Hola amigos
Já temos dia, banner e patrona. Agora é começar a espalhar a campanha.

Precisamos de um site…
Entenda por que essa data é tão imporante aqui. (e se chegou agora e não entendeu nada comece por aqui)
Procure, encontre ou
feche.
Já temos dia, banner e patrona. Agora é começar a espalhar a campanha.

Precisamos de um site…
Entenda por que essa data é tão imporante aqui. (e se chegou agora e não entendeu nada comece por aqui)
Nem sei se essa era a intenção original, mas esse videozinho sintetiza porque eu abomino tanto 99% dos trailers mentirosos que passam em nossos cinemas.
Estava aqui naquelas imbecilidades de digitar em portunhol no instant messenger e pensei… Afinal de contas eu não tenho nada mais interessante a fazer do que pensar idiotices…
Inventaram nos países de língua inglesa o talk like a pirate day — que foi na segunda-feira passada — onde “todo mundo” deve imitar pirata e dizer coisas como arrr e farei você andar na prancha, com muito sotaque. Mas só funciona mesmo (se é que funciona) em inglês.
Como não temos uma cultura piratológica tão grande (no sentido naval da coisa, é claro) pensei em criar lo dia internacional de hablarse portuñol, onde celebraríamos a língua oficial de Miami e Bariloche. (atente para o uso correto do pronome portuñol lo)
Se a idéia colar vamos precisar de um dia, é claro. Pensei em 25 de agosto, dia em que o Uruguai declarou sua independência do Brasil criando a primeira nação portunhola do mundo.
Alguém encampa a idéia?
Pegue já o novo RadarPop, veja os links e não se engane: quanto menor o programa mais trabalho de fazer.
Só para avisar que demorou mas as fotos da viagem* estão no site oficial do casal.
* note como não usei a expressão “lua-de-mel” para não fornecer piadas prontas e receber comentários infames tipo “aêeee, pornografia!” e coisas do tipo. Humor mais inteligente, por favor gente.
PS: Não tem “quinto dia” mesmo. Foi basicamente compras e translado traslado.
É um mundo curioso em que vivemos. Não necessariamente melhor ou pior, nesse caso, mas com certeza diferente.
Ontem um avião da JetBlue fez um pouso forçado em Los Angeles, você deve ter visto na TV. Um dos diferenciais da empresa (na qual a Gol se inspirou, mas nem tanto como você pode ver) é ter um monitor de TV com DirecTV em cada assento. O problema no trem de pouso foi detectado logo na decolagem rumo à costa leste e o avião ficou 3 horas voando em volta do aeroporto para esvaziar o tanque de combustível. Isso deu tempo suficiente para os canais de notícia captarem a manchete e trazer todos aqueles analistas-mala. Os passageiros do vôo 292 ficaram assistindo seu destino se desenrolando ao vivo em cadeia nacional, até a hora do pouso de emergência.
Sinistro…
Tio Burton lançou essa semana seu novo filme em animação stopmotion (vulgo bonequinhos) A Noiva Cadáver e mandou essa aqui sobre animação computadorizada, que eu tirei do blog da 37signals.
Em Hollywood eles acham que desenhos animados não funcionam mais, que computadores são a maneira certa de se fazer animação. O que eles se esquecem é que os computadores são “a maneira” porque a Pixar faz bons filmes. Então todo mundo tenta copiar a Pixar. Eles apostam muito da tecnologia e pouco nos artistas. (…) Aí um belo dia alguém vai fazer uma animação desenhada e vai ser lindo e emocionar as pessoas e eles vão dizer ‘Oh, temos que fazer assim!’ É ridículo.
Quem sabe faz, quem não sabe vende. (nota: eu trabalho com vendas também, OK?)
Essa semana estou com essa idéia fixa sobre os marketeiros. Um dos meus ídolos é o falecido Bill Hicks e uma das “piadas” do seu show era algo do tipo…
Tem algum marketeiro na platéia? Levantem as mãos. Muito bem, é o seguinte: se mata. Não, sério. Se mata. Você é a culpa desta merda de mundo em que vivemos. Se mata. Agora. O mundo vai ser melhor. Você deve estar pensando que eu estou brincando e bolando para qual mercado pode me vender, mas eu estou falando sério. Se mata pelo bem do mundo.
Os marketeiros do mundo ficam tentando engarrafar o que é bom, como se uma coisa ser boa ou ruim dependesse apenas da maneira como ela é veiculada e nem um pouco ligada à coisa em si. Assim há mais controle.
De repente um filme que veio do nada é um sucesso e os marketeiros vão atrás com suas garrafas achando que o filme fez sucesso por ter uma bruxa ou um pinguim. Porque senão vamos começar a achar que marketeiros não servem para nada.
O Netvibes — que me indicaram num comentário aqui no blog — não fez campanha de lançamento e está, de boca em boca, virando um sucesso. Porque é bom. Você já viu propaganda do Google? Nem eu.
O disco novo do Franz Ferdinand (citado no podcast) já está pronto, mas só vai ser lançado em outubro. O primeiro single só chegou às rádios segunda-feira. (a frase deveria ser “a mesma música chegou a todas as rádios do mundo na segunda-feira”). Os marketeiros desenham suas janelas, seus planos de marketing, o calendário de shows de divulgação, as idas ao Faustão. Precisam, primeiro, mandar uma cópia do disco para a imprensa para gerar ansiedade e antecipação. Para dizerem como o disco é maravilhoso para que em outubro ninguém aguente mais e faça fila na porta da loja para comprar o tal disco.
Mas os fãs não estão preocupados com a taxa de retorno de investimento, a penetração ou o market-share. Eles querem ouvir o som dos caras. E se já está pronto eles querem ouvir agora. Então é melhor os marketeiros se matarem mesmo, ou deixarem de ser parte do problema.
Nota dez para o atendimento ao assinante da Editora Abril. Liguei para cancelar (não renovar) minha assinatura da Veja e completei o processo em 5 minutos. Ao contrário das operadoras de telefonia e empresas de cartão de crédito não ficaram enchendo o meu saco.
Parabéns.
… e se você também tem um podcast e precisa de alguma divulgação, grave uma propagandazinha de 30 segundos e mande para radar arroba radarpop.com.br.
O termo podsafe music está ligado ao conceito de “músicas que podem ser tocadas em podcast sem que o dono do podcast leve um processo por violação de direitos autorais na cabeça”.
Eu particularmente acho que tocar uma música de um artista (ou duas, como fizemos) é um serviço de divulgação para o mesmo. Mas não sou eu quem vai divulgar música de alguém que não quer que eu toque seu trabalho online. Uma coisa é tocar um disco todo, outra coisa é tocar uma música dizendo “isso é bom”.
(Não… ninguém do Franz Ferdinand ou Los Hermanos reclamou do podcast, não somos tão grandes assim)
Daí por que não aproveitar e divulgar a galera que não tem jabá nas rádios? Se você publica seu som (ou conhece alguém que publica) sob uma licença podsafe (Creative Commons ou simplesmente “pode mandar bala”) envie o mp3 ou um link para radar arroba radarpop.com.br. (não lote minha caixa postal, por favor!) O que a gente gostar entra no programa.
Contrariando todos os prognósticos eu e Maron levantamos nossos traseiros gordos e produzimos o primeiro do que promete ser uma série semanal de podcasts, RadarPop, sua dose semanal de cultura e entretenimento (e informações não necessariamente úteis).
No melhor estilo tosqueira-garagem ainda o programa ainda está cheio de erros, mas a idéia é essa. Comente, fale, reclame e diga se ficou legal e como podemos melhorar. Sua ligação é muito importante para nós.
O que foi dito:

AlexMaron e CrisDias após a gravação do primeiro programa
Baixe seu exemplar aqui: radarpop-0001.mp3, 67 minutos. (em breve em BitTorrent, enclosures, iTunes e blablabla)
RadarPop: o único podcast produzido exclusivamente com locutores que respiram pela boca.
Até segunda ordem a homepage do navegador passa para as mãos da Microsoft. Muito bom. (mas tem algum problema em mostrar o RSS da Folha Online e do Digg)