Lazyweb é o conceito de que se você tem uma idéia mas não tem como implementar (por falta de tempo ou capacidade) deve publicar essa idéia e passar adiante. Então aqui vai minha idéia…
Eu fiquei totalmente dependente do Legendaz para “aprimorar minha experiência de ver séries no computador”, apesar de achar o site irritantemente lento. (que nome bonito para baixar séries importadas via BitTorrent, hein?)
Mas como as legendas são feitas por fãs amadores elas correm o risco de, às vezes, darem uma escorregada. Aliás, como já falei no RadarPOP, até as legendas profissionais erram feio de vez em quando.
Só para ficar com exemplos de Lost, no sexto episódio Jack está olhando as fotos de “paredão” de Kate, quando ela diz “já fiz fotos melhores que essa”. Mas a legenda manda “já fiz pinturas melhores que essa”. Já num dos primeiros episódios o Mr. Locke pergunta para o pequeno Walt se ele conhecia o jogo de gamão. Waltinho diz que jogava damas, mas a legenda diz que ele jogava xadrez.
Ou seja: nada que realmente comprometa (nestes dois exemplos, pelo menos) a compreensão do episódio mas que poderiam ser polidas. Como a “cena” de legendas tem um pouco de egoboo envolvido os autores de legenda tentam lançar seu conteúdo antes de todo mundo, o que às vezes pode significar que não há um devido processo de revisão.
Mas estou enrolando… minha idéia lazyweb é, você já deve ter adivinhado, um cruzamento de site-repositório-de-legendas com wiki. Alguém publica uma legenda (e leva os devidos créditos por isso) e quem quiser pode alterar seu conteúdo por cima do já existente (ou gerar forks, versões alternativas). Assim o autor original continua com seu nome no topo da lista de criadores mas o texto da legenda vai sendo polido e melhorado com o tempo. A legenda ainda deveria ser baixada no formato de um arquivo texto (.srt ou .sub) como é feito hoje em dia, para ser colocada junto do .avi.
Alguém se candidata?
Pode ficar com inveja da caixa que minha personal-designer fez para a minha coleção de Cosmos.

Novo candidato a homepage no browser…
Cacimba, mas demorou pra sair, hein? Até a Arrentina já tinha sua versão.
Simone cantando Blower’s Daughter é sacanagem!
E pode me chamar de elitista que eu não tô nem aí.
PS: A bleosta é que agora a vontade de comprar o DVD de Closer está incontrolável!
A idéia aqui não é rir da cara dos americanos. É ficar de olho porque vagarosamente estamos indo na mesma direção.
The rise of Idiot America is essentially a war on expertise. It’s not so much antimodernism or the distrust of intellectual elites that Richard Hofstadter deftly teased out of the national DNA forty years ago. Both of those things are part of it. However, the rise of Idiot America today represents—for profit mainly, but also, and more cynically, for political advantage and in the pursuit of power—the breakdown of a consensus that the pursuit of knowledge is a good. It also represents the ascendancy of the notion that the people whom we should trust the least are the people who best know what they’re talking about. In the new media age, everybody is a historian, or a preacher, or a scientist, or a sage. And if everyone is an expert, then nobody is, and the worst thing you can be in a society where everybody is an expert is, well, an actual expert.
No nosso país vale mais ser jogador de futebol, artista de TV ou músico, nessa ordem. Em último lugar vale ser alguma coisa que possa ser chamada de “intelectual”. Porque você é um bom jogador, artista ou músico porque nasceu assim. Então se você não é uma dessas pessoas não há mais nada que você possa fazer, a vida foi injusta e ponto. Passa logo meu almoço de R$ 1, ou meu ingresso de futebol de R$ 1. Mas ninguém nasce sabendo, já dizia o ditado. Então para ser “especialista” em alguma coisa é necessário esforço e dedicação. Isso dá trabalho e acaba significando que, com o devido estudo vamos precisar começar a pensar por nós mesmos. E é muito melhor deixar alguém pensar por nós, não é mesmo?
E o sol sai no Rio de Janeiro depois de… quantas semanas mesmo?
Esquece… voltou o chuvisco.
Um maluco implementou um jogo de WAR usando Google Maps. (via ./)
Se você gosta da sua Coca-Cola estupidamente gelada, a ponto de congelar as papilas gustativas, sugiro que compre a sua nas máquinas de venda do Metrô (pelo menos do Rio). A maravilhosa bebida alcança tão nobre temperatura, aparentemente, porque ninguém compra refrigerante naquelas máquinas, mantendo a refrigeração ao máximo. A que eu comprei hoje estava supimpa.
É claro que ao passar essa dica adiante posso estar quebrando a corrente, mas tudo pela liberdade de informação, principalmente uma tão útil quanto essa!
De: CrisDias
Para: Revista Veja
Olá. Como assinante da revista (só até o fim do mês, caí na real e cancelei a assinatura) estou escrevendo para avisar que vocês esqueceram de falar essa semana sobre o caso Eduardo Azeredo, também acusado de caixa 2. Queria saber mais sobre o assunto mas é como se ele não existisse.
Eu sei que com tanta gente mobilizada para atacar o governo Lula não deve ter sobrado tempo. Acontece.

Maldito juego, acabó con mi bida!
A Veja não vai descansar enquanto não antingir o ministro Palocci. Só queria saber o que ela ganha com isso, além de mostrar como é fodona.
Semana no fast-forward… só passei aqui pra dizer que a Exxon teve lucros recorde no trimestre, com os lucros subindo 75% no período: US$ 9.92 bilhões, o maior já atingido por uma empresa americana em 4 meses em todos os tempos, passando a ser a primeira empresa ever a vender mais de US$ 100 bilhões em um trimestre.
Essa notícia vai animar ainda mais meu bordão proferido sempre que o calor aumenta ou o temporal despenca: Queima combustível fóssil, queima!!! (vi aqui, que foi citado aqui)
Então vamos lá… Se eu sou a favor das armas eu voto NÃO, que é o 1. Se eu sou contra as armas eu digo SIM, que é o 2.
Ou seja… num país de analfabetos teria sido bem mais barato jogar uma moeda e decidir.
Ps: ao escrever esse textinho ridículo eu mesmo me confundi e coloquei os números errados ao lado do sim e não.