Ri, desgraçado
Ninguém ri da desgraça alheia como os japoneses.
Procure, encontre ou
feche.
Ainda pasmo com o Google SketchUp. Você cria (de graça) objetos 3D, manda suas criações para o Google e qualquer um pode adicionar seus objetos no Google Earth.

PS: Quanto tempo até alguém parodiar lançando o Google Catchup?
PS2: Catchup era um falecido programinha da C|Net que avisava quando um programa instalado no seu computador tinha versões nova. Deve ter dançado por problemas com privacidade, afinal de contas ele mandava pro servidor dos caras uma lista de tudo instalado no seu micro.
A piada já veio pronta, é só servir.
O jornalista Leandro Müller lança no dia 31 de maio, no Teatro Odisséia, seu romance “O Código Aleijadinho” (Espaço & Tempo). Na linha do best seller “O Código Da Vinci”, o livro mistura uma história de suspense com informações reais sobre arte, arquitetura, religião, a Inconfidência Mineira e o descobrimento do Brasil. Descrito pelo autor como “uma apologia à cultura e às belezas brasileiras”, “O Código Aleijadinho” é fruto de pesquisas de campo e quase um ano de estudo. Leia abaixo a sinopse:
“Um estranho suicídio dentro da famosa Igreja da Sé de Mariana, em Minas Gerais, faz emergir uma espantosa conspiração para redescobrir um segredo que desde os primórdios da humanidade era protegido pela primeira sociedade secreta existente e estava perdido há mais de 200 anos. O suicida é o importante diretor do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Walter Pilares, que acabara de encontrar a prova definitiva da existência da Sociedade dos Eternos, uma antiga seita que aprendeu como controlar a morte e teve como membros Buda, Jesus, Maomé e os profetas bíblicos.
[ via Mauro, via Alex ...via CocadaBoa? ]
PS: O Grobo Online não permite ctrl-c. (nem selecionar o texto) Dá vontade de não linkar mais e passar a indicar outros sites. Nada que o Firefox não resolva, claro. No mínimo rolou o seguinte: “Ô Almeida! Recebi um email de uma matéria nossa mas que não tem nenhum link. Tão roubando nosso conteúdo! Faz alguma coisa, estamos perdendo dinheiro com isso.” Acorda, Grobo…
Eu não sou tão qualificado quanto outros por aí para defender Ruby (com ou sem Rails) como plataforma de desenvolvimento. Mas a história engraçada é que meio por conta desse papo todo de blogópolis resolvi tirar a poeira do TopLinks, que foi escrito em PHP e não consegui… escrevi robozinhos novos em Ruby + ActiveRecord. E o motivo principal que ficou na minha cabeça pra mudar foi que Ruby usa menos shift do que PHP.
E por falar em mais qualificados, o TaQ, autor do tutorial de Ruby (que eu li e digo que é bom) e do livro de Ruby (que eu não li, mas como é baseado no tutorial deve ser bom) agora lançou um tutorial sobre Rails. Se você não é bobão é melhor cair dentro.
O que talvez os habitantes de Bloglopolis nem tenham percebido é que, em duas semanas, conversaram, elogiaram-se e criticaram-se mais do que em todos os tempos e que isso precisa ser aproveitado para gerar resultados concretos.
Muito bom. Estaríamos nós florenciando?
Depois da promô no preço da assinatura o Velox implementou hoje (antes do prazo prometido, que era no meio de maio) a coisa mais desejada por 10 entre 10 usuários: o fim da maldita tela de autenticação.
Para quem tem a felicidade de não saber do que se trata, essa história começa na lei (ou diretriz, sei lá eu) de telecomunicações que diz que a empresa que provê o “meio físico” de acesso à Internet não pode ser provedor de acesso, mesmo que na prática isso seja o acesso. Então somos obrigados a pagar mensalidade para uma outra empresa em troca de basicamente nada. E, é claro, muitas vezes essa empresa é do mesmo grupo que o tal provedor do meio físico. Mas isso são tecnicalidades jurídicas que todo mundo que usa provedor de banda larga no Brasil já conhece. É imbecil, mas não é o assunto em questão.
Então os usuários do Velox eram obrigados a “provar que assinam provedor de acesso” (no tecniquês, autenticar-se) de uma das maneiras mais imbecis e preguiçosas (do ponto de vista de quem implementa) possível: após conectar-se à Internet qualquer endereço que se tenta navegar leva a uma página onde você deve informar seu provedor, login e senha.
Nada muito trabalhoso (especialmente se você usa o “lembrar senha” do navegador) se não fosse o fato de que não só de www vive a Internet. O exemplo mais clássico é da galera que deixa o computador ligado durante a noite, ou quando sai de casa, subindo aquele arquivo de trocentos megas para o seu site, ou baixando aquele episódio de Lost, ou aquele disco do Radiohead. Se a conexão cai quando você não está na frente do computador (seja porque a linha é uma porcaria ou porque sua faxineira bicou a tomada) quando seu computador for re-conectado nada acontece até que você digite de novo a maldita senha. O que só vai acontecer lá pra umas 4 horas depois.
Por conta disso tudo surgiram centenas de programinhas que tentam automatizar o processo mas que são, é claro, apenas gambiarras que fingem ser um usuário digitando numa tela. Quando o Velox muda o HTML da página de login, lá vamos nós atualizar os programas. E mais incrível ainda, o Velox deliberadamente mudava o HTML da autenticação para coibir o uso destes programas. O motivo, é claro, só devia fazer sentido nas cabeças telemarítimas. Eu pago o Velox e eu pago o provedor. De que interessa quem digita minha senha?
Mas parece que a livre concorrência mais uma vez ajudou os assinantes Velox (o Virtua não tem a mala-tela) e hoje recebi uma mensagem de que de agora em diante só preciso entrar com a senha do provedor no próprio discador ADSL do Windows (ou, no meu caso, do roteador).
Obrigado Velox por não pensar em seus clientes como inimigos mas sim como… clientes. E adeus gambiarras.
Mais um site entrando no meme de sacanear o meme web 2.0. Mas também… com esses sites de nome estranho que andam por aí, dá mesmo para se confundir com personagens de Star Wars!
Tente descobrir se barada, eskobo, meebo, oola, thrawn e outros (num total de 43, que é um “número web 2.0″) são site ou personagem.
Eu, über nerd que sou, acertei 38.
31-40: As your doctor, I recommend moving out of your parents’ basement.
Como nem todo mundo ainda domina esse mundo de RSS, feeds, etc. o FeedBurner lançou um serviço que permite receber os textos mais recentes de um blog regularmente por e-mail. Me parece uma solução bem legal para este blog, então vamos lá testar. Não faço a menor idéia da qualidade, então você está convidado a entrar no teste, usando o formulário abaixo.
PS: Vi esse conceito de RSS-para-email originalmente no TechCrunch e entrou logo para minha lista um dia/talvez. No mesmo TechCrunch vi hoje o anúncio do FeedBurner. Mas quem sabe a idéia ainda vale ser implementada, já que a interface vai ser toda em inglês… Veremos.
Cheguei ontem na beira do precipício, olhei, respirei e pulei. Efetivo imediatamente os preços do Vilago estão re-estruturados para dar mais espaço e mais taxa de transferência “franqueada” em cada conta. 200mb de espaço e 5gb de transferência (o dobro de espaço e quase o triplo de transferência). Isso significa, na prática, redução de preço.
A redução acontece porque desde que o Vilago começou o preço é o mesmo mas os custos baixaram um pouco, por conta da escala e da cotação do dólar. Então nada mais natural do que repassar isso para quem foi gente boa o suficiente para contratar meus dedicados serviços. Espero assim, é claro, conseguir mais clientes.
Mas por que o medo de mudar? Porque como eu não sou como certas empresas telefônicas (e de outros ramos) por aí a redução de preço é para todos os clientes, não só os novos. Afinal de contas eu odeio essas mega-promoções de empresas das quais já sou cliente e, por isso, fico de fora. Além de ser, no mínimo, não-legal com quem já é cliente e me apóia.
Daí o medo é simples: estou a partir deste exato momento recebendo menos dinheiro de todos os clientes que contratam espaço ou transferência a mais do que o plano básico. Se essa mudança não afetar em nada as vendas do Vilago eu fico na bananosa e a Clara com menos fraldas. (muita gente não sabe, mas 100% da minha grana vem do Vilago)
Então ajude o CrisDias a não quebrar a cara e divulgue o Vilago para seus amigos e parentes. ![]()
Outro dia estava no ônibus ouvindo o podcast Twit especial sobre os 30 anos da Apple. E fiquei… sei lá, maravilhado e triste ao mesmo tempo em pensar que aquilo, aquela “efervescência de inteligência” que rolou no Vale do Silício 30 anos atrás e continua rolando a cada 10 ou 15 anos… que isso nunca vai rolar no Rio ou no Brasil da maneira que nossas cabeças funcionam.
É o sempre citado caso de que se não fosse Florença no século XIV não existiria Renascimento. Michelangelo era detalhe, podia ter sido qualquer um. O ambiente ajuda a fazer as cabeças.
Steve Wozniak era (ainda é) um crânio. Mas ele queria ser engenheiro da HP. Se ele ficasse em casa brincando de gênio da eletrônica a Apple nunca teria nascido. Mas ele frequentava os chamados “clubes de hobbistas” e as lojas de peças e outros centros de “troca de idéias”. Num desses conheceu um cara que disse “tem um amigo meu… Steve Jobs… acho que vocês deviam se conhecer”. Mas não é só isso: o próprio Wozniak reconhece que se ele não tivesse inventado o Apple original e iniciado a revolução da computação pessoal alguém iria em breve. Alguém exatamente naquela região de “Nova Florença”. As moléculas orgâncias, os raios cósmicos, a temperatura e pressão estavam prontas para o surgimento da vida. Ele teve a visão e saiu na frente, mas a vida ia surgir em alguma outra garagem dali mais cedo ou mais tarde.
Enquanto isso no Brasil nos trancamos em nossos porões sem trocar idéias com ninguém, sem bater papo, sem nem mesmo ler, comentar e linkar. As desculpas vão da lei da selva, passando pela falta de tempo e síndrome do pânico até a paranóia de achar que isso foi planejado para que sempre fiquemos no terceiro mundo. Mas o fato é que (a começar por mim) não vejo acontecer uma troca de neurônios entre quem acha que quer fazer alguma coisa empreendedoristicamente (se é que existe essa palavra) e tecnologicamente importante por aqui. Até os Meetups de Rio e São Paulo morreram por falta de cabeças. Grupos de usuários de linguagens de programação ou sistemas operacionais também são coisa de gente esquisita. (no último que eu fui roubaram meu carro)
A revolução do momento é a do software. Podemos fazer coisas sensacionais sem gastar um tostão com “peças”, usando só o tempo e nossas cabeças. É o cenário ideal para o Brasiu-siu-siu aparecer. Mas todo mundo tem medo de trocar idéias, com medo de ter seu plano maravilhoso roubado. Como já dizia Paul Graham: se uma idéia sozinha fosse tão importante assim para o sucesso de um empreendimento existiriam eBays de idéias. Até Steve Wozniak trocou idéias. E o cara é um crânio.
Não tenho solução, não tenho proposta, não tenho plataforma de governo nem nada. Só passei mesmo aqui para dizer que me deu uma certa deprê em pensar que de repente estamos transformando isso aqui no “lugar errado na hora certa”. Mas deixa eu voltar pro meu porão…
A mais nova criação da Eu Mesmo Studios, o blog do casamento deste casal supimpa (e pimpão) que já é mais do que da família (e que agora será legalmente da família), Alexandre e Monica. Deu trabalho mas foi de coração.
O site é o prelúdio de mais um serviço-powered-by-Vilago, o VãoCasar.com.br, que trará sites/blogs de casamentos, com direito a cotas de lua-de-mel automatizadas. Outros casamentos que já testaram o serviço foram o meu (é claro), do meu irmão e de um casal de amigos. Novidades (site oficial, etc.) em breve, mas quem já estiver interessado é só entrar em contato. ![]()
Momento jabá para o amigo (e futuro papai) Adriano, o maior pinteiro que eu conheço. O cara vai dar um cursinho de aquarela na Univercidade Ipanema, a suuua chance de aprender como aquarela não é coisa de jardim de infância.
Adriano é artista com trabalhos internacionais e especializado em ilustrações (em aquarela) para capas de livros.
Homem recebe conta de telefone de US$ 218 trilhões na Malásia
Um homem da Malásia terá que pagar US$ 218 trilhões por uma conta de telefone, ou será processado. Yahaya Wahab disse ter desconectado a linha de telefone de seu pai depois que ele morreu, mas a conta enviada pela empresa cobra ligações recentes.
Mais detalhes na MSNBC, em inglês.
Usando o termômetro meia-boca dos emails com “piadinhas” chegamos à conclusão de que antes da eleição presidencial o PT era dono exclusivo da ética. Agora o PT é dono exclusivo de todas as coisas erradas que acontecem no Brasil.
Eu já cantei aqui a bola de que se o PT não fizesse um ótimo governo a direita ia voltar a dominar as eleições por um bom tempo. Só que agora os novos “donos da ética” seriam os evangélicos. Eis que ontem sai a pesquisa dizendo Garotinho está só 5 pontos percetuais atrás de Alckmin nas pesquisas.
E a gente acha graça.
Rodar OSX no meu AMD. Segundo o Caparica é possível sem grandes esforços (principalmente se você não se pega nesses detalhes pequenos como acessar a rede…)

Mas a pergunta séria é: será que eu preciso mesmo? Finalmente coloquei uma máquina virtual Linux rodando como servidor sobre o meu XP e estou feliz da vida. É claro que o OSX é mais amigável, “melhor”, etc. Mas será que rodar um ambiente não-oficial vai ser tão tranquilo assim? Quem tiver paciência verá.