Most bonito
Deu no NYTimes
Tentando explicar para um público nem um pouco acostumado com futebol (exceto pelos imigrates) como o Brasil é mais do que favorito e Ronaldinho, se vencer a copa, chega ao panteão de Pelé e Maradona a revista do jornal conta, com a ajuda de Juca Kfouri e Tostão, um pouco da magia do futebol brasileiro.
Every neutral fan following this month’s World Cup will want Brazil to win, and every soccer-lover with a national stake in the competition will have Brazil as his second team. Soccer is the world’s biggest religion, cutting across race, faith, geography, ideology and gender like no other global phenomenon. Brazil is the religion’s favorite church.Why the love? Some of it comes from the fact that Brazil is a country without enemies. That a defeat at home to Uruguay in the World Cup final in 1950 still ranks, in all seriousness, as one of the greatest tragedies in Brazilian history bespeaks a nation without much of a war-making tradition. Brazilians prefer a rip-roaring carnival. More important, perhaps, is the appearance of racial harmony that Brazil’s national team projects. Some players are black, some are white, but usually they are a blend of the two, the shades and shapes representing the range of types that come from the Amazon basin, from West Africa and from the European countries that have contributed so much to the genetic cocktail: Portugal, Italy and Germany. The first superstar of Brazilian soccer was the green-eyed, curly-haired Arthur Friedenreich, who scored the winning goal in a celebrated 1-0 victory over Uruguay in 1919. Racial stereotypes — blacks are more graceful, say, or whites more tenacious — break down. Ask any Brazilian who, in terms of pure skill, was the greatest Brazilian player ever, and chances are he’ll be torn between the competing claims of the brown-skinned Garrincha and the blond Zico.
A revista Play ainda cobre a copa com artigos sobre os outros favoritos; a seleção dos EUA que, pasme, é a quinta colocada no ranking da FIFA (mais sobre isso daqui a pouco); as jogadas dos principais times e fatos e factóides da copa.

“The blond Zico???” menos…menos
A Copa é o maior evento esportivo do planeta ?
Bem, eu já disse em meu blog que para mim (>= 1980), Pelé é apenas um chato vendedor de viagra e aqueles aparelhinhos de abdominal…
Estava rolando um debate se esta seleção de hoje venceria a de 1970…o Pelé disse que não…tem base ? O bom é nem comparar.
Boa reportagem!
E acho que o time atual venceria o de 70 sim, por dois motivos: os jogadores de hoje correm bem mais, e os goleiros de hoje são bem melhores.
O The Times de hoje - jornal sério (não-tablóide) mais vendido da Inglaterra - traz um poster do Ronaldinho Gaúcho como brinde. E isso porque ele é uma das pessoas mais feias do planeta.
Pô…eu outro dia comentei com a turma, que do tanto que o cara joga bola, até esqueceram da feiura dele
É impossível explicar para os americanos o que o futebol representa para este e outros países. Mas já é sintomático que eles se interessem pelo tema - logo eles, que têm o seu próprio futebol (um football jogado com as mãos) e seu próprio automobilismo (também não dão bola para a F1).
Estão atrás de negócios, claro. Esses americanos só pensam em dinheiro e TV a cabo, haha.
Mas como o Idelber postou esses dias, se existe uma “democracia futebolística” por que o futebol feminino não deslancha no país?
Ele é muito mais bonito de assistir do que o de marmanjos…
Otima materia. Eu quase chorei…
[...] Essa dica eu conferi no CrisDias. Uma série de matérias do NYTimes falando sobre a Copa do Mundo, sobre seleções favoritas e, para não ser diferente, do Brasil (com direito a uma exclusiva sobre o craque dentuçinho, cujo título é homônimo deste post). [...]
[...] Quarta, 07|06|2006 Religião Soccer is the world’s biggest religion, cutting across race, faith, geography, ideology and gender like no other global phenomenon. Brazil is the religion’s favorite church. Vi no Cris Dias. [...]
[...] Em link tungado do Cris Dias, matéria do NY Times sobre a Copa do Mundo, favoritos, e claro, o Brasil. [...]