Um fenômeno de discórdia
Essa história do Ronaldinho não-Gaúcho, se não for resolvida logo, vai acabar dividindo a seleção e comprometendo o título. Para ganhar uma Copa é preciso um time afinado, motivado e sem problemas na cabeça. São sete jogos onde nada pode dar errado, contra os melhores jogadores do mundo. O problema é que Ronaldo é o cara “gente boa” da seleção e nenhum jogador quer deixá-lo mal. Todo mundo chama o cara de Presidente. Mas enquanto isso alguns defendem Ronaldo no banco e a seleção fica nervosa com a pressão da imprensa, que não dá brecha.