Não ou sim?
Então vamos lá… Se eu sou a favor das armas eu voto NÃO, que é o 1. Se eu sou contra as armas eu digo SIM, que é o 2.
Ou seja… num país de analfabetos teria sido bem mais barato jogar uma moeda e decidir.
Ps: ao escrever esse textinho ridículo eu mesmo me confundi e coloquei os números errados ao lado do sim e não.
Por isso tudo (e por outras razões também) eu votei “5″!
Pôxa, nunca chamam o cidadão comum pra decidir nada. Na hora em que chamam, fica um monte de gente reclamando.
Eu, na hora de votar, teclei o número errado!!! Por sorte, percebi a tempo, apertei a tecla corrige e depois teclei o número certo…
E olha que, apesar de loira, não sou analfabeta. E fui votar consciente do que queria!!!
Claro, André Pessoa. Vc acha mesmo que essa super decisão de hoje tem alguma importância?
Daqui a pouco, vão tirar a gente de casa para decidir a cor das gravatas dos parlamentares.
Para isso, prefiro que me deixem quietinha vendo Lost…
Trabelhei devidamente fardado no dia de hoje, e uma biba conhecida, que trabalha na escola veio me perguntar se tinha votado certo, pois ele era contra a proibição e votou 2…
Era isso que o governo queria, talvez o tiro (olha que interessante, tiros saem de armas de fogo!) tenha saído pela culatra!
como disse meu amigo, um país onde quem come viado não é viado, e quem paga propina não é corrupto, vc poderia esperar mais o que?
Alou, galera. A pergunta do referendo não foi escolhida pelo “governo”. Ela foi decidida em complicadas negociações no congresso, cheias de intrigas e puxadas de tapete. Não foi tão simples.
Nos dias de hoje, alienação completa virou qualidade…
Há uma leitura possível do resultado. O povo deu um recado: está farto de medidas paliativas, de providências inócuas. Quer discussões sérias sobre o problema da segurança pública. Por isso, creio eu, muitos dos que são contra o armamento da população votaram não, por considerar que a proibição do comércio de armas, em si mesma, é medida ínfima, puro golpe de marketing que em nada alterará o panorama da violência.
Resta saber se o Dr. Márcio Thomas Bastos e outras brilhantes cabeças governistas (e governantes) terão humildade para entender o recado, ou se, com a peculiar arrogância, dirão que o povo não compreendeu sua magnânima iniciativa.
Alienação é algo que utlimamente vem sendo apresentada/percebida sob o manto do “esclarecimento”.
“Cada povo tem o governo que merece”.
Taí um troço que a cada dia faz mais e mais sentido.
realmente realmente.
acredito que a pergunta foi extremamente bem pensada para o nosso povo.
PS: estas poderoso hein? vi teu blog no ‘related pages’ do gmail
O referendo nao foi para saber quem era contra ou a favor de armas, mas para saber quem era contra ou a favor da proibicao do comercio legal delas. Sao coisas bem diferentes.
Fabricio, mas isso ai não ficou mto claro. A pergunta era capiciosa e com jeito de pegadinha.
Eu me confundi na hora de votar!!! E olha que jah tinha a opinião formada, havia lido mto a respeito do REVERENDO e conversado com mtas pessoas tb
Entendi o resultado como a população afirmando que não confia no governo.
Quanto a ficar em casa quietinha, isso não é alienação. É desânimo, emputecimento, dessesperança, sei lá. Alienação não.
Não confia no governo porque? Brasileiro nem liga pra isso, vc acha mesmo que algum brasileiro tá ligando pra alguma coisa que não seja o seu próprio umbigo?
Este é o problema daqui, tudo gira em torno do seu próprio umbigo, ninguém vê com a distância de mais de um palmo do próprio nariz. Pra que arrumar educação, emprego e saúde pro povo não virar mais ladrão enquanto podemos ter o direito de meter bala na cabeça de alguém pra “nos proteger”, não é?
Eu sempre falei, o problema desse país é o povo, igual o Caparica falou, cada um tem o governo que merece. Afinal, aqui todo mundo é espertão pra caramba não é? O jeitinho brasileiro, lei de Gerson, rola solto e todo mundo se orgulha. Aqui todo mundo é tão espertão que o idiota que podia ter vc como cliente pra vida toda prefere te roubar logo na primeira vez, sai se achando o esperto e vc nunca mais volta lá.
Maravilha!