As melhores capas de HQ de 2006 (até agora…)

Ainda há quem leia quadrinhos no mundo, ao contrário das evidências. O Alexandre, aparentemente, é uma dessas pessoas.

Em consideração a esse pessoal guerreiro o site comics.ign escolheu as melhores capas de quadrinhos Marvel de 2006, mesmo ainda faltando um pouquinho para o fim do ano. As 50 capas são, realmente, coisa fina.

Astonishing X-Men Saga #10

26 Sep 2006, 5 comentários.
:: Gibi

Vote ni mim

No ar mais um Braincast, desta vez falando sobre eleições, marketing político, horário eleitoral e, claro, o uso da Internet pelos candidatos e políticos.

A chapa é composta por Carlos Merigo, Fábio Seixas, Mauro Amaral e o polêmico-bobão aqui.


Aquarela, papel e gatos

O amigo e artista plástico Adriano Renzi, já citado por aqui, enviou para o blog da Sociedade dos Ilustradores do Brasil um mini making of da capa do livro Minu, o Gato Azul, da Rocco.

Minu passo a passo

Este livro foi bastante interessante de preparar especialmente por se tratar de gatos, que possuem formas inusitadas, esguias e diferentes a cada minuto entre suas espreguiçadas e movimentos. Foi uma ótima oportunidade para estudar a anatomia dos felinos e conhecer algumas raças que eu particularmente não conhecia. Mostro 3 partes da composição de uma das ilustrações do livro bem como outras ilustrações que compoem o todo.

25 Sep 2006, 1 comentário.
:: Livros, Olha isso!

Eleições: reta final

O que significa: o triplo de carros de som até quase meia-noite e uma carreata a cada 15 minutos.

Sofre eleitor!

23 Sep 2006, 6 comentários.
:: Eleições

Guild Wars chegou, para animar a festa

Continuando a jogatina desenfreada e mantendo a galera informada, o jogo online Guild Wars já está disponível para venda no site da Level Up! ou no Submarino.

Guild Wars

R$ 79,00 comprando a chave online e baixando o instalador, R$ 99,00 pela caixinha bonitinha (o preço padrão de um jogo no mercado). Lembrando sempre que ao contrário do City o Heroes e cia. o Guild Wars não cobra mensalidade, já que usa um esquema parecido com os programas P2P para hospedar as aventuras.

O Guild Wars foi premiadíssimo no ano do seu lançamento e pretende ser “o CouterStrike da aventura de fantasia”.

Também já está oficialmente disponível para compra o City of Villains, conhecido nas intimidades como Sítio of Vilãos, que deverá ser comprado por este blogueiro desvairado nos próximos dias, já que minha mensalidade do CoH vence hoje. O macete é que o CoV vem com mais 35 dias de créditos que podem ser usados nos dois jogos, assim o jogo em si acaba saindo por R$ 15,00 na prática.

O chato é que não é possível comprar via cartão de crédito. Como não tenho (mais) conta no Bradesco ou Itaú só posso pagar via boleto. Sendo sexta-feira meus créditos só serão liberados na segunda-feira. Lamentável isso. Eu sei… devia ter me programado para comprar os créditos ontem… Mas eu sou um cara cosmopolita que está acostumado a pagar por estes nobres serviços com cartão de crédito. 8-)


Pilhas recarregáveis direto na USB

Ei, você. Você tem aparelhos eletrônicos altamente dependentes de pilhas (câmeras digitais e iPobres, por exemplo) e vive perguntando “Cadê o carregador?” ou “Será que essa pilha funciona com esse carregador?”

Seus problemas acabaram! Chegaram as novas pilhas recarregáveis direto na USB, da Moixa Energy.

Pilha recarregável sem recarregador: USBCELL da Moixa Energy

Elas acabam de sair na Inglaterra ao precinho de £12.99 o par (mais de R$ 50,00). Eu por enquanto vou ficando com as minhas compradas em Camelot mesmo. (por favor alguém melhore esse artigo da Wikipédia!)

[Via /.]


Teatro: Madame Picon-Vallin no Brasil

O camarada Bruno* — que já tinha dado a dica do evento Jules e Jim — manda mais um recado que a galera do teatro deve curtir:

Só para lembrar que quem quiser conhecê-la pessoalmente, a Madame Picon-Vallin está no Rio de Janeiro exepcionalmente nestes dias, ministrando um curso na Casa de Rui. Em breve ela segue para Belo Horizonte, depois para Floripa e de lá volta a Paris.

A autora é excelente referência para o estudo e matérias sobre Meyerhold. Como esse tipo de fonte é muito escasso no Brasil, sugiro aos jornalistas de plantão aproveitar a oportunidade. Abaixo segue um breve currículo da autora:

Béatrice Picon-Vallin é diretora de pesquisas no CNRS (Centro Nacional da Pesquisa Científica) e especialista em teatro do século XX, suas pesquisas abrangem o teatro russo, as questões relativas à encenação, ao trabalho do ator e às relações da cena com as imagens (cinema, vídeo, novas tecnologias).

Quem quiser mais informações, entrar em contato com Fatima Saadi tel/fax: (21) 2558-0353

Lançamento do livro de Béatrice Picon-Vallin: A arte do teatro: Entre tradição e vanguarda - Meyerhold e a cena contemporânea

Informações : folhetim@pequenogesto.com.br

* que é camarada não só no sentido amigão mas no sentido comunista mesmo.


Como encontrar os melhores profissionais

Está pintando nos EUA uma nova maneira de contratar profissionais para certas “indústrias” altamente qualificadas: os quadros de emprego de nicho. A idéia básica é a de que os grandes sites de emprego não têm o foco necessário para estas áreas e que com todo esse papo de web 2.0, comunidades, etc. o melhor é encontrar os bons profissionais em seu habitat natural: os sites que eles e elas frequentam.

Porque em profissões como programação, publicidade, design… um bom profissional faz toda a diferença. Se você quer contratar um pintor de poste não faz tanta diferença se ele está entre os 100 melhores pintores da cidade ou não. Mas, para citar o mestre Joel Spolsky, Cinco Salieris não criam um Requiem de Mozart. Nem se trabalharem por 100 anos. (só para ficar na minha área específica, programação) Você quer o melhor profissional que conseguir, esteja ele onde estiver.

No Brasil a coisa ainda ganha um detalhe especial. Pegue o alto desemprego no Brasil e junte com a lei da oferta-e-procura e você tem como resultado o fato de que sites de emprego no Brasil são pagos pelo candidato e não pelo empregador, ao contrário do que acontece no exterior. Se existe muita gente procurando emprego as “forças de mercado” fazem com que elas paguem pela vantagem competitiva de achar o empregador.

Eu já disse várias vezes aqui (e acabei me metendo involuntariamente em confusão por causa disso) que acho essa equação injusta e burra.

(Continua…)


Lo grande dia está tchegando!

Sí, és berdad. Usted puede ter esquecidose, pero yo no esquecime de la mas guapa fiesta de lo mundo, Lo dia internacional de hablarse portuñol. Está tchegando en lo próximo 13 de lo otubro!

13 de lo otubro, lo dia Internacional de Hablarse Portunhol

Bamos este año hacer una fiesta mucho mayor e barullenta, ayude ahorita mesmo a dibulgar la idea de loco e no dechar la peteca cair!

Bá ser show de buela!

14 Sep 2006, 8 comentários.
:: Olha isso!

O carro de som eleitoral e seu quebra-cabeça sonoro

Morar em uma das ruas mais movimentadas do bairro nos dá direito a ouvir todos os carros de som desta campanha várias vezes ao dia. O pior é que essas porcarias devem dar votos, porque o que tem de candidato por aí usando dessa arma. (trocadilho proposital)

Nosso jingle “favorito” virou um quebra-cabeça. A cada nova passada descobrimos um novo trecho da letra, que é cantada em porteirês.

Primeiro achamos que era: Meu num é trintetê-sessenteum… Meu num é trintetê-sessenteum… Deputado estadual. No federal, eu vou votar. Meu numé trintetê-sessenteum… Meu num é trintetê-sessenteum…

É federal ou estadual? Deve ser federal, que tem 4 números…

Depois a Anna entendeu melhor: Meu num é trintetê trézents e um… Meu num é trintetê trézents e um… Deputado estadual. No federal, eu vou votar. Meu numé trintetê trézents e um… Meu num é trintetê trézents e um…

Resolvido o mistério! É estadual! Mas e esse federal, quem é? Quem nosso candidato-cantor apóia para deputado federal e diz que vai votar? E qual o nome do misterioso candidato? Afinal de contas ninguém é só um número não é mesmo?

Precisou o carro passar de novo dessa vez com uma cantora ao vivo (ainda em porteirês) para esclarecer: Meu num é trintetê trézents e um… Meu num é trintetê trézents e um… Deputado estadual. Zé Geraldo, eu vou votar. Meu numé trintetê trézents e um… Meu num é trintetê trézents e um…

Achou que acabou? Claro que não. Para escrever esse post fui no Google ver se o tal Zé Geraldo tinha site. Não tem e o nome dele é José Everaldo. :-)


O agricultor do futuro

Meu avô Armindo me ensinou várias coisas muito mais úteis, entre elas como ser uma pessoa correta e humilde. Mas um grande ensinamento também é a frase pela qual ele mais é lembrado hoje: “quem guarda, tem”. Provavelmente por causa dele sou daqueles malucos que odeia jogar coisas fora. Só que morando em 10 endereços diferentes, indo e voltando para 3 países em 3 anos, fica meio difícil manter essa filosofia. “Bagagem leve e sempre e movimento” passou a ser o lema.

Mas algumas coisas sobreviveram e foram guardadas, entre elas o primeiro, original e único número do Idearo, fanzine bolado em 1994 pelo toda-hora-aqui-citado Alexandre Maron, naquela época entre o mimeógrafo e a Internet, onde as pessoas escreviam suas idéias nos computadores mas espalhavam via papel.

A revolucionária idéia sob o slogan “para quem sabe que não sabe de tudo” era publicar textos que não necessariamente concordassem com as idéias do Alexandre, que editou tudo no seu computadorzinho em casa (provavelmente usando um Page Maker 1.0), xerocou e distribuiu na faculdade, onde foi sonoramente ignorado.

O Idearo depois virou site que já saiu do ar e hoje é só um dos domínios que continuo mantendo na esperança de trazer de volta um dia. (e a origem por minha fixação por nomes em esperanto)

Arrumando a casa na organização pós-Clara a Anna mandou eu jogar fora o que não prestasse mais e… tcharam… achei o Idearo, que viajou pelo mundo e de volta ao Brasil apenas com um pequeno amarelado.

Essa “zerézima edição”, é claro, tinha um texto meu já metido a sabichão que orgulhosamente reproduzo aqui. Não vou tentar contextualizar o que digo para não parecer desculpa para um texto amador, mas só fica a nota (até pelos nomes de empresas citadas) que estávamos em 1994 e eu, portanto, com 21 anos, ainda na faculdade.

Idearo, o original

O agricultor do futuro

Século XVI. Navios partem em direção ao mar em busca de um descoberto novo mundo. Perigos adiante, mas muitas riquezas. Produtos exóticos para vender nas grandes cidades européias e matérias-primas mais baratas, principalmente comida. E mais: estes novos territórios poderão comprar produtos modernos, como tecidos ou ferramentas para a agricultura pelo preço que a metrópole estipular. Ah, a modernidade!

(Continua…)


Braaaaains

Saiu o Braincast #3, onde discutimos o tema “o jornal morreu, antes ele do que eu”. OK… o título não é esse mas é por aí.

Com os mega-astros Carlos Merigo, Mauro Amaral, Alexandre Maron e o espertalhão aqui.


Diplomacia empresarial

– Vamos fazer uma reunião mas você foi liberado.

– Vamos fazer uma reunião mas você não foi convidado.


Enquanto isso, na caixa de entrada

Spam!

E o filtro de spam não pegou! Comédia…

12 Sep 2006, 6 comentários.
:: Eu mereço

See ya around, officer

Um vazio invade minh’alma. Acabei GTA: San Andreas*, um dos melhores jogos da minha história, vencendo por um nariz seu antecessor, Vice City e só perdendo para o eterno Indiana Jones and the Fate of Atlantis e Spiderman 2 (o de videogame, porque o de PC é uma porcaria).

GTA: San Andreas

Agora só me resta esperar pacientemente pelo GTA 4, que dessa vez sai primeiro para XBox360 e só deve chegar no PC lá para 2008.

Jogo bom dá saudades, dá vontade de jogar de novo. E você qual o jogo você levou até o fim e sente saudades até hoje?

* Terminar é um conceito relativo. Terminei a historinha, que é obviamente a parte mais legal. Mas o contador do jogo indica só 62% completos. Ainda falta achar ferraduras, ostras, namoradas, conquistar os bairros, missões de ferroviário, etc. etc. etc. Mas como disse bem Mestre Alexandre, existem outros jogos…


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