Cada país tem o zefrank que merece. (dica do Mauro) «
Procure, encontre ou
feche.
Cada país tem o zefrank que merece. (dica do Mauro) «
Esse Snap's preview anywhere que todo mundo anda espalhando pelos seu sites é um pé no saco. E não sou só eu que acha isso. «
É programador web? Quer passar um tempo em Montevideo curtindo uma de freelancer? Sua chance chegou. «
Saiu o Wordpress 2.1 (já movendo as engrenagens deste blog). Mude já. «
Mr. Manson é a melhor cobertura do São Paulo Fashion Week. Afinal de contas ele não está nem aí pra moda. Ou está?
Finalmente, elas chegaram para ficar! Qualquer pessoa que tenha nascido no século XX sabe: a moda no século XXI teria que ser, inevitavelmente, a túnica prateada. Os filmes que retratavam como seria a humanidade após o ano 2000 eram unânimes neste quesito. Todo mundo sabia disso, as túnicas prateadas e uma invasão extra-terrestres são as duas únicas certezas que temos quanto ao futuro.«
Pablito, jovem torcedor do Boca Juniors queria uma homenagem eterna a seu time de corazón: mandou tatuar um baita escudo do time de Maradona em suas costas. O que o pobre do Pablito não sabia era que o tatuador era um fã maior ainda do seu time rival, o River Plate.
Ao chegar em casa Pablito foi mostrar com orgulho aos pais o desenho quando foi avisado que o que estava realmente em suas costas era… um enorme bilau.
Afinal de contas outras empresas pagaram pelo direito de informar a você sobre o Pan e o COB precisa protegê-las, já que é para isso que ele existe, certo?
Segundo o pessoal que integra e pensa o COB, a idéia é que somente os veículos que adquiriram direitos de TV e rádio possam transmitir as imagens o áudio e publicar textos e fotos. Na visão deles todo atleta que publicar um site pode se tornar um concorrente ilegal e predatório e por isso deve antecipadamente ser proibido de tal gesto bárbaro.
Eu acho que o Brasil precisa de um anti-advogado. Um cara que pra mostrar como tudo isso é uma grande idiotice coloca em prática. É só começar a acionar judicialmente todo mundo que vai contra regras imbecis como essa. (nem sei se é possível alguém de fora do COB acionar um atleta por conta disso, mas isso não é problema meu! ehehe) Cada lei ou regulamentação tirada da cartola ser levada ao pé da letra para ver se o pessoal se toca. (como os provedores de acesso fizeram no caso Tubarelli)
Em tempo: blogar é uma maneira de ajudar os atletas a conseguir patrocínio. Blogue e eu te dou uma grana para você continuar desenvolvendo o esporte no país. A Oi é o primeiro exemplo que me vem à mente, mas obviamente existem outros.
Quando o Google comprou o YouTube muita gente se perguntou para que gastar mais de um bilhão e meio de dólares em um site se você já tem um igual. A resposta é: por sua causa. A comunidade gerada em volta do YouTube é muito maior do que de qualquer outro site de vídeo. (e, aparentemente, o Google Video mira em outro público)
Mas em termos de interface eu sempre gostei mais do Google Video, por privilegiar na tela o que é mais importante: o vídeo. Outra coisa que sempre me irritou no YouTube foi o fato de o site ter um fundo branco com uma telinha de vídeo, muitas vezes escuro, no meio. O site tinha que ter um fundo preto, para dar o contraste e atenção máxima ao vídeo.
Com este ódio em meu coração visitei o repositório de brinquedos para Greasemonkey ontem. Greasemonkey é um conceito complicado para explicar em algumas linhas, mas é talvez o principal motivo para alguém usar Firefox. São pequenos programas em Javascript que permitem alterar sites em tempo real sem nem mesmo a autorização do dono do site. Como tudo numa página web é um objeto e Javascript é, basicamente, uma linguagem de manipulação destes objetos é possível fazer coisas bem legais com o Greasemonkey. Só que até então o script mais complicado que eu usava mostra a idade dos atores no IMDB. Bem bobinho…
Entra em cena o YouTube Googler que simplesmente transforma diante dos seus olhos o YouTube numa interface Google Video. O vídeo é esticado (ou seja, tem uma certa perda de qualidade), os comentários vão para o canto e o que importa de verdade está no meio sem muito branco em volta. O YouTube nunca mais será o mesmo, literalmente.
Se quem é vivo sempre aparece o RadarPOP voltou depois de 3 meses de férias. Ai meus tempos quando eu tinha 3 meses de férias. Ai meus tempos quando eu tinha férias. «
A foto com os fundadores da Microsoft é uma das mais bizarras dos anos 70. Este site conta o que aconteceu com cada um. O mais pobrinho da foto (que foi o funcionário número 1 da empresa) vale hoje US$ 1 milhão. O mais rico... é o cara mais rico do mundo, é claro. (dica da mamãe!) «
Se a palavra é monetizar o melhor é ter ferramentas legais (e não intrusivas) para defender nossos trocados. Vem do pessoal animado de Brasília — Rapha, Marco, Mateus e sua turminha do barulho — o boo-box.com, que é uma idéia tão simples e tão legal que chega a doer.
Qualquer blogueiro que se preze coloca fotos em seu site. Uns, como eu, quase que exageram nessa tarefa. Colocando a caixinha que faz Boo! em cada imagem você vai liberar para o leitor, quando a caixa for aberta, links para produtos relacionados à foto. A classificação das palavras-chave é feita pelo próprio blogueiro, via definições CSS. (class="foto camera viagem", etc)
Os produtos linkados levam o código de afiliado do dono do site. O protótipo usa a Amazon, que facilita ao máximo a vida dos afiliados (ao contrário de outras empresas que se acham a Amazon brasileira…) mas a promessa é de mais opções. O leitor pode comprar direto na caixinha, sem sair do site.
O boo-box está tento uma boa recepção, mesmo com algumas pessoas de pé atrás e outras dizendo que a idéia é tão simples que vai ser copiada indiscriminadamente. Mas justamente por ser muito simples de usar ela não precisa ser copiada. Basta usar o site original, não?
A crítica mais válida é o medo de uso para phishing. Alguém poderia fingir ser o boo-box (quando ele já for altamente popular em vários blogs), colocar uma caixinha levando a um site imitando a Amazon e roubar sua senha Amazon ou até mesmo seu número do cartão de crédito. Não há como saber se ali dentro está realmente a Amazon ou não. Quem é mais experiente em navegação vai usar algo tipo “abrir em nova aba”, mas esse pessoal já é razoavelmente imune a phishing.
Eu estou sempre reclamando de que o Brasil em geral e a web brasileira em particular é de uma falta de criatividade insana. Estamos sempre copiando modelos americanos, vide os 20 clones de Digg ou YouTube que apareceram ano passado, sem criar alguma coisa de verdade. O boo-box deve ser, até o momento, o único site web 2.0 realmente brasileiro e original. Mais sensacional ainda que, ao melhor estilo empreendimento-web, não veio de nenhum medalhão da Internet que dá declaração em jornal e revista. Veio de uma cidade que nem é considerada pólo de web no Brasil.
PS: O boo-box é orgulhosamente provido pelo Vilago, a melhor hospedagem de sites que eu conheço.
PS/2: Lembra da história de que a URL do seu site pode afastar visitantes? Depois de vários dias quebrando a cabeça para entender por que algumas pessoas não conseguiam acessar o site descobrimos que o problema estava no domínio originalmente usado pelo pessoal: booboxland.com, que poderia ser traduzido como “terra dos bois de peitinhos”.
Tirando a poeira da seção de wallpapers, afinal de contas esse é o ano de Homem-Aranha 3! (Alexandre já deve estar tendo faniquitos)
Vagando pelo passado do meu blog (vaidade mais comum entre blogueiros do que você acredita) achei essa história aqui.
Sabe como terminou? Casaram ano passado.
No fim do ano a blogosfera brasileira foi tomada por uma febre maior do que RBD em pré-adolescentes: virar um pro-blogger. Isso mesmo, viver de blogar. Eu mesmo já falei sobre isso em outra ocasião.
Você passeia pelos blogs e começa a ver anúncios do Google em todo canto, inclusive em cima do texto que pretendia ler. O alvo direto são os tais “paraquedistas de Google”, gente que chega procurando coisas absurdas, bate no seu blog porque não sabe usar a ferramenta, clica em tudo que vê e gera os centavinhos.
Monetizar, monetizar. Só se fala nisso, ou melhor, só se pergunta e filosofa sobre isso. Aparecem casos de sucesso aos montes, “eu vivo de blogar”, “pago minhas contas com o blog”, etc. Gente que ganha US$ 1000 por mês com blog. Eldorado. 2007 vai ser o ano do pro-blogger brasileiro. Em dezembro deve sair na Veja, aguarde.
Eu não só não tenho absolutamente nada contra a idéia de receber dinheiro por blogar como já afirmei que, indiretamente, vivo do meu blog. Mas a questão não é essa. (Continua…)