o que aconteceu no pais do Bush, mas não me veio nada a cabeça!
É incrivel, como os caras se preocupam tanto com a pseudo segurança de um pais lah do outro lado do mundo e não conseguem ver que o problema está e começa dentro de casa!
E a mesma coisa vale para nós brasileiros que já estamos acostumados com esse tipo de notícia que nem vende mais jornal!
Abcs,
Valdecir
(e o meu site será que sai? hahaha)
IP: 201.13.68.165
Cris, me desculpe mas copiei DESCARADAMENTE o seu post lá no meu blog! Você conseguiu traduzir tudo o que eu queria dizer em poucas palavras.
Se quiser eu tiro o post do ar!
[]´s
Valdecir
IP: 201.13.68.165
Um cachorro que mordeu um homem não vira notícia de jornal. Um homem que morde um cachorro aparece como manchete do dia. Vinte e um no Rio? Bah.
E ainda tem gente que acha que o brasileiro é o povo “mais pacífico do mundo, não entra em guerra com ninguém”. Verdade. Só com ele mesmo.
IP: 72.138.178.60
Acho que todos concordam que a violência no Brasil atingiu níveis de cataclisma. Mas não vale comparar alhos com bugalhos.
As mortes no Rio foram resultados de confrontos entre criminosos e a polícia. Foram fatos isolados e somados. É algo muito, muito ruim. Mas não é a mesma coisa.
O que aconteceu na universidade americana foi um jovem de classe alta matando outros 30 em tiroteios e se matando. Isso é notícia em qualquer lugar. Assim como quando aquele imbecil entrou no cinema do Morumbi e metralhou aquelas pessoas. Naquele dia, qualquer outra notícia perde o sentido.
E não é notícia só porque eles são todos ricos. É porque quando pessoas que têm tudo se matam de forma sem sentido, nós costumamos nos perguntar o porquê.
Além do mais, esses mortos foram notícia sim, nos jornais, na internet e tudo mais. O que não acontece mais no Rio, principalmente, é uma comoção real. Mas isso é motivo pra um post maior e mais complexo…
IP: 201.81.165.162
[...] no blog do CrisDias e vi que alguém pensa parecido. Houve manifestação a nível mundial com todas estas mortes, [...]
IP: 209.123.8.200
[...] ia em escrever sobre o assunto, mas quando fui ver, o Cris Dias já havia colocado no papel exatamente tudo o que eu penso sobre o assunto: 1) Trinta e dois [...]
IP: 208.97.165.27
Concordo com o Alexandre. O que distingue o crimes como o da Universidade da Virgínia, do Morumbi Shopping e mesmo o da Suzana Richtofen daqueles outros tantos cometidos em confrontos entre facções ou entre criminosos e polícia são a qualidade do autor e as circunstâncias que envolvem o fato. São crimes brutais, gratuitos e inexplicáveis, praticados por gente “comum”, insuspeita e cuja vida não indica uma potencialidade criminosa. Chocam mais. E não sejamos tão puristas: quantas páginas dos jornais brasileiros ocupam os atentados criminosos que diariamente matam dezenas ou centenas de pessoas no Iraque?
IP: 200.136.57.16
Pois é, eu ontem postei mais ou menos a mesma coisa (mas o meu body count foi mais modesto, porque não me dei ao trabalho de pesquisar). Se tiver tempo leia o fantástico detalhe do telefonema para a Globosat.
IP: 81.99.112.36
[...] postando sobre isso e eu seria apenas mais um. Agora há pouco lendo o blog do Cris Dias, vi esse post que DESCARADAMENTE reproduzo [...]
IP: 67.19.55.93