CrisDias direto da Conferência web 2.0
Muita gente de camiseta, muita gente de terno. Será que isso significa alguma coisa a ser observada?
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Voltando a qualquer momento em mais um boletim.
Procure, encontre ou
feche.
Muita gente de camiseta, muita gente de terno. Será que isso significa alguma coisa a ser observada?
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Feliz ano novo! «
E como já é tradição comemoramos hoje… eu!
34 anos e alguns cabelos brancos. Esse ano tanta gente participou da festa que até acharam que era carnaval. Queisso, é o povo comemorando minha alegria, inteligência, malemolência e, obviamente, humildade.
Como sempre, também, hoje é aniversário do Vilago. Quatro anos facilitando a vida do pessoal e pagando as contas do Cris.
Agro-turismo. Uma saída encontrada pelos agricultores californianos para enfrentar a queda no setor. «
Eu sempre fui defensor das legendas amadoras para séries de TV. São arquivinhos texto colocados juntos dos vídeos baixados “por aí” que nos permitem ver nossas séries favoritas 1 dia depois de passar nos EUA. Quando começamos a ver a excelente série House era assim que funcionava, na base do “amadorismo”. Mas, como eu costumo dizer de vez em quando, amador é só aquele que não ganha pelo que faz, bom ou ruim. Já peguei legendas muito muito ruins, que confundiam iced tea com ice cream. Muitas vezes pelo simples fato de que o texto tem que ser tirado de ouvido. Outras porque o tradutor era esforçado mas realmente não sacou as expressões idiomáticas. Só que no caso de House a legenda “pirata” trazia orgulhosamente os créditos “revisada por Fulano, residente de medicina da USP”. As legendas são amadoras mas são feitas por pessoas que amam aquilo que estão traduzindo e que, ainda por cima, não precisam se preocupar com prazos, produtividade e pressões do cliente.
O tempo passou e lá pelo quinto episódio migramos para o DVD. Aquela coisa oficial, bonita, que oferece a você um produto de qualidade, não uma coisa amadora. Seria o caso se a legenda não fosse uma das piores já encontradas por aí.
Com o episódio desta semana mais dois mistérios incríveis em Lost:
1) Como é que o amigo do Mohinder conhece o Desmond? (pô, será que só tem dois atores de sangue indiano em Hollywood? Ou melhor, três…)
2) A Claire nada todas as manhãs de uniforme completo?
Perguntas sem respostas… perguntas sem respostas…
Depois não acreditam: Google é Deus, tudo sabe e tudo vê.

Pelo visto muita gente ainda freqüenta os mundos de EverQuest, já que saiu essa semana a décima-terceira expansão do jogo, The Buried Sea. Agora os jogadores podem participar de batalhas navais e… conversar em volta de fogueiras. Além disso, como é de praxe, novas zonas foram adicionadas somando mais de 400 lugares diferentes para visitar no universo EQ.
No Natal ganhei 1 mês grátis para voltar ao jogo. Só aproveitei o brinde por algumas horas e como só tenho 2 expansões “das antigas” os lugares que visitei eram, basicamente, “cidades” fantasma, só eu vagando. Uma experiência, por que não?, deprimente em um jogo que tomou um ano inteiro da minha vida.
Esses lugares “velho mundo” ainda tinham os mesmos gráficos de 1999, apesar de os personagens dos jogadores terem seus modelos atualizados (em 2002). As novas zonas parecem ter visuais melhorados, mas sempre dentro dos limites do sistema gráfico.
O curioso é que a assinatura de EQ continua custando US$ 15 — o mesmo valor de World of Warcraft, EverQuest II e qualquer novo jogo. E muita gente continua pagando!
Para quem estiver curioso (ou sem absolutamente nada melhor para fazer no carnaval) o EQ oferece uma versão 100% gratuita do jogo, Escape to Norrath. Como não existe almoço grátis nessa versão você só pode jogar dentro de uma área específica, mas esta é bem movimentada.
Outros jogos do tipo “massivo online” também oferecem versões gratuitas por alguns dias. Entre os principais estão StarWars Galaxies (14 dias), EverQuest 2 (7 dias) e o atual campeão World of Warcraft (10 dias mediante o convite de um amigo que ganha 1 mês grátis quando você assina o jogo veja o comentário).
Já está no Submarino o livro 300 filmes para ver antes de morrer, editado pelo meu, o seu, o nosso Alexandre Maron. Veja a minha resenha original aqui e compre já!
E já que estamos falando em poder para o polvo… Em 2007 quero dar umas sacudidas no Vilago, inventar umas coisas malucas, diferentes, legais e, claro, lucrativas. O que você sugere? Afinal de contas o ano já vai começar!
Saiu mais um Braincast, dessa vez falando sobre conteúdo gerado pelo consumidor. Ou se você quiser dar uma de chique no clube do charuto, Consumer Generated Media. O assunto foi a onda no fim do ano passado, ganhando a capa da Time e da Época. E foi mais ou menos nessa época que o programa foi gravado, mas como levou a Sra. Podcast e os Podcastzinhos para passear no Beto Carreiro World o programa só saiu agora.
O programa tem a participação de Carlos Merigo, o dono da bola, Mauro Amaral, o paquito de meia-idade, Fábio Seixas, o Donald Trump do Jardim Botânico e do Azaghâl do site Jovem Nerd como convidado-especial-que-a-gente-não-deixa-falar.
Eu estou virando o John C. Dvorak do grupo, o polemicuzinho sarcástico. É minha a afirmação “publicitário tem a vida mansa”. Ouça o programa e entenda o que eu quis dizer com isso.
Video-resenha bem legal (e animadora) do próximo jogo a acabar com a vida de muita gente.
Eu meio que decidi que não falar nada sobre o crime do menino arrastado por 7km por bandidos no Rio, principalmente em nome da minha nova fase zen. Acho graça quando esses crimes trazem de volta o papo de acabar ou reduzir a maioridade legal. É como se todos os pivetes, ao completar 18 anos, fossem procurar um emprego. “Droga… acabou a moleza.” Ou como se todos os envolvidos no caso fosse di menor! (só um acusado é)
Mas aí sou chamado de “papo de sociólogo que acha que pobre é lindo”. Aparentemente esse é o tipo de assunto onde as pessoas já têm opinião formada, cristalizada e pronto. Qualquer papo vira bate-boca sem fim.
Então achei essa série de textos do Alex Castro que encaixa certinho no que eu acredito ser exatamente o problema. Lê lá e vai encher o saco dele e não o meu se discordar.
Não, eu não entrei para a Iniciativa Dharma mas sim comecei a fazer Yoga hoje. (já vejo as piadas vindo em minha direção)
Agora eu vou ter que virar um daqueles chatos que falam “iôoooga” quando alguém fala “ióga”.
OscarTorrents.com: todos os filmes indicados ao Oscar prontinhos para baixar ao alcance de um click. Bolação dos caras do PirateBay. «