Quebrando todas as regras de como fazer um filme. Do roteiro, aos atores, ao posicionamento de câmera e, principalmente, no audio. Tosco, podre, trash. Uma obra prima. Batman: Defenders of the Night.
E a culpa, é claro, é do jornalista que fez a denúncia.
“O objetivo dele deveria ser melhorar o serviço médico do país, mas o que ele fez teve efeito contrário”, disse o ministro. “Se a população começar a levar outros líquidos - como cerveja - para os exames, os hospitais terão que criar um novo procedimento para saber se aquela amostra é mesmo de urina, o que vai complicar um procedimento que até então era simples”, completou.
O ministro disse ainda que talvez o chá tivesse elementos químicos semelhantes ao de urina infectada. Médicos, químicos e outros jornalistas ridicularizaram essa possibilidade.
Enquanto a indústria da música continua dizendo que tocar música na Internet — de podcasts a vídeos do YouTube — faz com que as pessoas deixem de comprar CDs (”aí o cara não precisa mais do CD”) a banda canadense Barenaked Ladies, que nunca fez questão de ter grande gravadora e sempre falou direto para o seu público, está colocando todo dia no YouTube vídeos da chamada Bathroom Sessions. Nos clipes curtos o vocalista Ed Robertson canta no banheiro (notoriamente o cômodo mais acústico de qualquer lar) grandes sucessos da banda. Mas de vez em quando seu comparsa Steven Page aparece em edição especial para cantar músicas sensacionais como One Week outrora eleita por este blog a melhor música de 1998 de 2001.
Já no vídeo de hoje Ed ensina como tocar Crazy no violão. “É moleza.” Sei…
Se você fizer como eu e assinar o feed RSS deles vai ter uma musiquinha nova por dia para curtir. (o que é feed?)
Corcordo, concordo e concordo. Já venho falando isso tem tempo mas sou sempre o chato-velha-ranzinza. Os bons velhos tempos são agora, aproveitem a vida e parem de ficar reclamando de como naquele tempo é que era bom. E não estou falando só de música.
Aliás comprei um livro do cara antes do carnaval e nunca bloguei sobre o assunto. Então lá vai: é muito bom, pena que acabou logo.
O filho e agente literário de Tolkien, Christopher, que já está na casa dos 80 anos, montou “The Children of Hurin” a partir dos manuscritos de seu pai e disse que procurou fazê-lo “sem qualquer intervenção editorial”.
Christopher Tolkien sempre foi um cara preocupado com a integridade do trabalho do pai, sem o objetivo de ser o “novo” Tolkien. É dele o trabalho hercúleo de juntar todos os manuscritos bagunçados do papai John no que virou a História da Terramédia, além é claro dos outros trabalhos póstumos como o Silmarillion e Contos Inacabados, todos deliciosamente chatos de ler.
Num belo dia do fim-de-semana vi na TV o novo comercial do Golf “homenageando” o filme Forrest Gump. Achei legal, emocionante, bonitinho… Mas peralá? O lance do Forrest não era justamente ele largar tudo de material (incluindo chuveiros e barbeadores) e saindo pelo mundo correndo, sozinho, usando só a força das próprias pernas, em contato com a natureza, encarando as pessoas de perto, bla bla blá?
Aí no comercial ele pega um carro 2.0 (ou mais, sei lá o quanto bebe o bicho), liga o ar-condicionado e sai pelo país poluindo geral e vendo todo mundo de dentro do seu pára-brisa? Mais ao contrário impossível.
Ainda não é oficial (ok... acho que agora é) mas a partir de hoje o Vilago suporta hospedagem na plataforma Windows, com ASPX, MS-SQL e todas essas firulas. Se estiver procurando onde colocar seu site é só entrar em contato. «