Odeon BR, Livraria Dantes, Consulado Geral da França no Rio de Janeiro e Jorge Zahar Editor convidam para o lançamento do livro Jules e Jim O roteiro, o romance de François Truffaut e Henri-Pierre Roché.
29 de agosto de 2006, terça-feira.
Programação:
às 17h: Exibição do filme Jules e Jim - Uma mulher para dois, de François Truffaut
às 19h: Debate na sala de cinema: Da crítica à realização: críticos de cinema que se tornaram cineastas
Participantes: Jean-Michel Frodon (Diretor da revista Cahiers du Cinema), Cacá Diegues, David França Mendes.
Mediação: Ivana Bentes
ODEON BR, Praça Floriano 7 - Cinelândia • Rio de Janeiro, RJ - tel: (21) 2240-1093
Entrada franca para o filme e o debate, com distribuição de senhas na bilheteria do cinema a partir das 12h.
Para saber mais:
Já saiu em português o livro The Long Tail, do Chris Anderson, que de vez em quando cito sem nunca ter lido.
Mas não leia só o livro! Ouça também o Braincast #2, onde eu, o Merigo, o Fábio, o Mauro e o Raphael gastamos quase uma hora falando sobre o assunto.
Com este são dois podcasts onde sou “elenco fixo”, junto com o RadarPOP que acabou de colocar o número 32 no ar. Não perda!
Parem as prensas, Plutão foi para o paredão e o público botou a bola de gelo para fora do Sistema Solar.
Mas peraí, e todo o horóscopo feito até hoje? E quem é de Escorpião, signo regido pelo ex-planeta? Pode pedir o dinheiro de volta? Vai ter problemas emocionais? E como eram os signos antes da descoberta de Plutão, em 1930? As pessoas tinham vidas incompletas? E cadê Xena, que é maior que Plutão, no horóscopo?
É claro que não, os astrólogos sempre têm uma saída pela direita:
Trabalhamos, por exemplo, com a Lua como regente do signo de Câncer. A astrologia é um saber que continua em movimento, descobrindo coisas novas. Até a descoberta de Urano, em 1781, todos os signos eram regidos por planetas visíveis. Hoje trabalhamos até com astros invisíveis e pontos não-físicos.
As famosas energias invisíveis e desconhecidas. Isso tudo levando-se em conta de que o corpo do obstetra exerce mais influência gravitacional sobre o bebê do que Plutão e que a estação do ano em que uma pessoa nasce é totalmente ignorada pela astrologia (já que nosso signo é mesmo independente do hemisfério de nascimento).
É a história, cada otário acredita no que quer. O Saci Pererê me disse que é verdade. I can see uranus from here.
O Dropsend não é nenhuma novidade na Internet, mas só ontem tive uma utilidade real para o serviço e posso dizer que funciona bem direitinho.
A idéia é resolver o problema do envio de grandes arquivos quando e-mail não aguenta o tranco. Que tem seu próprio site acaba apelando e colocando o arquivão no site, mandando depois um link para o destinatário. Além do certo trabalho que dá nem todo mundo tem acesso a uma pasta pública e às vezes nem mesmo essa pasta comporta seus objetivos. O Dropsend tem planos gratuitos e pagos, dependendo do tamanho e quantidade de arquivos que você precise mandar, mas o plano grátis deixa enviar arquivos de até 1Gb (três arquivos por mês).
Funciona quase como um email: você entra com o destinatário, um assunto e até o corpo da mensagem. Depois indica o arquivo a ser enviado, que é mandado para o servidor deles.

Ao fim do processo o destinatário recebe um email com um link para baixar o arquivão. De quebra você, remetente, recebe um aviso de quando o arquivo terminou de ser baixando.

Quem quiser entrar na brincadeira (de adultos, veja bem! coisa séria, seriíssima) é só aparecer no servidor Liberty do City of Heroes.
E vamos ver se eu paro um pouco de falar desse jogo! 
Semana inteira sem escrever nada, atolado de siuviço, mas estou hoje tentando saber mais informações sobre o City of Heroes. O site da Level Up informa que o jogo já está a venda no Submarino (R$ 59,00, 5 dias para entrega) e como download via PlayNC.com. O pagamento para quem escolher ser cliente Level Up só pode ser feito via boleto ou transferência bancária, nada de cartão de crédito. Quem compra direto da PlayNC só pode usar cartão de crédito. Mas o site não diz:
- Quanto vai ser o diabo da mensalidade.
- O site conta que “já chegou ao Brasil o City of Villains”. Fora do Brasil quando você compra o CoH leva junto o CoV. O site brasileiro não fala nada neste sentido, então estou assumindo que brasileiros sem cartão de crédito internacional precisam morrer em pelo menos R$ 100,00 se quiserem jogar os dois, enquanto os estrangeiros
pagam US$ 15.00 (o preço de uma mensalidade) US$ 29.00 para comprar e US$ 15.00 por mês.
- Quem já tem conta na Europa ou EUA pode jogar com brasileiros? A resposta aponta para um sim, já que o Brasil não tem por enquanto servidores próprios, usando os “servidores internacionais” (segundo a matéria do UOL já mencionada aqui, porque no site da Level Up nem isso é mencionado). Só não se sabe se “servidor internacional” significa servidor americano, europeu ou asiático. Informação importantíssima para fins de lag.
- Quem já tem um dos jogos comprados direto da NCSoft pode transferir a conta para a Level Up pagando no Brasil?
O site da Level Up é, pra pegar leve, bem fraco. Além de dizer quase nada os menus em Flash não funcionam no Firefox e o único telefone de contato para suporte não atende. Estou prestes a partir para ignorância e comprar o jogo no site internacional, onde vou pagar menos e levar mais. Só queria saber se vou poder jogar com quem ficar na mão da Level Up.
O Submarino anuncia a pré-venda (para envio depois de amanhã, dia 15 dia 19) do jogo City of Heroes, que é um dos famosos MMORPG, ou “jogos onde uma cabeçada joga ao mesmo tempo online”.

No jogo, se você ainda não notou, você é um herói na cidade de Paragon City e deve defender os fracos e oprimidos, blablabla, aquela história manjada. Você escolhe os poderes e o visual do seu herói e como o jogo é online e em grupo você pode formar sua própria Liga dos Super-heróis Brasileiros.
O interessante do CoH é que em sua passagem pelos EUA o jogo atraiu um perfil de jogador não tão hardcore quanto Everquest e World of Warcraft, pessoas (como eu outrora) que passavam várias horas por semana em cima do jogo aumentando as habilidades dos seus personagens. Assim um jogador “casual” sentia-se meio deixado para trás ao ver “colegas de caçada” virtuais subirem de nível mais rápido. Isso gerava uma corrida para subir de nível mais rápido, o que só aumentava a quantidade de horas na frente do micro.

A mensalidade do CoH é salgadinha até para os padrões americanos, US$ 15 por mês. Não consegui descobrir quanto será a mensalidade por aqui, mas a caixa vendida vem com créditos para 35 dias de jogo.
O City of Heroes vem ao Brasil via a Level Up!, dos caras que tiveram a visão (e o capital para investir, é claro) de trazer os MMORPG para o Brasil, começando pelo mega-sucesso Ragnarok Online que você pode nunca nem ter ouvido falar mas a garotada adora. A empresa fechou parceria com a coreana NCSoft e promete em breve no Brasil o Lineage II (o maior sucesso da NC), Guild Wars (que também é online mas não tem mensalidade) e a “expansão” City of Villains (que é meio como um jogo separado para quem é mau como o Pica-Pau).
Maldito juego… acabó con mi bida… Alguém quer formar uma liga de super-heróis aí?
Atualização: segundo o UOL a mensalidade vai ser R$ 30,00. Mamma mia! Bem salgado para os padrões do país da pirataria… Valeu Thiago! O mês de Ragnarok é R$ 15,90, um preço bem mais humano.
– Acabei! Urru!
– Tem certeza?
– Ué, falta o que?
– Falta testar tudo no Internet Explorer.
– Nãaaaaooooooooo… 
Com esse link eu pretendo acabar com a produtividade do Mairus por alguns meses… Este site disponibiliza um applet Java que demonstra, em tempo real, o tráfego aéreo em vários aeroportos pelo mundo. Como parece que todo mundo está tentando acessar talvez você consiga ver melhor entrando pelo site da Sun falando sobre a idéia.

Via Gizmodo, via Digg.
Enquanto isso, na Inglaterra, todos os aeroportos foram fechados por ameaça terrorista.
(cada um tem o PCC que pode carregar)
Era para eu escrever aqui sobre como o Ruby on Rails — o framework de desenvolvimento web que devolveu a alegria de programar a este velho blogueiro — vai passar a vir “de fábrica” na próxima versão do OSX, codinome Leopard. O OSX é o ambiente preferido de desenvolvimento Rails nos países onde um Mac não custa mais que o rim da sua filha recém-nascida e trazer todo o framework direto dentro do sistema é a validação que faltava para mostrar que Rails é sim um ambiente sério e não um hype.
Só que hoje (logo hoje! ou melhor, logo essa semana!) foi anunciado um problema “muito muito sério” no código Rails. Os desenvolvedores não querem dizer (segundo eles dizer ainda) do que se trata para não piorar as coisas. Então lá vou eu parar o que estou fazendo (com prazo apertado) para atualizar meus projetos. Esses projetos rodavam versões bem recentes de Rails, então aceitaram bem a nova versão 1.1.5. E, pelo visto, as versões 0.x não têm o problema de segurança. Mas lá se vai uma manhã de produtividade embora.
É como diz o chavão: acontece nas melhores famílias.
Já devo ter dito isso aqui umas 10 vezes. A regra número 1 do bom jornalista (e eu nem jornalista sou) é “faça seu dever de casa”. Aprendi isso com um dos feras. Então vamos ver se os jornalistas da tal “imprensa especializada em Internet” vão fazer o seu ou vão engolir tudo que nem patinhos. O Fábio fez o dever de casa dele…
Papéis de parede feitos de fotos do telescópio Hubble, aquele que está correndo risco de “vida” por causa dos problemas de segurança do programa de ônibus espaciais da Nasa. Se ninguém for lá apertar os parafusos o telescópio vai reentrar na atmosfera por volta de 2010.

Sendo assim, vamos aproveitar e espiar o céu enquanto podemos.
Passeando pelo Deviantart (não ia lá há um bom tempo) esbarrei com isso aqui.

Qualquer semelhança…
Ou, se preferir, fique com essa versão:

Depois do triste fim de Darth Vader (que, descobriu-se, era só uma imagem photoshopada) chegam dos episódios de uma série amadora do site Channel101, Chad Vader: gerente do turno da manhã.

Você também pode ver o episódio 1 e o episódio 2 no YouTube.
O Channel101 é um site com “séries de TV” enviadas pelos próprios usuários que lutam por espaço na “grade de programação”. A série do Chad Vader já foi cancelada, o que meio que depõe contra a qualidade do programa. Mas eu, como bom SWars-geek, me acabei de rir com as piadas.
Dica, como sempre, do BoingBoing.