Os heróis de Street Fighter foram esquecidos e humilhados. Hoje vivem de bicos e empregos de quinta. Mas isso vai mudar! Street Fighter: The Later Years. «


Inzoneiro é a vovozinha. Aquarela do Brasil no YouTube. Rápido antes que tirem do ar. «


Seu nome ou sua URL podem afastar visitantes

Você pode estar perdendo leitores conectados em redes corporativas se sua URL tiver a palavra “blog”. Esta rede em que estou, que usa o proxy livre Squid, é um exemplo. Mas é claro que meras correntes mortais não podem me prender. Saiba mais no melhor provedor de hospedagem para blogs. ;-) ;-)


Preacher vai virar série de TV

 Preacher: a Caminho do TexasPreacher — uma das revistas em quadrinho mais batutas que já li — vai virar série da HBO, o canal das melhores séries. Quando li a revista imaginei mesmo que os arcos de história cairiam bem em temporadas de TV.

A série conta a história do pastor Jesse Custer que logo nos primeiros quadros ganha o divino poder (no sentido de divindade e não no sentido di-vi-no meu amorrr) da “Palavra de Deus”: as pessoas obedecem tudo o que ele diz. Com esse poder Jesse sai pelos EUA tentando consertar sua vida e entender como pode Deus ser tão bom e o mundo ter tantas coisas ruins. A resposta para essa pergunta, revelada no capítulo final, foi uma das sacadas mais sacanas da teologia de botequim mundial.

30 Nov 2006, 1 comentário.
:: Gibi, Livros, TV

Um estudo feito pela companhia inglesa “The viral factory” apontou os virais mais assistidos de todos os tempos. A pesquisa foi encomendada pelo canal inglês UKTV G2, que irá veicular um programa chamado "Totally viral". «


Fábula do cliente

Essa foi mandada pelo meu sócio Bruno:

Cliente Padrão: “Comprei um carro.”

Interlocutor: “Que legal!”

Cliente Padrão: “Nada! O carro é uma merda!”

Interlocutor: “Por que?”

Cliente Padrão: “O vidro não sobe sozinho que nem o carro do meu irmão.”

Interlocutor: “Você comprou com vidro elétrico?”

Cliente Padrão: “Eu não! Não entendo nada de carro…”, pausa, “O carro é uma merda!”


É leigo? Usa Wordpress? É feliz?

Estou procurando usuários de Wordpress que não entendem nada de HTML e gostam da ferramenta. Tenho uma cliente que migrou recentemente do Blogger.com para a ferramenta e anda meio desiludida com o editor visual que não deixa ela fazer muita coisa e ainda gera HTML maluco.

É o seu caso? Deixe aqui seu comentário!


Wilsão! Wiiilsão!

Depois do proibido spray com gás pimenta , de cães ferozes e até cobras no carro, famílias da classe média descobriram um guarda-costas inflável para acompanhá-las no trajeto entre a casa e o trabalho — trecho em que, segundo estatísticas, acontece a maior parte dos seqüestros. Batizado de Wilsons, o guarda-costas inflável que já ganhou apelido de Wilsão é um boneco confeccionado em lona, que infla em 8 segundos com ar aquecido quando ligado ao acendedor de cigarros. O bandido que vê o Wilsons pensa que o motorista está acompanhado e desiste do ataque. Isso é bom principalmente para mulheres.

E biba lo Rio de Enero. (vi na Rosinha)

28 Nov 2006, 3 comentários.
:: Brasil-sil-sil

Para que inventar quando podemos reciclar?

Cultura como mercadoria é isso aí. A Warner está cogitando fazer uma continuação de V de Vingança de baixo orçamento, direto para vídeo. Obra não importa, o que importa é sugar o máximo da “franquia”. Risco é ruim para os negócios. O lucro pode ser maximizado reaproveitando idéias de sucesso. Pode ser tudo boato, é claro, mas é por essas e outras que Alan Moore mandou tirar o nome dele de todas as adaptações de suas obras. (Dica do Marcelo)


PvP, a série

Player-versus-player, PvP, pvponline… é a melhor tirinha em quadrinho que já acompanhei, online ou não, com histórias hilárias, cativantes e que não chamam o leitor de idiota. Depois de uns 6 anos acompanhando ininterruptamente as tremendas confusões da turma os personagens já são quase da família. As histórias se passam numa fictícia revista sobre jogos onde os funcionários são tão geeks quanto os leitores. Cada assunto novo do mundo pop-nerd é abordado quase que imediatamente. Arcos inteiros de história são gastos com um novo jogo online ou filme que apareça pela frente. Este blog é fã de carteirinha da série já não é de hoje.

Acima de tudo PvP também é pioneira no formato de web-comics e na idéia de que com a Internet o criador de cultura pode vender direto para seu público sem atravessadores e sem perder o controle criativo sobre sua obra. (para o bem ou para o mal). O criador Scott Kurtz começou fazendo a tirinha nas horas vagas e hoje vive única e exclusivamente da obra. Assinou contrato com uma grande editora de quadrinhos mantendo controle total sobre o que é produzido. (e produzindo ele mesmo, sem contratar desenhistas em países de desenvolvimento para ficar regurgitando suas piadas)

Agora PvP dá um enorme passo, ainda apostando na Internet como mídia: PvP, a Série Animada.


PvP, the animated series

Junto com o estúdio de animação Blind Ferret, Kurtz e sua turma (que agora inclui o cartunista Kristofer Straub) prometem para 2007 uma série de 12 mini-episódios animados de mais ou menos 5 minutos sobre a turma do barulho. Os fãs compram acesso à temporada inteira (um episódio por mês) direto no site, pagando US$ 19.90 se assinarem ainda em 2006 ou US$ 29.90 ano que vem.

Pode ser o caminho aberto para outras empreitadas nesta área. Animação é um produto caro de produzir mas vendendo direto ao público vários outros custos são eliminados, inclusive o de publicidade — já que o próprio site da tirinha é o veículo de divulgação.

Achei o preço um pouco salgado para o que é oferecido. Como comparativo o DVD com a primeira temporada da série How I Met Your Mother sai quase pelo mesmos US$ 29.90 na Amazon. É claro que a sitcom atinge um público muito maior e já teve seus custos de produção pagos quando foi ao ar na TV. Mas o consumidor paga o valor e pronto, pode não estar muito interessado no que acontece por trás da caixinha (mas o público de nicho de PvP pode ser uma vantagem aqui também). No DVD da série leva quase 5 horas de conteúdo contra apenas 1 hora das animações.

A idéia é ótima e vou ficar aqui torcendo que dê certo. Scott Kurtz sabe que tem um produto de nicho, de cauda longa, e que só interagindo direto com seu público vai ter um destino mais glorioso do que, por exemplo, a fracassada série animada dO Balconista, que tentou virar série mainstream na ABC e não chegou nem ao terceiro episódio. (que realmente nem era tão engraçada assim, porque no fim das contas matou o que O Balconista tinha de mais engraçado: os palavrões e as infindáveis referências nerd)


Também quero senão vou contar para todo mundo

A Intel está mandando para blogueiros brasileiros computadores com o novo processador Core Duo, para brincarem por 30 dias. O Merigo foi um. Eu não. *chuinf*

27 Nov 2006, 3 comentários.
:: Pontocom, Publicidade

Zune: marrom por um bom motivo?

Andy Ihnatko, do Chicago Sun-Times, tem seu veredito sobre o “matador de iPods” da Microsoft, o Zune. Uma bela porcaria. O motivo é imbecilmente simples: esqueceram de levar o usuário em consideração, aquela pobre alma pagou pelo produto.

Then go ahead and buy a Zune. You’ll find that the Zune Planet orbits the music industry’s Bizarro World, where users aren’t allowed to do anything that isn’t in the industry’s direct interests.

E dessa vez a Microsoft não tem nem o trunfo do “cheguei primeiro” a seu lado.


A banda Sweet Cherry Furry, de Santos (SP), foi selecionada como uma das sete finalistas do concurso Generation Next promovido pelo Serviço Mundial da BBC. «


Charles Arthur, do The Guardian, alerta: a mão de obra barata de pessoas que escrevem spam em blogs (burlando os captchas) vai ficar ainda mais barata com a chegada do PC de US$ 100 em países ultra-pobres como a Nigéria. «


Usuários do Computador para Todos trocam Linux por Windows

O Estadão traz pesquisa mostrando que

A Associação Brasileira das Empresas de Software - Abes, divulgou um estudo nesta semana, segundo o qual que aponta que 73% dos usuários que adquiriram seu primeiro PC por meio do programa governamental Computador Para Todos trocaram o sistema aberto Linux, requisito do programa, pelo Windows.

Além disso 47% dos entrevistados alegam ter feito a cópia “gratuitamente”, ou seja: provavelmente instalaram uma cópia pirata em seu computador.

Sou usuário satisfeito de Linux mas acho que não é na marra que se força a adoção de alguma coisa. Os usuários instalam Windows, a meu ver, por dois motivos básicos: poder usar usar os programas que já conhecem (MSN Messenger é o primeiro que me vem à cabeça) e poder dizer em currículos e entrevistas que sabem usar Windows e Office. Não adianta virmos com papo de que existe o Gaim para falar com os amigos do MSN, que existe OpenOffice, BROffice, etc. O usuário comum quer usar o que seus conhecidos usam. Na primeira visita daquele “sobrinho que entende tudo de computador” para ajudar a resolver um problema virá a sentença: “Linux eu não conheço. Eu tenho aqui um CD que já tem o Windows todinho, com Office e tudo.”

O Brasil é um dos líderes mundiais da pirataria de software. Oferecendo um computador popular que só pode vir com um sistema (e que não é o Windows!) estamos incentivando ainda mais a pirataria. Se a venda do computador oferecesse uma escolha o usuário começaria a entender a diferença entre software grátis e pago (não necessariamente entre software livre e proprietário). Nada o impediria de, ainda assim, tirar o Linux e colocar o Windows Piratex Edition, mas muita gente ficaria sabendo pela primeira vez que o Windows é pago e o quanto é pago. (você aí sabe dizer quanto custa uma caixa de Windows XP Home Edition?) Ser pirata vira uma decisão muito mais explícita. Não é forçando goela abaixo que se ganha a simpatia do mercado, principalmente um mercado que notoriamente não coloca valor em uma peça de software.


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