Usuários do Computador para Todos trocam Linux por Windows
O Estadão traz pesquisa mostrando que
A Associação Brasileira das Empresas de Software – Abes, divulgou um estudo nesta semana, segundo o qual que aponta que 73% dos usuários que adquiriram seu primeiro PC por meio do programa governamental Computador Para Todos trocaram o sistema aberto Linux, requisito do programa, pelo Windows.
Além disso 47% dos entrevistados alegam ter feito a cópia “gratuitamente”, ou seja: provavelmente instalaram uma cópia pirata em seu computador.
Sou usuário satisfeito de Linux mas acho que não é na marra que se força a adoção de alguma coisa. Os usuários instalam Windows, a meu ver, por dois motivos básicos: poder usar usar os programas que já conhecem (MSN Messenger é o primeiro que me vem à cabeça) e poder dizer em currículos e entrevistas que sabem usar Windows e Office. Não adianta virmos com papo de que existe o Gaim para falar com os amigos do MSN, que existe OpenOffice, BROffice, etc. O usuário comum quer usar o que seus conhecidos usam. Na primeira visita daquele “sobrinho que entende tudo de computador” para ajudar a resolver um problema virá a sentença: “Linux eu não conheço. Eu tenho aqui um CD que já tem o Windows todinho, com Office e tudo.”
O Brasil é um dos líderes mundiais da pirataria de software. Oferecendo um computador popular que só pode vir com um sistema (e que não é o Windows!) estamos incentivando ainda mais a pirataria. Se a venda do computador oferecesse uma escolha o usuário começaria a entender a diferença entre software grátis e pago (não necessariamente entre software livre e proprietário). Nada o impediria de, ainda assim, tirar o Linux e colocar o Windows Piratex Edition, mas muita gente ficaria sabendo pela primeira vez que o Windows é pago e o quanto é pago. (você aí sabe dizer quanto custa uma caixa de Windows XP Home Edition?) Ser pirata vira uma decisão muito mais explícita. Não é forçando goela abaixo que se ganha a simpatia do mercado, principalmente um mercado que notoriamente não coloca valor em uma peça de software.
500 merréus.
Sou uma feliz 100% legalizada. Aqui, uma máquina (a minha, bah) com ruindows, 2 outras com Fedora. Ruindos é obrigação, não tem InDesign pra Linux e eu preciso dele para viver.
Doeu muito mais a necessidade de ter este seguríííííssimo sistema no meu amado computador do que as 500 pratas no bolso.
Epa! Peraí, acho que tu tá enganado!
Meu amigo foi até o magazine luiza e lá tinha dois computadores paratodos idênticos por fora, porém um era mais, o com windows legalizado…
Ele comprou o mais barato (com linux), fomatou e colocou o xpirata.
Mas aí entra o meu argumento a favor dos cds piratas!
Pobre não tem dinheiro pra comprar um cd de 40 reais, então porque não comprá-lo no camelô por 5?
Isso se aplica ao windows original, oras bolas, o pacote do windows original custa mais que um salário mínimo!!! Como não ser o campeão de pirataria????
Se um cd lançamento custasse R$ 10 e um windows original custasse R$ 100, eu teria prazer em comprar tudo original…
Abraços
Neto, quem diz que computador popular só pode ser vendido com Linux é o Estadão. Eu realmente não sei. Se for o caso tudo que relatei no texto foi resolvido e eu escrevi tudo por nada.
Quanto à pirataria, a Microsoft tem o direito de cobrar o quanto quiser pelos seus produtos. Vivemos num sistema capitalista, paga quem quiser e tiver juízo. Dizer que a pirataria é justificada porque é caro demais não rola principalmente quando você tem alternativas mais baratas e grátis. Seu amigo agiu de má fé.
Ou então eu vou entrar numa loja da Mercedes, pegar uma e sair dizendo “se custasse o preço de um Palio eu até comprava”. Eu ando de Palio, paguei por ele.
É o que eu disse no final: no Brasil as pessoas acham que software devia ser de graça, afinal não é “de pegar”. Má fé sim.
Esse argumento de que “se fosse barato eu compraria” não vale. Inventa outra. Existe software ai de 30 dolares que o pessoal prefere piratear. Concordo com o Cris. Não é por que eu não posso comprar um Mac que eu vou tirar um da loja sem pagar. Outros argumentos que eu sempre escuto:
“Ah, mas o soft XYZ que é de graça não faz isso que o ABC pago faz, então o jeito é piratear o ABC”. Não, não é. Você tem outras opções. Você pode aprender a fazer a mesma coisa usando outros programas auxiliares. Você pode entrar em contato com quem faz o software e sugerir a modificacao, Você pode (ohhhh) pagar pelo software ABC, recompensando o esforço de quem passou horas trabalhando nele.(Uma variante dessa é: “ABC é melhor que XYZ”. Ora, pois pague por ABC!)
“Ah, mas a M$ já é rica, não precisa do meu dinheiro.” Não duvido. Provavelmente, você que esta usando o computador e acessando esse site também é rico. Se não é rico pros seus padrões, é pros padrões de alguém. Imagine que esse alguém resolve parar você na rua e lhe diz que você deve passar o tutu pois já é “rico”. Certamente o argumento deixa de ser tão forte nesse momento né?
“Ah, mas todo mundo faz isso.”. Vou nem discutir essa. Se você é assim, deve ser daqueles que não lava a mão quando sai do banheiro. Arrrgh.
Eu tenho windows xp legalizado e ele ta na gaveta. De uns tempos para ca toda vez que eu baixava um windows update o notebook travava no boot. E olha que o note eh um toshiba P4 com 1 GB. Toda semana era isso: atualizava, travava, reinstalava…” encheu o saco. Baixei o Vista Beta, funcionou, mas eh uma bomba. Baixei o Ubuntu e resolvi testar. Gostei, mas visualmente nao era tudo aquilo que falavam, faltava alguma coisa. 1 semana depois descobri o Kubuntu. Estou trocando meu cd do XP original por um pacote de biscoito Maria… preciso dizer mais alguma coisa?
Existem vários computadores baratos com Windows, mas creio que o Computador para Todos, além do baixo preço, também inclui um plano de financiamento em duzentos e setenta e dez prestações, esse que só é vendido com Software Livre.
Você não pode colocar um Mercedes dentro de uma máquina e fazer milhares de cópias dele. Se pudesse, talvez ele custasse menos, caso a política da empresa não seja igual a da MS.
Do mesmo modo não existe “Carro Livre”, pois quem trabalha na construção de um carro não pode simplesmente duplicar sua obra sem nenhum custo para distribuir gratuitamente às pessoas.
Entre em contato comigo pelo meu site para fecharmos o negócio
Fica difícil dizer alguma coisa depois de qualquer comentário do Vladimir. A gente já conversou sobre isso e ele pensa mais ou menos como eu. O Máximo que posso fazer é exemplificar.
Eu uso XP no trampo com os aplicativos de produção básicos: Photoshop, Dreamwever, etc (tudo legalizado). Em casa eu sou um feliz usuário do Ubuntu, com todas as suas vantagens. Além de ser grátis, não preciso passar uma noite quebrando a cabeça de como crackear o WGA (isso vai te gerar um bom adsense) ou esperar um mes ou dois pra usar o macromedia (adobe) studio crackeado.
Comprar? Pra que pagar uma pequena fortuna por esses 3 softwares se tenho soluções alternativas (e muitas vezes melhores) para cada um deles?
Onde os desenvolvedores ganham com isso? Não sei. Só estou fazendo a minha parte de usar um programa legalizado e divulgar todos os benefícios para que o trabalho deles seja reconhecido. Fundações para apoia-los existem pra isso.
O Marcus reforçou minha afirmação de que brasileiro não vê valor em software porque não é “de pegar”: Você não pode colocar um Mercedes dentro de uma máquina e fazer milhares de cópias dele. Se o software deu trabalho ou não para criar isso é mero detalhe. Como eu posso copiá-lo sem que ninguém “fique sem” toda pirataria é justificável.
A desculpa da pirataria é a de que ela é um “crime sem vítimas”. Isso vai ter que virar um post maior…
Não sei se o “usuário comum” não vêem propagandas de revistas, não tem acesso a compras pela internet ou compra computador frankenstein, com softs pirata, por ser mais fácil. A Dell tem excelentes computadores com XP Home Edition original e configuração modesta parecida ao computador para todos (incluindo monitor 17″) por menos de 1500,00. Se não fosse proibido, abriria uma “lojinha” de informática para ser revendedor da Dell, ganharia rios de dinheiro.
O cara pensa, entre comprar o computador popular com um SO que eu nunca ouvi falar (linux) ou com um outro que até o açougueiro da minha rua sabe que é uma droga (win starter edition), e comprar um “computador completinho” do joão ali da esquina, que o padeiro falou que é bom, que vem com todos os softwares instalados (até uns que ele nunca vai usar). Adivinha o que é mais fácil?
É como dizem por aí, pirataria no Brasil é quase um problema cultural.
Cristiano, sua idéia básica de que não se dá valor ao software está bem demonstrada. Claro que isto não se aplica só ao software, mas a qualquer produto reproduzível. E não digo só virtualmente: quem quer um tênis da Nike não pelas suas qualidades materiais, mas pelo fetiche do logo, não vê problemas em comprar uma cópia pirata.
Justamente por isso sua metáfora Mercedes/Palio é muito inadequada. Uma comparação melhor seria com o cara que compra um Palio, mas cola nele um logotipo da Mercedes Benz (bizarrices assim).
A pirataria, porém, geralmente se vale de que a reprodução de uma obra virtual (como um software, um cd ou um programa de tv) geralmente apresenta as mesmas qualidades da obra reproduzida – e o mesmo pode ser dito da cultura de sonegação/contrabando, por exemplo. Ou seja, não é pq vc identificou o argumento base do fenômeno que você pode simplesmente ignorá-lo, pois ele não está em descompasso com a realidade.
Aguardo o post mais longo
Pode custar desde um olho da cara até o a cara inteiro, depende do seu saldo bancário.
Achei bem legal a comparação com os carros.
Mas o maior problema é que o mercado de software é a exacerbação do capitalismo. Os preços oficiais são muito mais elevados do que poderiam ser, porque a indústria de software “percebe um valor agregado” no produto. Enquanto isso o público não percebe valor nenhum e se recusa a pagar, mesmo que seja barato.
Em outras palavras, a M$ fabrica Palios, mas põe preço de Mercedes neles.
Bom exemplo disso são os jogos. Um “game” qualquer hoje em dia também requer um enorme esforço de desenvolvimento, no entanto é vendido por uma fração do preço de um sistema operacional. Porque “game” é diversão, supérfluo, dispensável, enquanto o sistema operacional é obrigatório. O capitalista então pensa “Se é obrigatório, todo otário vai ter que comprar mesmo que eu cobre 1 milhão por unidade”.
Uma vez há muito tempo (na época do Windows 95) li uma informação que dizia que do preço que a M$ cobra pela venda do Windows, todos os custos de fabricação, desenvolvimento e propaganda são pagos com apenas 10% do valor. O restante, 90%, é LUCRO. Duvido que isso aconteça com qualquer indústria de “bens materiais”, como automóveis.
O lance é que é caro demais sim.
Precisamos lembrar que o que se compra é uma reprodução e não o original (a cópia e não o código-fonte). Acho que cabe melhor a comparação com um quadro original ou com os seus posters. Você não pode pagar o mesmo por uma cópia que pelo original.
O conceito está errado. A lógica da indústria do software precisa mudar. E está mudando. Por mais que ainda não seja uma realidade tão ampla assim, o opensource já faz sombra.
É isso aí Rafael e Carol, eu concordo. É capitalismo na veia. Mas agora que temos boas alternativas ao Windows (incluo até o OSX nessa) ninguém mais é obrigado a comprar Windows então piratear “porque é caro” ou “porque o preço é injusto” não vale mais.
Voltando à questão Linux x Windows, é bom lembrar que todos os outros joguinhos (piratas ou não) e software (pirata ou não) que o cara arruma emprestado ou já possuía antes, não funcionam com Linux. E Linux, para a maioria dos usuários, ainda é difícil de configurar e instalar programas.
Ouvi muita gente animada com a venda dos computadores populares com Linux instalado, mas eu sempre aguardei uma pesquisa que mostrasse quantas pessoas colocariam Windows pirata em cima. No fim, é até menos gente do que eu imaginava. Minha expectativa era de 90%…
Cris;
O programa “Computador para Todos” prevê a isenção de impostos nesses computadores e sob o ponto de vista do governo, a adoção do software livre para os computadores vendidos é uma decisão prática, longe de ser bicho-grilo.
Sim, o Windows é padrão de mercado, mas isso não obriga o governo a subsidiá-lo (e consequentemente eu e você pagaríamos para outros terem seu windows). O governo subsidia o computador que vem com um sistema operacional livre fica a cargo do usuário aprender o sistema ou colocar outro.
Tá certo que o programa não é completo, tá certo que o o mercado devia ser mais aberto a outras alternativas que o windows. Tá certo que a forma de se ensinar o uso do computador no Brasil é equivocada. Não tá certo achar que por conta disso o governo tem que subsidiar o windows.
Eu gostaria que as pessoas soubessem que o governo não é onipotente nem onipresente. O governo cria um programa que permite a venda de um computador com isenção de impostos. “Ah, mas não tem windows” Se o governo permitisse o com windows viria uma pilha de outras pessoas: “Ah, mas o governo está dando computador bom pros pobres”. Ninguém nunca fica 100% satisfeito.
Longe de mim achar que tem que subsidiar Windows. Acho que tinha que ter uma opção de pagar R$ 300,00 a mais, que é o preço de tabela do Windows OEM.
Mas é isso aí, não dá pra agradar a todos.
O que eu percebo é que este programa “Computador para todos” visa apenas à inclusão digital. Ninguém disse que os computadores precisam ser o supra-sumo da informática, com processadores Core 2 Due e 2 GB de memória. Têm mesmo é que funcionar satisfatoriamente bem e ter os programas básicos disponíveis.
Seria comparável a um programa que incentive a leitura didática e vendesse enciclopédias simples, populares. Alguém iria reclamar e pedir a Barsa? Não, porque se percebe a diferença de custo entre as duas. Já a diferença de custo entre Windows e Linux não é perceptível.
Esse hábito é ruim para a Microsoft, que perde (ou deixar de ganhar mais) dinheiro. Mas é maior ainda para desenvolvedores de Linux, que respondem por um mercado pequeno e restrito e não têm incentivos para prosseguir com esse trabalho.
A diferença é que o trabalho do software é único. Quando você fabrica 200 Mercedes, você terá o trabalho de fabricar 200 Mercedes, daí a justificativa do alto preço. A Microsoft não faz 200 Windows XP, ela faz só um e cria 200 cópias. Por isso ela teria condições de vender o sistema por um valor menor caso quisesse realmente contribuir para a diminuição da pirataria.
Não estou desvalorizando o software só porque ele não é “de pegar”. Só quero dizer que, embora um software possa ter o mesmo valor de um carro, um lote de softwares não é necessariamente tão valioso quanto um lote de carros.
Mas é como eu já tinha comentado. Não adianta um preço baixo se não tem nenhum bom plano de financiamento.
Issaí, Marcus! Achei que capitalismo fosse isso: se um bem não custa nada pra reproduzir e sua oferta é gigantesca, então o preço deveria ser muito baixo.
Também achei que capitalismo fosse concorrência, mas as linhas de ônibus de uma só empresa estão aí pra me dissuadir desta idéia maluca…
Acho que o capitalismo deveria ser para todos, não só para o andar de cima…
BTW, a pesquisa foi feita para a) Malhar o software livre; e b) Malhar o governo Lula. Mas não fizeram a pesquisa sobre o PC Capado, com Windows-3-janelas, que também está sendo trocado por Windows sem licença.
E meus coleguinhas da imprensa engolem esse tipo de pesquisa e “repercutem” sem a menor crítica. Como fazem com os dados sobre pirataria, divulgados pelos corsários da ABES.
Olá,
Eu sei que já tá ficando velho o assunto
, mas vale a pena ouvir a opinião de Sérgio Amadeu no podcast do IDG Now!.
Minha opinião é de que o governo tem sim que estimular o Software Livre. O que não significa que o usuário não possa ter opção, tem que ter. Mas o padrão tem que ser livre.
cara eu axo que se motivassem as pessoas a usarem o linux a pirataria iria diminuir e muito mais no brasil nao ha a incentivaçao que deveria ter começa nas propagandas os mercados e loja falam assim:”computador para todo com windows vista original” eu uso 2 sistemas o windows e o linux,eu preciso dos 2 mas eu prefiro o linux (no linux tem tudo que tem no windows )
alem de ser muito + barato e facil de usar e pesa + no curriculo =]]
ok
flw
Eu sou usuário do Linux Ubuntu Studio e lá tenho praticamente tudo que eu preciso para design, som, áudio e vídeo.
Só me faltava o Flash que instalei, legalizado, no wine que emula perfeitamente quase todos os programas para Windows
Caros,
Simplesmente desistir de iniciativas tão boas quanto a adoção de softwares livres como o Ubuntu, (testado e aprovado por muitos amigos meus e por mim) porque é um pouco diferente, mas muito mais intuitivo, é burrice. A pesquisa da Abes está sendo muito mal interpretada por quem? Pela manipuladora mídia (estranho não?). Há idéia equivocada de que o programa incentiva a pirataria.
Dos entrevistados na pesquisa, 73% afirmaram ter substituído o sistema livre por Windows. No entanto, isso não significa que é o programa que está levando as pessoas a cometerem a ilegalidade. Na verdade, o Computador para Todos está fazendo com que 30% da pirataria seja evitada, pelo uso de sistemas livres.
A questão é a seguinte: O governo criou um projeto inadequado, que não oferece suporte ao consumidor despreparado. É lógico que não vai dar certo. Há necessidade de criar um ambiente propício para que viabilize este projetinho. Ele realmente pode dar certo. Para usuários iniciantes o Ubuntu é mnuito melhor, muito mais intuitivo, visual limpo, leve, tem tudo. Mas para quem trabalha com design grafico, edição de som ou video… aí não é nem Windows…. é ou Tiger ou Leopard…
O lance é que se o projeto propõe como uma das soluções o software liver, porque não pensa em reduzir gastos no governo, utilizando estes softwares, nas empresas estatais que usam apenas Excel, Word, Internet, Windows Media Player, MSN e tal?
Sobre o bsicoito, eu tinha uma versão do windows, e realmente estou muito mais feliz com meu biscoito dona maria.
Este negócio todo é complicado.Sou totalmente contra a pirataria, mas tambem contra a hipocresia. Quem conhece a história do Windows sabe que quem inventou a primeira interface gráfica foram os programadores da XEROX e que foi a Apple quem copiou(não sei se foi pirataria pois dizem que a propria Xerox permitiu), O Windows surgiu de uma parceria da microsoft com a Apple, não para fazer o Windows, mas para melhorar o sistema da Apple e introduzir as planilhas e editores de texto, porém a Microsoft fez um sistema próprio e vendeu como se fosse ideia deles. Não sou eu que estou dizendo isso, somente repasso o que eu li na rede e assiti em filmes. Quem quiser conferir é só pesquisar na rede ou assistir Pirates of Silicon Valley (1999)(Piratas do vale do silicio).Tenho três licenças OEM do windows e adoro o Linux, uso o Ubuntu e o meu Kurumin7 inseparável que levo em meu pen drive bootavel.
Não sou contra o uso do Windows, pois, o que a Microsoft e a Apple fizeram, fazendo que os computadores virassem uma ferramenta fácil de usar por qualquer pessoa ( que possa pagar ) e não só por uns poucos “iluminados”, foi muito bom, e o soft livre (GNU/linux, o free BSD que é o nucleo dos sistemas da Apple, etc) vem fazer com que, até quem não possa pagar, não fique de fora, isso tambem é muito bom. Ainda não usei o sitema da Apple, (dizem que é o melhor de todos, e eu acredito) pois eu acho muuuuiiiito caro, mas quem sabe um dia …… Abraço a todos, congratulações a Apple e a Microsoft, e Viva o GNU/Linux.
Fala Cris,
Então cara. O que você disse está certo; “Não é forçando guela abaixo que os usuários conhecerão e aderirão ao linux”. É necessário que esses vendedores sejam mais informados. Saibam explicar a diferença de um para outro e que os mesmos informem o valor do windows se incluso na máquina. Assim sim o usuário final saberiam o que é um software free (de custos), um software pago e um software pirata.
É preciso informar ainda que muitos usam o Windows pirata sem saber que é pirata. Pois para ele comprar um computador por uns 1300 já está incluso o Windows. Ou ainda quando chamam alguém para instalar acha que por 10 reais ainda é caro, mas que se faz necessário.
Acho que tudo é falta de informação (DOS VENDEDORES).
eu sou um feliz usuário de Ubuntu, e só.
Abraços e sucesso!
@nameLaerry
o OSX é caro?? muito mais barato que o Windows =) caro são os macs (se vc não levar em contao conceito) mas se fosse licenciado para hardware aberto eu compraria com toda certeza.
Cá entre nós, se você mostrar um Linux (de qualquer sabor, com a interface gráfica mais amigável possível) para uma pessoa que usa o sistema operacional para fazer, digamos, “computação popular” (MSN, Orkut e e-mail), ele vai pular para Windows logo logo. O Linux é uma opção que exige muita vontade moral de quem utiliza. Ele exige aprendizado e demanda intuição e participação para coisas que no Windows os estadunidenses chamam de “clique e esqueça”. Ou seja, é feito para quem não quer pensar muito em como configurar uma rede, instalar uma impressora ou coisas mais aprofundadas. O que realmente me aborrece nessa questão são as pessoas que criticam o Windows com uma cópia pirata instalada no PC. Eles não tem suporte, não ligam para o helpdesk reclamando e exigindo melhorias, só reclamam para quem está atrás ou na frente deles na fila, como todo bom brasileiro. Em outros países, Linux é uma realidade há tempos, coincidentemente nos mesmos países onde as pessoas não jogam lixo nas ruas, não pulam catraca de ônibus, não vandalizam telefones públicos, etc…